Luminosos em Acrílico nas Fachadas Recuadas

Várias lojas do município de São Paulo encontraram uma forma de driblar a lei Cidade Limpa, através dos Luminosos em Acrílico, que reduziu a poluição visual da cidade. O recurso arquitetônico, chamado “vitrine”, abre grandes janelas nas fachadas comerciais, dando espaço a luminosos protegidos por vidro. Esse tipo de comunicação visual se espalhou nos últimos meses e já pode ser vista em diversos pontos da capital paulista.

Luminosos em Acrílico nas Fachadas Recuadas no município de São Paulo - Lei da Ficha Limpa

De acordo com a cartilha divulgada pela prefeitura, essa opção de comunicação visual não é considerada anúncio se estiver instalada a partir de um metro no interior do estabelecimento. A lei Cidade Limpa, em vigor desde 1° de janeiro de 2007, ordena a paisagem do município de São Paulo e regula o tamanho da comunicação visual nos estabelecimentos comerciais. A multa para quem descumprir é de R$ 10 mil por anúncio irregular com até 4 m². Cada m² excedente custará aos responsáveis mais R$ 1 mil, valor a ser somado aos R$ 10 mil iniciais.

Luminosos em Acrílico nas Fachadas Recuadas no município de São Paulo - Lei da Ficha Limpa

Esta opção abre uma enorme oportunidade para a comunicação visual em acrílico e Led, pois destaca, de maneira adequada, a marca do anunciante, como os exemplos das lojas Drogasil, Smart Fit, Banco Itaú, Mac Donalds e Burger King.

Luminosos em Acrílico nas Fachadas Recuadas no município de São Paulo - Lei da Ficha Limpa

O presidente do IAB-SP (Instituto dos Arquitetos do Brasil), Fernando Túlio, afirma que essa regra tem alterado a arquitetura da cidade: “É um exemplo claro de como as regras urbanísticas modelam a forma da cidade.”

Luminosos em Acrílico nas Fachadas Recuadas no município de São Paulo - Lei da Ficha Limpa

A autora da Lei Cidade Limpa, a arquiteta e urbanista Regina Monteiro é a atual presidente da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU), órgão que regula a inserção de elementos na paisagem urbana de São Paulo. Regina Monteiro participou do Fórum Acrílico quando do lançamento da Lei e previu, naquela época, que as comunicações visuais nobres, como as em acrílico, ressaltariam o valor da marca dos anunciantes.

Entenda a Lei da Ficha Limpa e veja como aproveitar as Luminosos em Acrílico nas Fachadas Recuadas

Luminosos em Acrílico nas Fachadas Recuadas no município de São Paulo - Lei da Ficha Limpa

Veja Mais:


Conheça a Lei Cidade Limpa de São Paulo

Outros artigos sobre Letreiros e Luminosos em Acrílico:

Shopping Center: A Vitrine do Acrílico


 

https://www.indac.org.br/a-combinacao-de-acm-e-acrilico-garante-pecas-de-comunicacao-visual-bonitas-duraveis-e-de-baixo-custo/

 

 

 

Graças à transparência do material, vinhos ganham local de destaque e ajudam a transformar adegas em lindas vitrines climatizadas 

Construída com chapas de acrílico Castcril, de 12 e 15mm de espessura, a adega abriga aproximadamente 600 garrafas, que devido a transparência e iluminação especial, feita em LED e orientada por um Sommelier, ficam ainda mais atraentes ao público. “O acrílico oferece transparência, condutividade de luz e resistência a impacto, além de ser um material de fácil moldagem”, diz Taniguchi, que explica ainda que a combinação do plástico nobre com os móveis em madeira ajudou na composição de um visual estético um tanto requintado.

Adega em Acrílico

Não por menos, há 15 anos, o profissional incrementou seus serviços e passou a combinar o acrílico em seus projetos: “Trabalhamos com divisórias internas gavetas (colmeias em acrílico), geralmente para closet, frentes de gavetas, nichos decorativos retro iluminados e logomarcas”.

Quando o projeto envolve corte a laser, Taniguchi tem parceiro certo: “Já trabalhamos com a Artcryl em vários projetos. Fizemos logomarcas retro iluminadas de lojas, além de outros projetos de lojas em shoppings e restaurantes”.

Adega em Acrílico

Apesar dos muitos trabalhos desenvolvidos em parceria, essa foi a primeira vez que ambas as empresas fizeram uma adega. “Já tinha visto em uma viagem ao exterior uma adega na qual as garrafas pareciam flutuar sobre as prateleiras de acrílico. Quando Taniguchi nos passou o briefing desse projeto, mostramos as imagens que tínhamos a ele, que na hora aderiu a ideia”, conta Taísa de Almeida, da Artcryl – transformadora de acrílico associada ao INDAC.

Ainda segundo Taísa, a ideia de expor as bebidas vai além dos restaurantes: “Para quem gosta de vinho e receber convidados em casa, incluir uma adega de acrílico a decoração é possível e mais fácil do que as pessoas imaginam”, comenta.

Adega em Acrílico

A Brascril, transformadora de acrílico de Porto Alegre, também associada ao INDAC, já confeccionou lindos projetos de adegas em acrílico. A primeira delas foi planejada pela arquiteta Luiza Garrastazu e executada pela empresa em parceria com a Lacava Adegas Personalizadas. No projeto foram utilizados pinos torneados de chapas acrílicas de 15mm de espessura, encaixados em uma das duas paredes de MDF. Na outra, foram fixados encaixes para as garrafas feitos em placas de acrílico cristal de 12mm. A iluminação em LED ressalta ainda mais a beleza do conjunto.

Já a adega da designer Jaqueline Testa é toda feita em acrílico. Na sua composição a Brascril usou acrílico especial para iluminação. “Trabalhamos com chapa de 15mm produzida pela Acrílicos São Marcos, também associado INDAC e nosso fornecedor de chapas especiais. A peça foi integralmente aquecida e curvada no formato total de 8 x 1,50 metro e dividida em quatro placas, que receberam furos equidistantes. O projeto ainda conta com iluminação em LED dimerizável e expertise “Bblock”, da Lacava Adegas Personalizadas, que mantém a garrafa em posição adequada para a armazenagem do líquido”, explica Bárbara Lopes, da Brascril.

Veja mais


ARTCRYLwww.artcryl.com.br – (11) 4188-5570
BRASCRIL www.brascil.com.br – (51) 3362-7052
CASTCRIL www.castcril.com.br – (11) 3062-0199
MARCENARIA TANIGUCHI www.marcenariataniguchi.com.br – (11) 4158-1257

       

O Indac em parceria com a feira Future Print apresentam o Fórum Acrílico. Neste fórum os avanços tecnológicos são o tema em foco.

O evento acontecerá dia 11 de julho (quinta-feira), das 11 às 13hs, no auditório interno da feira Future Print.

Serão duas horas de debates sobre temas relacionados diretamente ao setor de comunicação visual em acrílico:

Programação de Palestras

  • Evolução do acrílico no mercado de comunicação visual no Brasil: João Orlando – INDAC;
  • Novidades em chapas acrílicas: superfícies sólidas, orgânicas, fantasia e anti-refletivas duplas: Ricardo Kovaks – Castcril;
  • A precisão do corte e gravação de máquinas laser em chapas acrílicas: Jackson Nunes – Solugrav / Trotec;
  • Gestão na Transformação de Chapas Acrílicas: Ralf Sebold – Bold;
  • Agilidade e resistência da colagem ultravioleta de acrílico com outros materiais: Daniel Barbosa – CB Cril.

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Acril Designer atua no mercado de acrílico desde 1991 e produz com alta tecnologia e sofisticação peças exclusivas com qualidade incontestável.

A empresa oferece aos clientes os mais variados estilos de peças, desde projetos especiais, brindes e produtos promocionais. Conta com uma equipe de criação e desenvolvimento, especializada em atender e elaborar, de maneira inovadora e criativa, projetos de acordo com a necessidade de cada cliente – desenhando e produzindo protótipos em linguagem 3D, tudo com a mais alta tecnologia em maquinas e técnicas de produção.

Acrildesigner

Acril Designer é referência no mercado de acrílico e itens para brindes, promoções e PDVs, devido, principalmente, aos seus três diferenciais:

Criação e Desenvolvimento

Projetos personalizados, desenvolvidos de acordo com as necessidades do cliente.

Planejamento e Logística

Coordenamos todas as etapas, inclusive a distribuição e a entrega dos produtos.

Acrildesigner

Produção e Acabamento

Satisfação garantida por equipamentos de última geração e equipes especializadas.


Entre em contato com a Acril Designer:

Tel: (11) 4186-1555

www.acrildesigner.com.br

Rua das Araras, 6 – Parque Industrial de Carapicuíba / SP – CEP 06340-200

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Entre em contato e peça o seu orçamento ou se preferir, agende a visita de um representante pelo e-mail: [email protected]

Pietro Acrílico é uma das fabricantes de chapas acrílicas recicladas mais tradicionais do país, atuando há mais de 40 anos no mercado – e sempre com a mesma razão social.
A matéria prima da Pietro são as sucatas de acrílico que não mais conseguem ser utilizadas pelos transformadores de peças.

Estas montanhas de sucatas são separadas cuidadosamente, visando não misturar acrílico com outros materiais parecidos, como poliestireno ou policarbonato.
Depois da minuciosa etapa de separação, as sucatas de chapas acrílicas são aquecidas até sua fundição em fornos de alta temperatura. Com a queima da sucata, os vapores desta fundição são condensados formando um novamente o MMA (metacrilato de metila) ou a matéria prima do acrílico – agora com impurezas do processo de reciclagem.

Reciclagem do Acrílico

Este monômero reciclado será novamente fundido entre duas placas de vidro, para seu retorno na forma de chapas acrílicas de cores, tamanhos e espessuras variadas.
Evidente que as chapas acrílicas recicladas são utilizadas em funções próprias, não podendo serem utilizadas em comunicação visual externa, por exemplo. No entanto, existem inúmeras aplicações, principalmente internas, onde as chapas da Pietro Acrílico são perfeitamente adequadas.

Banner porta-folhetos produzido com chapas acrílicas recicladas.

A empresa está estabelecida a Rua São Jorge, 350 – bairro Santo Antônio – bem no Centro de São Caetano do Sul / SP.
O telefone para contato é (11) 4226-0929.

De cabides a expositores, dos luminosos aos nichos, o acrílico ajuda a valorizar marcas e produtos dentro dos centros comerciais do país, além de tornar ambientes mais sofisticados e exclusivos

Maior consumidor de chapas acrílicas do país, o segmento de comunicação visual é o que mais explora os benefícios que o acrílico oferece. Plástico nobre, o material ajuda a criar ambientes mais sofisticados e agregar ainda mais valor a marcas e produtos. Não por menos, está presente em quase 100% das fachadas das lojas de shopping centers de todo o país e do mundo, sejam elas mais suntuosas ou minimalistas.

Versátil, leve e bonito, o acrílico molda letreiros e luminosos de diversas cores, das opacas às translucidas. O material também é conhecido pela sua capacidade de adaptação, tamanha a facilidade com que permite combinações, inclusive com outras matérias​-primas, como a madeira, o aço, o ACM e o LED. E isso contribui, para criação de espaços e ambientes diversos, além de permitir que projetos e elementos sejam infinitamente reproduzidos em diferentes locais.

Calixto Pereira, da Evidence, ressalta que a versatilidade do acrílico é percebida já na produção dos projetos. Nenhum outro material permite tamanha flexibilização e maleabilidade: “O acrílico pode ser dobrado, colado, usinado, gravado e iluminado. É um material extremamente versátil. Por isso se adequa a tantos trabalhos e diferentes marcas”.

Com larga experiência em projetos para diferentes shopping centers de São Paulo, como o Ibirapuera, Eldorado, Morumbi, Market Place, Pereira conta que cabe ao fornecedor orientar o cliente sobre o melhor material para cada demanda: “Quando o cliente pede qualquer tipo de projeto, ele não especifica o material, ele não chega e fala eu quero de acrílico. A gente que vai escolher o material de acordo com a complexidade do projeto. Nos quiosques que fizemos, por exemplo, a comunicação visual é aplicada em acrílico, que pode ser iluminado, e também nas letras caixas. E tudo isso é possível justamente porque o acrílico é um material muito versátil “.

Carlos Santos, da Acriplanos, diz que o acrílico é capaz de agregar beleza, modernidade e durabilidade aos projetos por um bom custo-benefício. Isso sem falar que as peças feitas com o material são fáceis de limpar e reparar, caso seja necessário. “O acrílico é um termoplástico de fácil manuseio, além disso, hoje existem máquinas e equipamentos que tornam o trabalho ainda mais ágil e aumentam a qualidade de acabamento dos produtos de comunicação visual. As chapas nacionais, com oferta abundante de cores, também têm excelente qualidade e um preço acessível. São resistentes e recicláveis”.

Mais seguro, leve e com maior grau de transparência que o vidro, o acrílico é tido também como a melhor opção para PDV’s, tem conquistado cada vez mais espaço nas lojas e também vitrines, onde ajuda a destacar produtos e coleções, além de moldar campanhas e ideias. “A comunicação visual fica melhor quando se usa o material adequado para a sua definição de imagem e o acrílico é sem dúvida esse produto”, explica Antonio Ruberlei Valezi, da Polimetal.

Segundo o representante da empresa, que trabalha com inúmeras marcas aqui no Brasil e no exterior, como Mc Donald’s, Burger King, Starbucks, Iguatemi e O Boticário, entre tantas outras, o acrílico agrega beleza e elegância a qualquer projeto e se adequa facilmente a qualquer proposta de marketing, por isso, é fundamental que designers e projetistas que atuam no setor de comunicação visual o conheçam. “Esses profissionais precisam manter a unidade de diálogo da marca cliente com o público e assegurar que seu projeto harmonize com material proposto e com a identificação da marca, sem sobrecarregar sua imagem”, finaliza.

O Mercado do Acrílico nos Shoppings

De acordo com levantamento feito pelo INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), cerca de 60% do uso das chapas acrílicas comercializadas no Brasil tem destino certo. O mercado de comunicação visual, no qual se enquadram letreiros e outros luminosos, sinalizadores, displays e PDV’s (displays de ponto de venda). Assim, esse segmento acaba por ser, de longe, o maior consumidor desse plástico no país, seguido pelo setor de móveis e de iluminação, responsáveis por cerca de 10% cada da utilização desse insumo.

Embora seja um número alto, o Instituto acredita que o material possa contribuir ainda mais para o mercado de comunicação visual. “A falta de informação sobre o acrílico ainda inibe seu consumo, por isso, é importante que o transformador ressalte ao seu cliente as qualidades do produto antes de oferecer um material de qualidade inferior”, explica João Orlando Vian, executivo do INDAC.

Para promover a disseminação de informações sobre o acrílico entre projetistas, designers e arquitetos, além de incrementar as vendas entre seus associados, o INDAC mantém o programa Acrílico em Ação, por meio do qual, ajuda o cliente a pensar seu projeto e encontrar um transformador de acrílico indicado para cada caso. Tudo isso, gratuitamente. Para mais infos, acesse: www.indac.org.br/acrilico-em-acao/.   

Apesar de ainda não ter recuperado índice de vendas de 2013, setor comemora segundo ano positivo e se diz otimista; importação continua sendo problema

O INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) acaba de divulgar levantamento que aponta o desempenho do mercado de chapas acrílicas no país em 2018. E, embora ainda não se deva recuperar o mesmo patamar de vendas de 2013, quando foram comercializadas no país cerca de 12 mil toneladas de chapas acrílicas, o país ultrapassará neste ano as 8.000 toneladas vendidas em 2017, e chegar a 9.100 toneladas. Isso equivale a um crescimento de 14%.

Este é o segundo ano positivo consecutivo do setor depois de três anos seguidos de quedas – entre 2014 e 2016 – quando as vendas despencaram de 12 mil toneladas para 7.500 toneladas.

Tal desempenho deixa os empresários do segmento mais otimistas e a previsão para 2019 é de que o mercado ultrapasse as 10.500 toneladas e consolide um crescimento de cerca 15%. Eles também estimam que até o final de 2020 o país volte ao patamar de 12 mil toneladas.

Boa notícia também para o setor em relação às chapas recicladas, que totalizaram esse ano mil toneladas comercializadas.

Já o desempenho das importações é o que tira o sono dos produtores de chapas nacionais. Não é para menos. Neste ano, 5.800 toneladas de chapas foram importadas. 700 toneladas a mais no que no ano anterior. Isso equivale a 62% de todas as chapas comercializadas no país neste ano.
Segundo João Orlando Vian, executivo do INDAC, o crescimento das importações nos últimos anos no país tem sido fortemente alimentado pela disputa tributária sobre importação entre os Estados, gerando um ambiente de insegurança fiscal, com consequências graves para a competitividade no setor. “Entre as produtoras nacionais de chapas que já somaram 20, hoje ficaram apenas 12”, conclui.

Com mercado mais aquecido, INDAC confirma continuidade de ações que desenvolve junto ao mercado nacional, como o curso Cosi di Acrilico, que essa ano ganha edições especiais, uma delas focada exclusivamente no mercado de comunicação visual e outra itinerante, que deve acontecer em um caminhão-escola, montado especialmente para as aulas.

Depois de já apresentar alguns bons resultados neste ano, o Acrílico em Ação, por meio do qual, o instituto disponibiliza uma equipe voltada à apresentação do acrílico e de todas as suas potencialidades junto a clientes potenciais – como agências de propaganda e escritórios de arquitetura – também continua em 2019.

Apesar de ser mais largamente usado pela indústria de comunicação visual, o acrílico tem se destacado em projetos de arquitetura e arte.

A arquiteta Fernanda Gabriela Leal, premiada pelo ambiente – Toalete Funcional Masculino – da Casa Cor Bahia 2018, se inspirou em fontes de pedras para dar mais liberdade ao ambiente de 26 m2. Assim, ao invés do habitual conjunto pias/espelho fixo à parede preferiu cubas soltas agrupadas a frente de um painel panorâmico de acrílico, que fez papel de janela e deu mais vida ao local.

O painel iluminado tem 1,5 por 2,0 m e é composto por uma chapa acrílica de 3 mm, com adesivo fotográfico reverso impresso, fixada em moldura de MDF. A iluminação embutida é feita por uma fita LED. O trabalho foi feito pela Acriplanos, empresa associada ao INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico). “Esse recurso pode ser muito explorado principalmente em ambientes corporativos ou que não tenham esquadrias para fachada, trazendo a paisagem natural para o ambiente, humanizando o espaço e o tornando mais aconchegante”, explica a arquiteta.

O ambiente contou também com três caixas expositoras totalmente translúcidas fixadas na parede do banheiro, além da borda da mesa de futebol de botão, feita com chapa acrílica de 10 mm de espessura. Trabalhos também realizados pela Acriplanos e pensados por Fernanda, que já conhece o material há bastante tempo, embora tenha sido a primeira vez que projetou algo em acrílico: “Conhecia em geral as peças prontas que encontramos no mercado, porém essa foi a primeira vez que desenhei e tive o prazer de ver a fabricação. O acrílico tem muita versatilidade, pode ser usado em diversos ambientes tanto residenciais como corporativos, agregando muito na decoração”.

Segundo ela, existe ainda um desafio no mercado que é o paradigma da utilização do acrílico apenas nas programações visuais, mas que deve ser quebrado. “Existe um mundo de possibilidades a ser criado com o material. A sua principal característica é justamente ser um termoplástico que permite moldar ideias variadas ao mesmo tempo em que é leve e altamente rígido. Em algumas situações, pode subsistir os espelhos de vidro, muito explorados na decoração”, diz.

Outro arquiteto que tem buscado utilizar o acrílico de forma inovadora é Carlos Rizzo. Fundador da Acrilaria, marca desejo de decoração exclusiva em acrílico, ele criou luminárias em que imagens de pontos históricos da cidade de São Paulo ganharam versões artísticas. Nesta versão (da foto), com 1 metro de comprimento e 33 cm de altura, a ilustração da Estação da Luz de São Paulo ganha mais cor com a luz que percorre o acrílico e ilumina detalhes da obra ressaltados por Rizzo. A empresa oferece outros dois tamanhos de painéis, além de uma versão 3D, entre as imagens disponíveis estão Conjunto Nacional e Catedral da Sé, também em São Paulo.

Rizzo conta que as luminárias em acrílico são mais leves, seguras, resistentes e bonitas. “A maneira como as cores e a luz reagem no acrílico são completamente diferentes das telas comuns. As cores ficam muito mais vivas, e quando a luz muda, tudo muda junto, de uma forma intensa, única”, ressalta.

Mas do que luminárias, a Acrilaria ainda conta com um vasto portfólio de produtos próprios para decoração, inclusive móveis, tudo concebido em acrílico.

Adega em Acrílico

Quando o assunto é decoração, duas adegas de acrílico também chamam atenção pela beleza e versatilidade. A primeira delas foi planejada pela arquiteta Luiza Garrastazu e executada pela Brascril em parceria com a Lacava Adegas Personalizadas. No projeto foram utilizados pinos torneados em chapas acrílicas cast de 15mm de espessura, encaixados em uma das duas paredes de MDF. Na outra, foram fixados encaixes para as garrafas feitos em placas de acrílico cristal de 12mm. A iluminação em LED ressalta ainda mais a beleza do conjunto.

Já a adega da designer Jaqueline Testa é toda feita em acrílico. Na sua composição a Brascril usou acrílico especial para iluminação. ”Trabalhamos com chapa de 15mm produzida pela Acrílicos São Marcos, também associado INDAC e nosso fornecedor de chapas especiais. A peça foi integralmente aquecida e curvada no formato total de 8 x 1,50 metro e dividida em quatro placas, que receberam furos equidistantes. O projeto ainda conta com iluminação em LED dimerizável e expertise “Bblock”, da  Lacava Adegas Personalizadas, que mantém a garrafa em posição adequada para a armazenagem do líquido”, explica Bárbara Lopes, da Brascril.

Quem também parece fascinado pela beleza e versatilidade do acrílico é o badalado florista internacional Jeff Leatham. Ele, que já assina há bastante tempo a decoração natalina do shopping JK Iguatemi, em São Paulo, sempre usa o acrílico em seus projetos. Neste ano, com obra inspirada no tema Candy, doce em inglês, não foi diferente. Assim, o acrílico espelhado deu vida a lindas árvores e bengalas natalinas. O trabalho foi executado pela Artcryl.

Veja neste vídeo Como Dobrar Chapas Acrílicas de 2mm e 10mm com uma máquina para dobrar acrílico da Digisolda. Também veremos, dicas importantes sobre escolha e regulagem da sua máquina, escolha das melhores chapas acrílicas, o tempo ideal para a dobra e muito mais.

Acesse o site da DIGISOLDA conheça as melhores maquinas para dobrar acrílico com um ótimo custo benefício: https://www.digisolda.com.br
Conheça o melhor curso sobre transformação de chapas acrílicas, o Cose di Acrílico: https://www.indac.org.br/cosediacrilico/

Diversas opções de cores, texturas e espessuras, além da abrangente versatilidade de manuseio dos dois materiais, dão a transformadores, designers e arquitetos a possibilidade de criar uma infinidade de projetos.

O INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) tem ressaltado aos seus associados as vantagens da combinação do acrílico e do ACM na comunicação visual. E não está sozinho nessa mensagem. “O uso do ACM e do acrílico tem ganhado cada vez mais espaço em projetos de comunicação visual e terá sua utilização ainda mais consolidada com a capacitação e aprimoramento técnico dos profissionais do setor”, explica Danilo Lopes, consultor da SmartLed.

Lopes conhece bem o potencial dos dois produtos, desde 2010, quando fundou a SmartLed, trabalha com a fabricação de painéis e luminosos em LED, ACM e acrílico. “Graças à versatilidade desses produtos e aliando processos diferenciados de fabricação, conseguimos desenvolver e aplicar no mercado de comunicação visual diversas soluções de luminosos inovadores”, diz.

Além de bonita, a combinação ACM e acrílico garante ótimo custo benefício, explica Lopes: “Juntos, eles proporcionam trabalhos de excelente impacto visual e, devido à elevada resistência a intempéries, ainda proporcionam resultados estéticos mais duradouros e com menor manutenção durante sua vida útil”.

Apesar de tantas qualidades, a falta de conhecimento, seja das características e especificações técnicas dos materiais ou mesmo de instalação, ainda faz com que esse mercado tenha muito a desenvolver. Não á toa, a SmartLed, que percebeu as dificuldades técnicas do mercado de comunicação visual quanto ao uso correto desses materiais, hoje trabalha exclusivamente com treinamentos e consultorias.

ACM e Acrílico combinados em fachada

Quando se fala apenas de acrílico, o mercado de comunicação visual, no qual se enquadram letreiros e outros luminosos, sinalizadores, displays e PDV’s (displays de ponto de venda), é destino certo de aproximadamente 60% do consumo deste plástico no país. E, embora ofereça inúmeras vantagens em relação a outros materiais, ainda existe pouco conhecimento dos consumidores sobre seu potencial e isso pode estar associado inclusive à subutilização do produto, inclusive pelos transformadores. “O acrílico dá ao projeto de comunicação visual o destaque que os produtos dos clientes precisam. Ele agrega status e glamour. Mas sinto a falta de capacitação e de profissionalismo dos fabricantes de peças, que às vezes, pensando em reduzir custos, entregam algo muito abaixo das expectativas, gerando uma experiência limitada e comprometendo a imagem do acrílico, que acaba por ser descartado do leque de possibilidades em um projeto futuro”, diz Gabriela Dias de Jesus, diretora da Cristal e Cores.

Entre as principais características do acrílico vale destacar a infinita oferta de cores e texturas. No mercado é possível encontrar espessuras de 0,5mm a 80mm. Versátil, possui ampla janela de moldagem (20ºC), excelente difusão de luz nas bordas – o que realça visibilidade da marca com uso de LED –, e gravações e elevada resistência aos raios ultravioleta do sol. É facilmente usinado (corte, furação e gravação) e polido, para eliminação de riscos.

Na tentativa de reverter esse quadro, a empresa disponibiliza profissionais que ajudam o cliente a desenvolver novas cores e tamanhos diferentes de moldes. “Tentamos entender qual a aplicação de nossos clientes para melhor instrui-lo quanto a cores e aplicações. Ajudamos até mesmo na formulação de custos”, explica Gabriela.

Além do desconhecimento, segundo levantamento do INDAC, o preço é outro fator que aparece como empecilho para a utilização do acrílico nos projetos. E isso, na verdade, é um mito. “O custo médio do acrílico é de R$ 28 o quilo. Esse é um valor insignificante quando se considera outros custos e, principalmente, o resultado do trabalho. Até porque, nenhum outro material consegue oferecer as mesmas vantagens do acrílico”, ressalta João Orlando Vian, consultor executivo do Instituto.

Para Vian, o desconhecimento dos itens com os quais se trabalha pode sim minar um bom projeto. E é justamente aí que entra o ACM.

O ACM – Aluminium Composite Material – é um tipo de revestimento constituído por um núcleo de polietileno alocado entre duas lâminas de alumínio. Entre suas principais características destacam-se: a ampla gama de cores e texturas, a facilidade com que permite a criação de volumes e avanços e a simplicidade de usinagem (corte, dobra, furação), além da perfeita planicidade. Em contraponto, oferece opacidade total e retenção de brilho e de tonalidade, mesmo em ambientes externos. “É fantástico como esses dois materiais se complementam. Ambos oferecem modernidade e requinte e são apropriados para uso interno ou externo. Além disso, oferecem diversas cores, que podem inclusive serem contrastadas”, afirma Marcel Canuto, supervisor de vendas da Actos.

Canuto explica que o ACM vem se popularizado e que nos últimos dois anos a demanda associada dos dois materiais têm aumentado e eles têm sido mais comumente usados juntos em ambientes internos (como fachadas de lojas de shoppings) e ambientes externos (como fachadas de concessionárias de veículos).

O ACM, que tem menor custo, geralmente é usado como suporte em sinalizadores, placas e painéis luminosos. Também pode ser usado no revestimento da fachada que receberá essa peça. O acrílico, mais leve e com capacidade de propagação da luz, é empregado na frente do item, aumentando seu potencial estético e valor agregado.

A integração dos dois materiais, que ganha ainda mais vida com uso de iluminação em LED, pode ser usada, não apenas em fachadas, mas em uma infinidade de projetos, de totens e expositores a complexas ilhas de exposição. Parece que só a imaginação é limite quando se trata de suprimentos tão versáteis. “Quando ambos os materiais estão no projeto, a durabilidade e a estética são valorizadas em relação a outros itens mais promocionais. Eles proporcionam encaixes perfeitos e melhor usinagem e acabamento possíveis”, comenta Paulo Hey Branco, da Placrim Sinalização Inteligente.

Há muito tempo neste mercado, Branco recomenda apenas que as pessoas usem essa combinação em trabalhos que realmente remetam a formas inovadoras de revestimento de paredes, mobiliários, painéis conceituais e intervenção urbana. Afinal, exagero e repetição cansam.

Veja mais


SMARTLED
www.smartled.com.br[email protected]

CRISTAL E CORES
www.cristalecores.com.br – (11) 4661-9393

ACTOS
www.actos.com.br – (11) 4428-5500

PLACRIM
www.placrim.com.brplacr[email protected] – (11) 41 3362-5960

Peças produzidas em acrílico durante o evento poderão ser adquiridas a preços especiais. Versátil, além de bonito, o acrílico tem espaço garantido no mercado de comunicação visual

O quanto vale uma campanha publicitária ou uma marca de sucesso? O INDAC – O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico – sabe que muito. Por isso, pede que publicitários e designers de agências de todo o país sejam mais cautelosos e críticos ao escolherem os materiais com os quais trabalham e aos quais atrelam a marca de seus clientes. Para falar sobre isso e sobre a capacidade do acrílico em atender diferentes demandas do setor de comunicação visual, o Instituto estará presente na Serigrafia SIGN FutureTEXTIL 2018, que acontece de 25 a 28 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Na feira, o INDAC irá atender ao público no estande da Castcril, maior produtor de chapas acrílicas coloridas da América Latina, com mais de 1.200 cores no portfólio, e empresa patrocinadora da entidade. “A Sign é uma das feiras mais importantes do ano e nós não poderíamos ficar de fora. São vários segmentos no mesmo local, o que faz com que as empresas vejam novidades em seus setores e também nos demais. Toda esta ‘mistura’ é um prato cheio para criação de novos produtos, com materiais diferentes. E isso representa muito, principalmente por estarmos vindo de um cenário adverso na economia, quando as empresas precisam oferecer melhorias de produtos e soluções mais completas aos seus clientes”, afirma William Gomes Oliveira, gerente financeiro da Castcril.

Assim, para mostrar todos os benefícios do acrílico, o estande da empresa abrigará uma transformadora, aonde o visitante da feira poderá conferir, em tempo real, a manufatura de cinco peças distintas em acrílico desenvolvidas pelo arquiteto e fundador da Acrilaria, Carlos Rizzo Jr. Os que tiverem interesse poderão comprar os produtos a preços especiais. “Quem nos visitar na Sign verá o quanto se pode criar com o acrílico. Teremos cadeiras, mesas, fechamentos de paredes e uma série de itens de comunicação visual expostos, tudo feito com o material. Afinal, o acrílico é incrível para se trabalhar – pode ser cortado, vincado, dobrado, colado e misturado a outros materiais – e tanto faz se será utilizado na movelaria, na comunicação visual ou na indústria de remédios, ele sempre supera as expectativas. Seus altos índices de transparência e resistência a impactos, além da leveza e da enorme variedade disponível de cores e espessuras, fazem dele uma opção indispensável qualquer projeto contemporâneo”, ressalta Rizzo.

 

Para que o estande se tornasse nessa pequena transformadora, o trabalho conjunto de alguns associados ao INDAC foi fundamental. Participam da ação, além da Castcril, que deve ceder o espaço e as chapas que serão utilizadas durante o evento, e da Acrilaria, que assina as peças manufaturadas, a Oswaldo Cruz, como patrocinadora da ação. “Estamos juntos com a Castcril para mostrar o tamanho da nossa capacidade de atendimento neste mercado e de que continuaremos a investir em serviços que ajudem a qualquer cliente interessado no crescimento e sucesso do mercado de acrílicos. Acreditamos na união dos elos da cadeia para fortalecer a indústria nacional”, afirma Marcelo Thieme, diretor de novos negócios da Oswaldo Cruz e presidente do INDAC.

Também parceira da ação, a Automatisa Laser Solutions, primeira empresa na América Latina a fabricar máquinas de corte e gravação a laser, leva para a feira a Dua Startup, que traz consigo o conceito de empreendedorismo necessário a este novo mercado. A máquina, que custa em torno de R$ 50 mil, tem 1,20m x 0,90m de área de trabalho e pode ser equipada com um ou dois cabeçotes de corte com potência nominais de 100, 130 ou 150W. “Com essa solução, grande parte dos materiais pode ser cortada e gravada e, embora essa seja uma máquina com o conceito “start”, pode produzir peças com mesmos níveis de qualidade que um equipamento industrial”, explica Joana de Jesus, CEO da empresa.

Outra máquina que os visitantes poderão ver no estande é a Dobracril 1000. Trata-se de uma das dobradeiras para acrílico lançamento da Digisolda, que compõe linha com cinco máquinas que oferecem áreas de dobras de 600 a 1000 mm para chapas de até 12mm de espessura. Segundo Marco Santos, diretor da empresa, o equipamento é bastante resistente e tem preço acessível, além disso, é muito prático: “A facilidade no manuseio de nossas dobradeiras vem de um mecanismo interno de ajuste da altura da resistência que possibilita o posicionamento de altura do filamento com um único toque, de forma simples e uniforme e sem precisar de qualquer outra ferramenta, assim o operador consegue elevar ou baixar a resistência da máquina usando apenas uma das mãos”, explica.


Veja Mais:

ACRILARIA
www.acrilaria.com.br
(11) 99971-5074

CASTCRIL
www.castcril.com.br
(11) 3062-0199

AUTOMATISA 
www.automatisa.com.br

(48) 3024-9500

DIGISOLDA
(41) 99841-6563 (What’sApp)

A Emporium Acrílicos, empresa associada ao Indac, de Bauru – SP, é reconhecida pelas criações de produtos e soluções para decoração e organização de ambientes.

O acrílico, como um material único por suas propriedades de luminosidade e infinita variação de cores, se destaca na produção de móveis – em especial as cadeira com formas moldadas e diferenciadas. No caso da Emporium, as cadeiras são fabricadas com chapas de acrílico de elevada resistência mecânica – sempre com um toque de criatividade e bom gosto.

A Emporium também tem investido em peças de acrílico decorativas para janelas e divisórias de restaurantes, os Cobogós. São itens de formas variadas e além de darem um aspecto moderno nos ambientes, também colaboram para reduzir o ruído no local, graças às propriedades de bloqueio sonoro do material.


Veja mais:

Emporium Acrílicos
www.emporiumacrilicos.com.br
Fone: (14) 3313-6605

 

 

Na dúvida entre o desejo de proteger e o de expor objetos que tanto amam, colecionadores têm encontrado no acrílico a solução ideal para deixar suas coleções à mostra, mas sem expô-las a riscos

Se tem uma coisa que um bom colecionar prima é pelo cuidado com sua coleção. Pode ser de carrinhos, selos, gibis, discos, moedas, miniaturas, relógios ou mesmo tampinhas de cerveja. Não importa o objeto. Aos olhos do dono, mesmo as coisas que parecem mais simples aos outros têm muito valor e é preciso preservá-las.

Mas, apesar do cuidado, expor esses itens e as histórias por trás de cada um deles faz com que essas pessoas consigam se realizar e dividir um pouco de suas paixões com a família, amigos e, por que, não, até mesmo estranhos em um museu. Isso acontece nas exposições permanentes do espaço Olavo Setubal, do Centro Itaú Cultural, em São Paulo, que reúne duas coleções do maior acervo de arte de uma companhia privada da América Latina – a Brasiliana Itaú e a Itaú Numismática. Por lá, cinco séculos da história do Brasil são contados através dos mais diversos tipos de objetos – de mapas, documentos e moedas a medalhas e caricaturas, entre tantos outros. E tudo exposto através de módulos, painéis, expositores e cúpulas de acrílico. “O acrílico é o material perfeito para proteger essas peças, já que é muito resistente. Também se adapta a qualquer produto e isso aumenta a liberdade para que o cliente decida como prefere expor sua coleção”, explica Diogo Bernardes, da CENTAURI ACRÍLICOS.

Segundo ele, a empresa, que já confeccionou expositores para diversos segmentos, os colecionadores de carrinhos e miniaturas são os que mais demandam projetos, geralmente de painéis com nichos. Mas estão longe de serem os únicos.

Carlos Rizzo, da ACRILARIA, concorda. Por lá, já fez mais de 200 bases com redomas e outros itens em acrílico para expor e proteger os mais variados objetos, de camisetas e chuteiras autografadas a carrinhos, barcos, quadros e até um buquê de noiva. “O atendimento nesse tipo de serviço é muito importante. Cada projeto tem uma necessidade diferente. Têm peças muito frágeis, outras que precisam de um suporte diferenciado ou mesmo de especificação do material ou de instalação que, quando considerados, a satisfação do cliente é de 100%”.

Os preços dos expositores em acrílico variam bastante, dependendo principalmente do tamanho da peça e da espessura do acrílico utilizado. No caso das redomas, pode ser de R$200 e ultrapassar os R$ 2.500.

A criação de peças para colecionadores também é bastante comum na EMPORIUM ACRÍLICOS, com sede em Bauru, interior de São Paulo. Por lá, já produziram porta moedas e cúpulas para instrumentos musicais, como guitarras, entre outras tantas peças. “Esse cliente busca um produto durável, fácil de limpar e manusear e que seja, sobretudo, transparente”, explica Kathia Almeida.

Ainda segundo Kathia, leve, bonito, resistente e fácil de limpar, o acrílico é um coringa e contribui para destacar qualquer exposição. Não tem colecionar que resista.

A atração de alguns colecionadores pelo acrílico vai além das peças expositoras. Às vezes o material dá vida inclusive às peças de coleções, como o tabuleiro de xadrez iluminado da MENAF, com peças em acrílico preto e cristal, e a reprodução da espada Justiceira da série de desenhos animados ThunderCats, da CENTAURI.

Se o cliente ficar na dúvida, o INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico – mantém o programa Acrílico em Ação. Por meio dele, ajuda o interessado a pensar seu projeto e a encontrar um transformador de acrílico indicado para cada caso. Tudo isso, gratuitamente. Contato: [email protected].

Veja mais:

ACRILARIA

www.acrilaria.com.br
(11) 9 9971 5074

CENTAURI ACRÍLICOS

www.centauriacrilicos.com.br
(18) 3625-3600

EMPORIUM ACRÍLICOS

www.emporiumacrilicos.com.br
(14) 3313-6605

MENAF 

www.menaf.com.br
(11) 2412-0081 

Acryflon é uma empresa 100% nacional que tem em seu DNA a criação de soluções para o mercado do acrílico.

Possui o maior catálogo de equipamentos para moldagem e dobra para acrílico.
Apresenta, por exemplo, soluções para dobras com ângulos abertos e espessura de chapas de 2 a 30mm.

Veja alguns exemplos:

Pressure Forming Vertical Hidráulica 5T

Máquina para moldagem de acrílico – completa, com duplo cilindro hidráulico, sopro e vácuo (para até 5 toneladas).

Forno para moldagem de termoplásticos

Forno completo para moldagem de acrílico com abertura pneumática, controle exato de temperatura e várias medidas projetadas.

Dobradeira curvadora de acrílico

Máquina completa para dobrar chapas acrílicas com até 20mm, com raios curtos e longos.

Máquina para DOMUS redondos até 600mm

Máquina para a moldagem de Domus – utilizados em decoração, comunicação visual e iluminação zenital.


Veja mais:

Acryflon – Automação
acryflon.com.br
(47) 3035-5564 – (47) 8464-6464

A Casa do Acrílico, uma das empresas transformadoras de chapas acrílicas mais tradicionais do Brasil, com sede no Rio de Janeiro e filial em Campinas – SP, revela  todo o seu expertise para o setor de e-commerce para acrílico. As lojas virtuais com produtos em acrílico vem se  multiplicando no mercado, mas poucas trazem tantas opções de produtos e por este motivo vale a pena uma visita no www.casadoacrilico.com.br. A empresa é também grande distribuidora de chapas plásticas.

A Casa do Acrílico é uma empresa tradicional do setor, com mais de 30 anos no mercado sendo uma das primeiras empresas a ter um show-room dedicado a produtos em acrílico. Uma empresa que atende desde do varejo a grandes consumidores de acrílico.

Conheça a Casa do Acrílico no Rio de Janeiro

Acesse: https://www.casadoacrilico.com.br

Fone: (21) 3970-7005

Conheça a Casa do Acrílico em Campinas

Acesse: https://acrilico.com.br

Fone: (19) 3728-2931

Produtos de luxo e de design exclusivo são uma boa alternativa

No mercado de peças acrílicas poucos nichos podem ser tão gratificantes e sólidos como a venda de produtos exclusivos e itens de luxo.

Com a difícil situação econômica dos últimos anos no país, pode ser constatado que a concorrência em segmentos tradicionais de produtos em acrílico, como comunicação visual, tem se deteriorado e feito com que as margens desses produtos se reduzam significativamente, trazendo profundas dificuldades financeiras nas empresas transformadoras.

Produtos de luxo e de design exclusivo são uma boa alternativa
Bandeja em Acrílico da Acrilaria.

Mas há no país nicho de mercado pouco atingido pela crise, como os artigos de luxo e de design assinados. Encontra-se, por exemplo, neste segmento, móveis em acrílico, itens de decoração, produtos que dão suporte a coleções de grande valor simbólico e financeiro entre outros. No entanto este nicho não se abre facilmente para qualquer empresa – exige elevado conhecimento técnico, apurados conceitos de design e atendimento diferenciado da venda até a manutenção das peças vendidas.

Este é o caso do Arquiteto, Professor do Curso Cose di Acrílico e responsável pela Acrilaria Carlos Gustavo Rizzo Jr.. Para Rizzo. os produtos devem atender ao anseio deste consumidor por exclusividade, em cada detalhe, assim como reforçar a marca que que está por trás da peça: “Além da qualidade do produto e todos os detalhes de beleza e qualidade técnica, o consumidor procura por uma marca que mantenha uma coerência deste a produção até o atendimento final” complementa.

Produtos de luxo e de design exclusivo são uma boa alternativa
Porta-controle remoto da Acrilaria.

O produto destinado a este nicho precisa ser pensando em cada detalhe, contemplando todos os aspectos do design, como forma, função, publico alvo, valor final e apresentação diferenciada. Deve ser, principalmente, um produto que ofereça satisfação para o cliente, como complementa Rizzo Jr. “Os produtos que criamos na Acrilaria são peças que as pessoas gostam de receber, presentear e compram para diversos ambientes e situações, como para ter em seu escritório ou em casa. Isso é muito gratificante.”

Outro fundamental aspecto para a atuação no mercado de design é saber como comunicar ao cliente os diferenciais dos produtos. Rodrigo Sanches, responsável pela empresa Ágora Interativa, especializada em marketing digital no mercado do acrílico nos dá algumas dicas: “Uma marca que pretende vender produtos de alto valor agregado necessita se posicionar como uma empresa que possua capacidade criativa e técnica. Deve investir na apresentação dos produtos com fotos de ótima qualidade e vídeos focados em cada detalhe, como se o cliente estivesse degustando a peça de forma prazerosa ao vivo. Precisa também inserir informações relevantes nas páginas do site ou e-commerce, fechando o ciclo de compra desde o momento mais emocional até a escolha racional.”

Produtos de luxo e de design exclusivo são uma boa alternativa
Mesa em Acrílico premiada da Acrilaria.

A entrada neste nicho pode ser uma excelente opção de negócio para muitas empresas que trabalham no setor de peças acrílicas, pois certamente conseguiriam ampliar a margem média e incentivar a melhoria do conhecimento técnico e na ampliação de opções de atuação que o acrílico proporciona.

Veja mais


Acrilaria – Design e Impressão em Acrílico

Ágora Interativa – Marketing Digital

O Indac participará da feira Internacional da Industria da Iluminação – Expolux 2018, de 24 a 27 de abril, das 10 às 20 hs no Expo Center Norte em São Paulo.

A Expolux chega a sua 16ª edição e é considerada o principal evento para as empresas de iluminação da América Latina. Apresenta tecnologias e tendências e produtos e serviços para lojistas, varejistas, especificadores, lighting designers, arquitetos, decoradores, engenheiros e técnicos.

Com estande na feira, o Indac reforça a divulgação e a importância do uso das chapas acrílicas na indústria da iluminação do país, contando com a exposição de peças ou produtos de seus associados.

Compareça e conheça o mundo da iluminação. Faça seu credenciamento pelo link: https://www.expolux.com.br/Credenciamento/

Apesar das crises econômica e política, o mercado de chapas acrílicas no país deve fechar 2017 com resultados positivos.

Foram vendidas 8.000 toneladas de acrílico em 2017, resultado 8% superior ao comercializado no ano de 2016, quando foram vendidas 7.500 toneladas segundo dados do INDAC – Instituto Nacional para Desenvolvimento do Acrílico.

O bom desempenho de 2017 quebra uma sequencia de três anos seguidos de queda – 2014 a 2016. Nestes anos, o setor viu as vendas despencando de 12.000 toneladas em 2013, para 10.500, 9.700 e 7.500, respectivamente.

Apesar do bom resultado, os produtores de chapas acrílicas nacionais não têm muito a comemorar. Isso porque, junto às vendas, cresceram também as importações. Tanto que, neste ano, elas ocupam a liderança do mercado, com 64% de participação. Ou seja, das mais de 8.000 toneladas de chapas acrílicas vendidas no país em 2017, 5.100 toneladas foram produzidas fora, longe das fábricas que geram emprego aqui no país. “Esse é um dado muito preocupante que precisa ser revertido urgentemente. Sem o produtor nacional todo o mercado e cadeia produtiva do acrílico ficam vulneráveis e tendem a morrer no país”, explica Carlos Marcelo Thieme, diretor-presidente do Indac.

Com demanda de menos de 3.000 toneladas por ano, os 18 produtores de chapas acrílica no país amargam ainda uma ociosidade de 12 mil toneladas. “Lutar pela maior proteção do mercado é importante, mas o setor precisa também assumir uma maior responsabilidade das vendas. Temos que juntar os elos que compõem essa cadeia e mostrar aos clientes as inúmeras qualidades do acrílico, plástico nobre e 100% reciclável”, conta Thieme, que completa: “Diversificar o leque de produtos, com medidas e cores menos comuns, e também de negócios, como têm feito algumas das nossas empresas associadas, têm sido alguns dos caminhos para evitar a concorrência nem sempre leal com produtos vindos de fora”, finaliza.

Muitas pessoas buscam dar um tom de modernidade e segurança para o seu banheiro adquirindo um box de banho transparente. E essa escolha acaba por ser feita na maioria das vezes pelos boxes de vidro temperado, que de fato são mais baratos que os projetos que utilizam acrílico verdadeiro.

Mas esta economia vale mesmo a pena?

O vidro é um material que além de mais pesado tem uma  transparência inferior ao acrílico, mas a principal característica que tem levado muitas pessoas a repensarem a sua escolha é a segurança, pois o vidro ao se quebrar acaba causando acidentes graves, cortando pela ação de seus estilhaços a pele da pessoa que estava manipulando o box. Já com o acrílico isso não acontece, pois caso venha se quebrar o material não se estilhaça e também é mais leve. Veja  a seguir alguns casos de infelizes acidentes ocorridos com box de vidro.

Veja a matéria completa: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Seguranca/noticia/2016/11/box-de-banheiro-quebra-fere-menino.html

Veja a matéria completa: https://bebemamae.com/bebes/box-do-banheiro-quebra-e-corta-rostinho-de-bebe

Veja a matéria completa: https://www.topmidianews.com.br/reporter-top/alerta-vidro-temperado-em-banheiro-quebra-sozinho-e-deixa-bebe-ferido/40028/

Box de Acrílico, satisfação e segurança

Mais um box CRYLIC em acrílico legítimo instalado em São Paulo. Desta vez Sr. Sebastião, residente no bairro de Interlagos, desafiou o tradicional e optou por acrílico de 8 mm de espessura, na cor vermelha transparente para ambientar seu banheiro de forma particular.

O box do Sr. Sebastião tem 110 cm de extensão por 180 cm de altura, com todas as bordas revestidas com perfis de alumínio, visando deixar o acrílico rígido e sem flexão durante o uso. As chapas acrílicas, produzidas pela Castcril, possuem características próprias para ficarem mais rígidas do que as chapas comercializadas usualmente.

Os box em acrílico são mais caros que os de vidro, no entanto, sua vida útil é enorme e são muito mais seguros pois simplesmente não quebram.

O box CRYLIC é muito seguro e não estilhaça como o vidro. Os possíveis riscos são facilmente eliminados com polimento doméstico, utilizando-se polidores de madeira e flanela limpa e seca.

O grande inimigo dos box em acrílico são os limpadores com base em solventes, principalmente o álcool. Assim, para manter o box CRYLIC sempre novo, basta lavar com água e sabão.

 

Alívio de Tensões

O tratamento para “distencionar” o acrílico cast e extrusado é importante antes e depois do processo de transformação, visando eliminar as fissuras ou crazing que aparecem. De acordo com o engenheiro Fábio Fiasco, proprietário da Sinteglas, especializada em colas, todas as chapas acrílicas, inclusive as extrusadas a partir da resina de PMMA, com diferentes graus de intensidade, carregam tensões internas ou residuais resultantes dos efeitos térmicos de seus processos de fabricação. Para aliviar as tensões do acrílico são empregados dois processos distintos:

Normalização (normalizing)

Processo de tratamento térmico utilizado para chapas ANTES de serem transformadas (usinagem, moldagem ou colagem). Neste procedimento, as chapas (como fabricadas) são aquecidas uniformemente a uma temperatura acima de seu ponto de transição (entre 138 a 140°C) até que se garanta o completo relaxamento das tensões existentes. Depois, se dá o resfriamento lento até a temperatura ambiente em uma proporção que evite a reintrodução de tensões. Nas aplicações mais críticas exige-se a normalização independente da intensidade das tensões internas presentes no material.

Recozimento (annealing)

Processo de tratamento térmico utilizado para aliviar as tensões APÓS o material sofrer qualquer transformação (usinagem, moldagem ou colagem). Para o uso comum das chapas cast, é permitido que o alívio das tensões presentes  no material original, quando esse for de baixa intensidade, seja negligenciado  dispensando o processo de normalização.

No entanto, as tensões térmicas e mecânicas decorrentes da transformação e usinagem do material, principalmente as que precedem a colagem, não podem ser desprezadas, pois são justamente as responsáveis pelas falhas de aparência e resistência. Vale lembrar que, por utilizarem solventes, a colagem e a impressão com tintas atacam a superfície do acrílico evidenciando e intensificando o efeito  crazing. Neste caso, é necessário fazer o  recozimento. Esse tratamento térmico é realizado com temperaturas abaixo da temperatura de transição. São três etapas consecutivas:

  • a) O componente é aquecido lentamente até a faixa de temperatura entre 87ºC e 93ºC.
  • b) Essa temperatura é mantida por um tempo “T” determinado (patamar).
  • c) Depois o material é resfriado lentamente para evitar a reintrodução de tensões ou deformações térmicas.

a) Aquecimento

Carregar a peça na estufa com temperatura ambiente. A temperatura do ar circulando dentro da estufa não deve aumentar mais que 18ºC/hora até atingir a temperatura selecionada (conf. tabela).

Tabela para condições de recozimento de peças moldadas (conformadas por calor):

Alívio de Tensões (distencionamento) de Chapas Acrílicas

c) Resfriamento

O tempo de resfriamento não deve ser menor que o tempo utilizado no patamar, ou assegurar um gradiente de resfriamento de pelo menos 12°C / hora. A temperatura do ar circulante na estufa deve permanecer dentro de uma variação não superior a ± 3ºC da temperatura selecionada na tabela acima.

b) Patamar de temperatura constante

Na prática, o tempo de recozimento (annealing) – “T” em horas, pode ser determinado como sendo igual a espessura da chapa – em mm. Assim, uma chapa de 3,0 mm deve permanecer por 3 horas na temperatura descrita pela tabela a seguir:

Considerações

Para as chapas extrusadas as condições de tempo e temperaturas para operações de alívio são diferentes e devem ser consultadas junto ao fabricante do material.

As operações de alívio de tensões só devem ser realizadas em estufas de circulação de ar com controle preciso e com variações não superiores a ±3ºC para o diferencial de temperatura no espaço entre as prateleiras.

As estufas adequadas devem possuir dutos com trocadores de calor ou resistências blindadas. O ventilador deve ter capacidade de suprimento de ar a uma velocidade de aproximadamente 100m/min. Podem ser estufas elétricas ou a gás e, neste caso, com trocadores de calor para evitar circulação de produtos combustíveis no espaço aquecido.

No Brasil são raríssimos os casos em que são requisitados ou especificados alívio de tensões (recozimento) para produtos fabricados em acrílico. No exterior, entretanto, existem empresas especializadas em executar esse serviço.

Para comprovar a eficácia do tratamento de recozimento utilizam-se placas Polaroid (ou o efeito de luz polarizada) e a conclusão é baseada na experiência prática do avaliador sendo, portanto, um critério sem caráter científico que deve ser amplamente discutido entre fornecedor e cliente.

O Indac – entidade que tem como missão gerar negócios para as empresas associadas e divulgar o uso correto do acrílico, além da preservação do valor a livre iniciativa dos negócios no país, alerta a consumidores e empresas do setor do acrílico a concorrência desleal gerada por ações na Internet.

Dentre as práticas condenáveis e ilegais, inclusive com indenizações já impostas pela Justiça brasileira, o desvio de clientes na utilização de marcas concorrentes como palavras-chave nos links patrocinados do Google, gerando danos materiais e morais à marca copiada.

A empresa titular do nome ou de sua marca, cujo prestígio se constrói ao longo de muitos anos de dedicação e investimento, se vê desprotegida pela usurpação por quem não preza pela qualidade do seu próprio nome ou produto, nem se preocupa com o consumidor que está sendo ludibriado.

Outra atitude deplorável e muito comum no setor de acrílico é o uso de imagens de peças de empresas concorrentes, refletindo o total desprezo de quem copia, pelo trabalho de desenvolvimento de produtos. Evidente que quem copia tem preços e qualidade menores, pois não possui uma estrutura de criação e prototipagem das empresas que fazem a diferença no setor, buscando inovação diariamente.

Também não é recomendado a compra de diversos domínios que não tem relação com a sua marca, que são fruto de termos de buscas de um único produto (exemplo: www.displaydeacrilico.com.br) e que remetem todos a um único site/domínio (www.seusite.com.br). Esta prática é irregular segundo o Google e pode fazer com que o seu site principal seja excluído com os demais do banco de dados do buscador, causando muitos transtornos.

Como consumidores que todos somos, devemos preservar pelo ambiente de concorrência leal, no entanto, o Indac se coloca à disposição para denuncias que ocorram no setor, através do link: https://www.indac.org.br/ouvidoria-do-acrilico/

A Arquiteta e |Designer  Vanessa Peretti sempre viu no acrílico muitas possibilidades para viabilizar uma das linhas de seus projetos artísticos. E durante a segunda edição do Salão do Acrílico pôde obter as informações técnicas que faltavam para a criação de seus projetos, com a ajuda de Eduardo Fiasco da Sinteglas.

Desde então as possibilidades de diferentes cores e facilidade de transformação tem auxiliado em seus diferentes projetos, como conta Peretti: “Devido as suas características físicas de alto brilho e flexibilidade de transformação, o material me permite demonstrar a minha expressão como artista e designer através de sua plasticidade e cromaticidade”.

Trazemos ao site do Indac alguns exemplos de suas criações, para que inspirarem outros arquitetos e designer a usarem o acrílico como material principal de seus projetos.

Bandeja Bollifield (campo de futebol)

Bandeja em acrílico, assinada, cortada a laser e montada manualmente (técnica semelhante a marchetaria).

Design temático inspirado num campo de futebol. – Premiada no 3º Prêmio Design em Acrílico dezembro 2013 – Design exclusivo by Vanessa Peretti

Destalhes da Bandeja Bollifield (campo de futebol)

Painel Bollidream (sonhador)

Painel em acrílico, assinado, cortado a laser e montado manualmente (técnica semelhante a marchetaria) com suporte para pendurar na parede.

Veja mais


Vanessa Peretti
www.vanessaperetti.com.br

Instagram: @vanessafperetti

Fórum Acrílico 2017

O Indac em parceria com a feira “Serigrafia Sign Future Textil” apresentam o Fórum Acrílico Sign 2017.

Neste fórum o Acrílico é o tema principal, trazendo dicas práticas para alavancar os seus projetos de comunicação visual.

Veja a seguir a programação do evento:

Programação de Palestras

  • A comunicação moderna e valorizada com acrílico – João Orlando (Indac – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico);
  • Técnicas de dobragem e usinagem com tupia para construção de comunicação visual com qualidade – Alexandre Paschoalino (VP Máquinas);
  • Aspectos de design para valorizar a comunicação visual – Carlos Rizzo Jr. (Acrilaria);
  • Definições de equipamentos adequados para corte e gravação a laser e routers em acrílico e outros plásticos – Leandro Sartori e Luan Martins (Engraver);
  • Onde e como utilizar cada tipo de chapa plástica em comunicação visual – Marcel Jr. (Actos);
  • Colagem de comunicação visual em acrílico, por capilaridade, de topo, laminação e de 45°, com colas especiais – Eduardo Fiasco (Sinteglas).
AVISO IMPORTANTE
Durante a realização do Fórum Acrílico SIGN 2017, a feira Serigrafia SIGN FutureTEXTIL ainda não estará aberta à visitação, abrindo apenas a partir das 13h00. Aqueles que chegarem para o Fórum do Acrílico sem terem efetuado inscrição previa não poderão participar do mesmo.

Data e Horário

Data: 13 de julho
Horário: das 10 às 13:30hs
Entrada no evento a partir 9:45hs

Local

Expo Center Norte
Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme
São Paulo – SP – CEP: 02055-000

EVENTO GRATUITO

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Organizador em Acrílico para Jóias

Versáteis, duráveis e bonitos, os organizadores de acrílico vão bem em qualquer ambiente, até no carro.

Manter ambientes organizados, mesmo aqueles aos quais poucas pessoas têm acesso, é uma tarefa árdua. Mas, o uso de alguns itens tem facilitado bastante a vida de muita gente, seja em casa, no trabalho ou em lugares compartilhados, como transporte e quartos de hotéis. Os organizadores são ferramentas fundamentais e que facilitam demais o dia-a-dia das pessoas, conta Daisy Khappaz, fundadora do Hubby, uma grife de organização que, por meio do site www.huby.com.br comercializa diferentes itens, todos feitos em acrílico. “Eu amo o acrílico, o material permite que as peças sejam confeccionadas conforme a necessidade de cada cliente e personalizadas uma a uma. Além disso, acho lindo e muito prático de mantê-lo e, quando transparente, ainda nos permite visualizar tudo o que está dentro”, explica.

Organizador de Maquiagem em Acrílico
Organizador de Maquiagem em Acrílico

Para Hélvio Shikasho, gerente geral da Menaf, empresa que está no mercado há 35 anos, o acrílico além de ser um material nobre e bonito, apresenta maior durabilidade e, desde que conservado adequadamente, consegue manter o aspecto de produto novo indefinidamente. Não por menos, o material é bastante utilizado em diversos setores que optam, inclusive, por projetos personalizados e exclusivos. “Basta o cliente idealizar o produto que nós faremos à execução”, explica.

Organizador em Acrílico
Organizador em Acrílico da Acrilaria

E não apenas donas de casas ou profissionais de escritórios têm optado pela beleza e versatilidade dos organizadores de acrílico. A Acrinox, que há 15 anos atua em Brasília e mais recentemente vem expandindo sua marca para todo o Brasil, tem hotéis, bares e restaurantes centre os clientes. Para eles, as possibilidades de oferecer um design mais arrojado e de inserir logomarcas nos produto, além da transparência, são outras características que contam a favor do acrílico. O projeto de amenities do Athos Bulcão, para o Brasília Palace, feito com exclusividade pela Acrinox, única empresa com autorização para confecção da peça, é um belo exemplo deste trabalho, conta Wanessa Silva, da Acrinox.

Organizador de Maquiagem em Acrílico

Os organizadores de acrílico estão facilitando e tornando mais bonito o dia-a-dia até dentro de carros. A Acrilzano, empresa carioca, com mais de 23 anos, já produziu e comercializou mais de 5.000 organizadores para veículos usados no transporte de clientes, como Uber ou mesmo taxis. Com o aumento, no final de 2015, de motoristas particulares conectados a aplicativos como o Uber e querendo oferecer aos seus passageiros tratamento diferencial, a empresa percebeu a necessidade e desenvolveu uma peça que permite expor, ao cliente, água e guloseimas. “Hoje, o produto conta com três versões e representa 30% do nosso faturamento”, conta Diego Ceciliano, da Acrilzano.

Organizador em Acrílico

Segundo ele, o acrílico permite que a empresa transforme a criatividade dos clientes em algo concreto. “Quando falamos em organização usando um produto de acrílico, falamos também em exposição. Logo um organizador de acrílico também é um expositor. Sua beleza e nobreza e nos faz admirar o cuidado com que os produtos estão sendo organizados e expostos”, finaliza.

Organizador em Acrílico para Escritório
Organizador em Acrílico para Escritório da Centauri Acrílicos.


Veja as empresas associadas ao Indac que produzem Organizadores de Acrílico

Acrilzano
(21) 3372-3797
www.acrilzano.com.br

Acrilaria
(11) 99971-5074
www.acrilaria.com.br

Acrinox
(61) 3202-7577
www.acrinox.com.br

Menaf
(11) 2412-0081
www.menaf.com.br

No Brasil, ao menos por enquanto ainda não é muito vasta a gama de aplicações nas quais o acrílico é utilizado em volumes massivos. Seu polímero PMMA (polimetacrilato de metila), por exemplo, tem aqui emprego mais intensivo na fabricação de algumas autopeças – como lanternas traseiras – e em setores demandantes de quantidades menores, como a produção de utilidades domésticas. Já o monômero MMA (metacrilato de metila), além fazer parte de formulações de tintas e vernizes – entre outras aplicações –, é ainda polimerizado diretamente no processo de produção de chapas, quase sempre vendidas no mercado nacional para basicamente três setores: comunicação visual, indústria moveleira e da iluminação.

E todos esses mercados usuários de acrílico vêm sendo duramente impactados pela difícil conjuntura econômica do país. Há pelo menos três anos, as montadoras de veículos registram reduções acentuadas nas vendas. E o consumo de chapas de acrílico, informa o Indac (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), no ano passado teve queda bastante expressiva – 22%, relativamente a 2015 – e com esse tombo chegou ao nível mais baixo dessa década (ver quadro abaixo). Para este ano, há perspectivas mais favoráveis, se não ainda de incremento, ao menos de estabilização nos negócios com chapas de acrílico, cujo consumo, a médio e longo prazo, pode intensifi car-se inclusive pelo maior aproveitamento em áreas nas quais elas ainda são pouco utilizadas: por exemplo, na construção civil.

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Nos Estados Unidos, ressalta João Orlando Vian, executivo do Indac (entidade representativa dos fabricantes de chapas), coberturas e outros artigos já tornam a construção civil responsável pelo consumo de aproximadamente 30% das chapas de acrílico. Mas, no Brasil, ele complementa, as coberturas são feitas preferencialmente com policarbonato, tanto em chapas alveolares quanto compactas.

As chapas alveolares de policarbonato, especialmente, graças a seus custos menores, são comuns nessa aplicação. “Mas esse material é impróprio para coberturas, pois acumula sujeira, prejudicando a transparência e a beleza do ambiente”, argumenta Vian. Nem mesmo a chapa compacta de policarbonato, ele prossegue é a opção mais indicada: “Nesse caso, policarbonato e acrílico têm custos parecidos, mas o acrílico tem muito mais resistência aos raios ultravioleta do sol, e no mercado norte-americano é muito mais usado em coberturas”, acrescenta Vian.

Diógenes Duarte, coordenador de vendas da Bérkel, empresa que comercializa no Brasil as chapas de acrílico da empresa norte-americana Lucite, além de produzir chapas próprias, referenda essa informação de uso mais intenso, nos Estados Unidos, do acrílico como material para confecção de coberturas. Mas ele considera difícil essa aplicação se consolidar também no Brasil, não por problemas de desempenho, mas sim por uma “questão cultural”, associada à maior exigência dos consumidores nacionais por garantia contra quebra.

O acrílico, explica Duarte, tem garantia de dez anos contra amarelecimento, mas não recebe garantia contra quebra, embora nas próprias instalações da Bérkel, em São Bernardo do Campo-SP, exista uma cobertura de acrílico intacta após mais de dez anos de uso, sem nunca ter exigido nenhum reparo mesmo tendo sido submetida a fortes chuvas de granizo. Já o policarbonato – que a Bérkel também comercializa –, além da garantia contra amarelecimento conta ainda com garantia de até dez anos contra quebra (assim como no caso do acrílico, a garantia contra o amarelecimento do policarbonato abrange somente chapas na cor cristal). “Isso faz com que o mercado utilize mais o policarbonato”, pondera Duarte.

Ao menos em algumas outras aplicações, as chapas de acrílico vêm ganhando espaço na construção civil, observa Maximilian Yoshioka, diretor comercial da unidade de acrílicos e emulsões da Unigel. Algumas delas: portas, painéis, parapeitos e guarda-corpos, nas quais, em escala crescente, ele substitui o vidro. “Além de oferecer possibilidades estéticas diferenciadas, a grande vantagem do acrílico está em proporcionar mais segurança em relação ao uso do vidro nessas aplicações”, compara diferenciadas, a grande vantagem do acrílico está em proporcionar mais segurança em relação ao uso do vidro nessas aplicações”, compara.

A Unigel, diz Yoshioka, atende clientes que operam em vários segmentos, incluindo construção civil, automotivo, agricultura, têxtil, mineração, eletrônica, embalagens e health care, construindo uma sólida relação com os maiores fornecedores e usuários finais na indústria petroquímica na América Latina e utilizando tecnologia avançada para fornecer soluções e produtos inovadores. É o maior produtor da América Latina de acrílicos e também de estirênicos, sendo a única produtora de acrilonitrila e MMA na região, controlando fábricas no Brasil e no México. Além de MMA, resinas de PMMA e chapas cast – hoje fabricadas por ela apenas no Mé- xico –, seu portfólio de acrílicos inclui produtos para várias outras aplicações, como indústria eletrônica, tratamento de água, tintas, fibras, solventes e mineração, entre outras.

Evolução em processos

Outros produtos, além das chapas convencionais já empregadas em itens como coberturas, parapeitos e divisórias, podem contribuir para integrar mais incisivamente o acrílico ao mercado da construção civil. Um deles, denominado ‘superfície sólida’, com origem no México, vem sendo trazido ao Brasil pela Oswaldo Cruz Química, e é composto por acrílico e agregados minerais (pó de granito, por exemplo). Um possível uso desse material é a produção de pias, onde ele pode substituir o próprio granito. Marcelo Thieme, diretor de novos negócios da Oswaldo Cruz e, a partir deste ano, também presidente do Indac, lista diversas características favoráveis às superfícies sólidas em pias e aplicações similares: “Elas são muito higiênicas, pois não são porosas, possibilitam o trabalho com cores muito bonitas e podendo assumir várias formas”, explica. Ainda no mercado do acrílico, a Oswaldo Cruz Química distribui o monômero MMA, matéria-prima para as chapas, que no Brasil hoje são produzidas apenas pelo método denominado cast, similar à fundição (existem outros métodos, como a extrusão). E os fabricantes de chapas, afirma Thieme, buscando mais produtividade e redução de custos, vêm investindo bastante na evolução da tecnologia cast, com medidas como a substituição da água utilizada para aquecer as chapas – para a polimerização do MMA – por alternativas como vapor ou ar quente, buscando abreviar o tempo do processo e diminuir seu custo. “Também se deseja automatizar mais as operações, pois a produção de acrílico ainda usa muita mão de obra”, acrescenta Thieme Vian, do Indac, observa que o processo cast com aquecimento por água é mais simples na instalação e na operação, exigindo basicamente um tanque com água aquecida, e por isso é o mais utilizado pelos fabricantes de menor porte. Mas já ocorre no Brasil uso significativo também do vapor d’água com o objetivo de polimerizar mais rapidamente as chapas no interior de autoclaves ou estufas. “A capacidade de produção de chapas atualmente instalada no Brasil é de cerca de 15 mil toneladas por ano, deve estar igualmente divida entre essas duas possibilidades”, estima.

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Existem variações no próprio mé- todo cast, como o processo continuous cast, com o qual são produzidas as chapas Lucite, trazidas ao Brasil pela Bérkel. Diferentemente do método tradicional, no qual as chapas são produzidas uma a uma, essa tecnologia trabalha em processo contínuo, produzindo uma chapa única posteriormente cortada nas dimensões desejadas. Ela exige espaços muito grandes, mas, de acordo com Duarte, reduz praticamente a zero as variações na espessura da chapas. “Com menor variação na espessura, as chapas tornam muito mais precisa a montagem de peças que exijam colagem, encaixe ou moldagem”, destaca Duarte. Além de gerar chapas, o acrílico é utilizado também na forma de resinas (que, pelas estimativas de Vian, do Indac, no Brasil consomem quantidades de acrílico similar às das chapas). Até por sua escala, o setor automobilístico é o principal usuário dessas resinas, empregadas ainda nas indústrias náutica e a aeronáutica, e na fabricação de utilidades domésticas como copos, pratos e jarras.

A indústria aeronáutica vem recebendo investimentos crescentes da multinacional Evonik, que anunciou o início da operação, no começo do próximo ano, de uma planta de produção de acrílico específica para esse setor, que utiliza esse plástico em janelas de cabines e cockpits de aviões e helicópteros. Na nova planta, em Weiterstadt, na Alemanha, a Evonik poderá produzir, em grandes dimensões, chapas tipo stretched, que podem ser entendidas, em linhas gerais, como chapas cast submetidas a uma espécie de esticamento, com o qual elas adquirem maior resistência química e a impactos, para se adequarem aos rígidos quesitos dos fabricantes de aeronaves.

Já na indústria automobilística, resinas de PMMA são injetadas por empresas como a Arteb para produzir lanternas traseiras, difusores de lanternas de leitura e lanternas de placa de identificação dos veículos. Jarbas Enzenberg, gerente executivo de processos da Arteb, elogia a evolução registrada nos últimos anos por esse termoplástico em quesitos como processabilidade, resistência térmica e resistência ao impacto. “Nas lanternas traseiras, o acrílico não tem concorrente direto, devendo manter-se como material de maior aplicação para as lentes”, prevê Enzenberg.

Projetando a retomada

Um conjunto de apenas três setores – comunicação visual, indústria moveleira e indústria da iluminação – gera aproximadamente 90% da demanda dirigida aos provedores de chapas de acrílico instalados no Brasil. Assim, não há como esperar um movimento de incremento dos negócios antes que mercados se aqueçam; entre eles, especialmente o da comunicação visual, que sozinho recebe cerca de 60% das chapas de acrílicas comercializadas no país.

Subdividida em quatro principais segmentos – comunicação externa, material de ponto de venda, sinalização e comunicação interna – e premida pela crise econômica nacional, essa atividade nos últimos anos diminuiu sua demanda não apenas por realizar quantidade menor de projetos, mas também porque considerou mais atentamente a possibilidade de uso de materiais alternativos e de menor custo, como poliestireno e madeira MDF, para viabilizar os contratos em andamento.

Por uma chapa de poliestireno, compara Vian, paga-se apenas 30% do que custa uma chapa de acrílico, enquanto o MDF é inúmeras vezes mais barato. “Mas esses são materiais para comunicação visual sem destaque, enquanto acrílico é usado para valorizar a marca do anunciante”, argumenta o representante do Indac.

Segundo ele, os negócios no mercado brasileiros de chapas de acrílico não deverão registrar grande evolu- ção no decorrer de 2017: “Este ano estamos trabalhando e torcendo para eles não caírem mais; se conseguirmos atingir o mesmo volume registrado no ano passado já estará bom”, avalia o executivo do Indac.

Mais otimista, Thieme crê na possibilidade de alguma expansão nos negócios com chapas no decorrer deste ano: “Esse é um mercado muito sensí- vel a mudanças na economia, pois seu grande cliente é o marketing, e quando há melhorias no cenário econômico – como já vem acontecendo –, as empresas rapidamente investem mais em marketing e em comunicação visual”, justifi ca.

Duarte ressalta a meta mais ousada da Bérkel. “Pretendemos este ano incrementar nossos negócios entre 20% e 30%”. Ele lembra que todos os setores usuários de chapas de acrílico reduziram sua demanda por causa da crise econômica dos últimos anos, em um movimento no qual a queda em um mercado afetava também outro. “No setor da iluminação, por exemplo, a demanda caiu também pela retração nos negócios da construção civil, usuária importante dos artigos dessa indústria”. Mas a recuperação dos negócios, crê Duarte, também deverá ser generalizada, não fi cará restrita apenas aos três principais mercados consumidores de chapas de acrílico. “Prevejo recuperação também em setores como a produção de púlpitos de igreja, que consomem chapas mais espessas”.

Yoshioka, da Unigel, também crê na expansão da demanda brasileira por acrílico em 2017, em todas as vertentes de mercado em que atua: emulsões, chapas, fibras e resinas para a indústria automobilística. E afirma que a Unigel trabalhará de maneira bastante incisiva para fortalecer ainda mais sua presença como fornecedora de MMA para a fabricação de chapas de acrílico. “Esse segmento tem muito potencial de crescimento no Brasil”, salienta. A própria Unigel vende no mercado nacional algumas chapas de acrílico cast que ela fabrica em sua operação mexicana. “Focamos nossa atuação nas chapas premium, destinadas, por exemplo, à produção de mobiliário residencial e comercial de alto valor agregado”, especifica.

concorrência com importados – Se no segmento da comunicação visual o fortalecimento da concorrência com materiais mais baratos pode ser efeito conjuntural da crise econômica, em outros mercados esse confronto parece ter se estabelecido em moldes mais duradouros. É o caso, por exemplo, dos boxes de banheiro, onde o poliestireno ocupou boa parte de uma demanda há muitos anos atrás atendida por acrílico. “Mas o poliestireno é muito menos resistente e, portanto, menos seguro”, enfatiza Vian.

O Indac, aliás, divulga informações destinadas a ajudar o consumidor a diferenciar boxes feitos com esses dois materiais, até porque o poliestireno pode prejudicar o acrílico não apenas ocupando parte de seu mercado, mas também afetando sua imagem: “Frequentemente recebemos aqui na entidade queixas de consumidores reclamando porque alguém se feriu em um box que eles achavam ser de acrílico – Em 2016, a importação atendeu a 55% da demanda brasileira por chapas No Brasil, a indústria da comunicação visual consome cerca de 60% das chapas de acrílico; mobiliário e iluminação consomem outros 30%; e o restante vai para outras aplicações, como brindes, troféus, púlpitos e caixas, entre outras Em média, o consumo per capita de chapas de acrílico atinge 40 gramas / habitante/ano no Brasil. No México, esse índice chega a 120 g/hab/ano; nos EUA, atinge 900 g/hab/ano, e na Itália – país de maior consumo -, supera 1,1 kg/hab/ano Fonte: Indac quem o montou escreveu isso na nota fiscal –, mas que na verdade era de poliestireno”, conta Vian.

Fabricantes de chapas sediados no Brasil travam ainda um acirrado confronto com a importação, que no ano passado atendeu a mais de 50% da demanda do mercado. Somando-se a esse confronto o desaquecimento verificado no mercado interno, pode-se talvez entender por que a Unigel encerrou em 2016 a sua produção local de chapas de acrílico, mantida apenas na unidade mexicana.

A Bérkel, que também produz chapas, hoje realiza algo entre 85% a 90% de seus negócios com a venda de produtos importados. “O custo de produção no Brasil é muito elevado e conseguimos ter importados com preços competitivos com os produtos nacionais porque compramos grandes quantidades”, justifica Duarte

A principal desvantagem dos produtores brasileiros no confronto com os importadores de chapas de acrílico, diz Vian, do Indac, não é o câmbio muitas vezes favorável às compras no exterior, mas o oneroso e complexo sistema tributário nacional. “Muitas vezes as importações são feitas via Santa Catarina, onde o ICMS é de 4%, e de lá o material é levado para outros estados sem a devida quitação das diferenças tributárias que deveriam ser recolhidas em outros estados”, relata Vian, lembrando que no Estado de São Paulo o ICMS para esse produto chega a 18%.

Thieme, da Oswaldo Cruz Quí- mica, vê nos produtores brasileiros de chapas de acrílico interessados em enfrentar a feroz concorrência internacional a busca pela integração a seus portfolios de valores como a diferenciação e especialização. E cita, como um primeiro patamar de diferenciação, a oferta de gama muito mais diversificada de cores, pois as chapas importadas geralmente chegam ao Brasil apenas nas versões cristal, branca, preta e fumê. “Mas há clientes, como um banco, ou uma grande rede de lanchonetes, que desejam cores específicas”, comenta.

Outro fator de diferenciação, prossegue Thieme, pode decorrer da oferta de produtos com características adicionais, como o chamado ‘acrílico fantasia’, cujas chapas são recheadas como elementos decorativos: folhas, por exemplo. E há ainda a possibilidade de agregar características adicionais de desempenho, como maior resistência a riscos, ou períodos maiores de resistência à luz UV. “Essas características são importantes para mercados como construção civil, por exemplo, e podem ser obtidas mediante melhorias na polimerização, aditivos, copolimerização”, finaliza Thieme.

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Fonte desta matéria:

Revista Plástico Moderno

Autor: Antonio Carlos Santomauro

O esqueleto gigantesco de uma baleia corcunda presa no teto recebe os visitantes no maior aquário marinho da América do Sul, que abriu suas portas em novembro de 2016, em pleno coração da revigorada zona portuária do Rio de Janeiro.

Até agora, a cidade que recebe anualmente cerca de 9 milhões de turistas nacionais e estrangeiros, não contava com um aquário, mas esta dívida agora foi paga. Localizado em uma área revitalizada pelos Jogos Olímpicos de 2016, em um prédio de 5 andares, 26 mil m² e 4,5 milhões de litros de água salgada – equivalentes a duas piscinas olímpicas – “o AquaRio quer oferecer ao público uma sensação de imersão total”,  explica o biólogo marinho Marcelo Szpilman, criador da nova atração no Porto-Maravilha.

Aquário Marinho no Rio de Janeiro

A imensidão das águas azuis claro-escuras e uma iluminação tênue fazem com que o visitante se sinta no fundo do mar ao longo dos corredores por onde se sucedem 28 aquários.

O AquaRio está instalado em um prédio de 1914, onde era a Companhia Brasileira de Armazenamento. A estrutura foi revitalizada e algumas das paredes de tijolos ficaram à mostra. O projeto é do arquiteto Alcides Horácio Azevedo e foi construído pela Kreimer Engenharia. A área foi cedida pela Prefeitura do Rio pelos próximos 50 anos.

Aquário Marinho no Rio de Janeiro

Dormindo entre tubarões

Mas a atração principal é um túnel construído com chapas acrílicas de 26 metros de extensão, 3 de altura e 2 de largura. Situada 7 metros abaixo do nível d’água, a passagem está sujeita a uma pressão de 3,5 milhões de litros de água. É possível interagir visualmente com os peixes e se sentir realmente submerso. Alguns eventos já ocorreram no local, como um desfile de moda; outros, por sua vez, são os sugeridos pelo próprio estabelecimento: como o de dormir com os tubarões; crianças a partir de 6 anos e adultos poderão dormir sob o acrílico como se estivessem deitados no fundo do oceano.

Aquário Marinho no Rio de Janeiro

Em todos os tanques existem telas LED que dão informações sobre as espécies e seu habitat. O AquaRio exibe 3.000 peixes de 350 espécies diferentes, entre os quais cerca de 40 tubarões, como o tubarão gata, que pode chegar a 4,3 metros e pesar 400 kg.

Aquário Marinho no Rio de JaneiroO aquário tem uma capacidade máxima de 8.000 peixes e 90% dos animais do AquaRio foram capturados na natureza e são os pescados no litoral brasileiro para consumo da população local.

A água do aquário é bombeada no alto-mar à altura da praia de Ipanema através de navios e depois passa por canalizações e é constantemente vigiada e tratada.

O projeto foi construído em quatro anos com um orçamento de 130 milhões de reais (41 milhões de dólares), bancados totalmente pela iniciativa privada.

O AquaRio Abre todos os dias da semana e pode receber 1.000 pessoas por hora.

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A impermeabilização

Um dos grandes desafios da obra do AquaRio foi assegurar a impermeabilização e aumentar durabilidade dos 28 tanques. A solução especificada pela Kreimer Engenharia, que assina a construção desse que é o maior aquário da América do Sul, foram os aditivos empregados na mistura do concreto das estruturas dos tanques, recebendo tratamento de cristalização integral.

 

A tecnologia da cristalização integral tem, em sua formulação, compostos químicos que reagem com a umidade e com os produtos da hidratação do cimento, formando uma estrutura cristalina insolúvel nos poros e capilares da mistura. Com isso, o concreto se torna permanentemente selado contra a penetração de água ou de outros líquidos em qualquer direção. Como o aditivo reage com a água, qualquer fissura que venha a surgir futuramente na estrutura acaba selada.

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Veja o vídeo sobre este incrível aquário em acrílico


Endereço: Praça Muhammad Ali, Gambôa – Rio de Janeiro / RJ

Horário de funcionamento: de 10h às 18h

Ingressos a R$ 80,00, R$ 60,00 e R$ 40,00 (para crianças e estudantes).

Site: https://www.aquariomarinhodorio.com.br

Apresentação no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCb3Cn1WtkrEl59S7-Nk_qyg


Acrílico no Rio de Janeiro: 

Casa do Acrílico
www.casadoacrilico.com.br

Uma empresa especializada em comunicação visual do Reino Unido – Sign Here, foi escolhida pela agencia de design – Mynt, para produzir um logotipo da marca Adidas, utilizando chapas acrílicas e iluminado internamente. O logotipo foi utilizado em um estande de exposição de 520 m2 na Bread and Butter, uma feira internacional de Modern Urban Lifestyle, realizada em Berlim, na Alemanha.

Uma máquina CNC foi usada para cortar a chapa de acrílico de 5,0 mm de espessura visando criar as faces e contornos do logotipo da Adidas. Os vinis translúcidos azuis, da cor exata da marca, foram aplicados às faces e às bandejas traseiras, sendo utilizados 160 módulos de LEDs, visando iluminar amplamente as faces e os contornos do logo.

Para facilitar a instalação, a empresa transformadora forneceu um módulo de fixação para permitir que os instaladores no local alinhassem facilmente com barras de fixação pré-perfuradas. O logotipo final da Adidas mediu 3.148 x 3.061 mm.

Para ver o estande da Adidas sendo construído durante a feira, assista o vídeo neste link: https://vimeo.com/70951041 ou dê uma olhada em mais estudos de casos que aproveitam o potencial criativo das chapas acrílicas no AcrílicoTV: https://www.indac.org.br/category/acrilico-tv/


Conheça as empresas que podem lhe ajudar na produção de Luminosos em Acrílico no Guia Acrílico (clique aqui).

Principal consumidor de acrílico do país, segmento de comunicação visual aponta os benefícios do plástico nobre e diz que consumo poderia ser maior, se clientes e desenvolvedores de projetos conhecessem melhor o material

São Paulo, 13 de janeiro de 2017 – Quando o assunto é comunicação visual, todo o transformador sabe que não existe plástico melhor que o acrílico. Não à toa, é considerado o mais nobre entre os plásticos. Beleza, durabilidade, brilho e oferta abundante de cores, texturas e espessuras, sem falar na qualidade impecável de acabamento e a alta resistência ao calor e às intempéries do tempo, são alguns dos pontos que fazem dele a matéria-prima mais indicada para inúmeros projetos de comunicação visual – principalmente os externos.

Na PPCaponi, fundada em 1943, Pedro Caponi conhece bem esses atributos e, por experiência própria, não recomenda a troca do acrílico por plásticos mais baratos: “Estou no ramo há mais de 45 anos, então vivi plenamente a evolução do setor. Vejo que a troca, na maioria das vezes, acontece porque falta conhecimento dos profissionais da criação para especificar melhor os materiais. Eu, por exemplo, não uso mais PP, já tive problemas de durabilidade em área externa”.

Para Thiago L. Carneiro, sócio-diretor da Acrilopes, empresa que está há 15 anos no mercado, antes de fazer sua escolha, o consumidor precisa ser bem orientado. “Primeiramente, devemos entender a real necessidade do cliente. O acrílico é nosso carro-chefe e quase sempre é a melhor indicação, pois, suas características são de primeira linha. Temos as condições de aplicar nele diversas técnicas, sem que perca sua beleza final. Aliás, a qualidade final do trabalho sempre é excelente”, afirma.

Carneiro assume que é preciso reconhecer quando oferecer algo diferente. “Muitas vezes nós indicamos a troca por outros materiais. Os clientes chegam com uma ideia de trabalho que não precisa de extrema qualidade, mas custo menor. Então indicamos o material que mais atende esses casos, na maioria das vezes o poliestireno”. No entanto, é preciso sempre frisar: “O poliestireno oferece um resultado final e acabamento estético muito inferior ao acrílico. Os processos acabam sendo mais trabalhosos também”, daí, é preciso que o transformador leve tudo isso em conta ao oferecer o que parece mais barato. Será que vale a pena?

Thiago observa ainda que se a escolha do material for pautada apenas por preço, em detrimento à qualidade, não. E o escritório de design ou publicidade pode acabar fazendo a compra errada: “A escolha só por preço é ruim para o cliente e sua marca. Não se pode esperar uma qualidade de primeira de um material de segunda. Por isso, o projetista deve fazer bem sua análise e orientar bem o comprador”.

Raymon Soares, da Support Brand, sabe que a inovação é palavra-chave neste mercado em que quase tudo é efêmero, principalmente as campanhas publicitárias. Assim, só sobrevive nele, as empresas transformadoras que conseguem acompanhar a velocidade das mudanças. “Devemos estar atentos às tendências. Oferecer produtos que nem o mercado imagina que sejam possíveis”.

Nesse mercado, as matérias-primas assumem papel importante, principalmente quando permitem maior versatilidade ao transformador. “Beleza, fácil aplicação e usinagem, alta resistência e flexibilidade. Tudo isso faz do acrílico um material 1001 utilidades. Quando devidamente apresentado os materiais e a relação de custo/benefício, o cliente facilmente irá decidir pelo acrílico”, explica Soares. Há 32 anos no mercado, a Support Brand contabiliza trabalhos de bastante referência no mercado, entre os clientes, Banco Original, Colunas, ATM e Itaú, para esse, aliás, exportou letras e logos de acrílico blindados.

O mercado de comunicação visual consome cerca de 60% de todo o acrílico distribuído no país, que, no ano passado, foi de 7.500 toneladas, aponta estimativa do INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico.

Embora esse número pareça alto, o Instituto acredita que material possa contribuir ainda mais para o mercado de comunicação visual. Mas a falta de informação sobre o acrílico ainda inibe seu consumo. “Além de tornar os produtos mais atraentes e duráveis, o acrílico ainda agrega valor ao produto e à marca que ele ostenta. É muito importante que o transformador ressalte isso ao seu cliente antes de oferecer um material de qualidade inferior. Até porque, a satisfação do cliente final é parte deste negócio”, explica Soares.

Para projetistas, designers e arquitetos que ainda têm dúvidas sobre o material, o INDAC mantém o programa Acrílico em Ação, por meio do qual, ajuda o cliente a pensar seu projeto e encontrar um transformador de acrílico indicado para cada caso. Tudo isso, gratuitamente. Contato através do site: www.indac.org.br, no link Iniciativas e Publicações e, depois, selecionar Acrílico em Ação – Assessoria Gratuita Especializada.

Sobre o INDAC

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 17 anos, por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Para saber mais, acesse: www.indac.com.br ou ligue para (11) 3171-0423.

Assessoria de imprensa

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Cléa Martins – [email protected] – 11 98737-7676

Patrícia Larsen – [email protected] – 11 99996-5207

As Características do Acrílico

Ano tumultuado faz vendas voltarem ao patamar de oito anos atrás; sendo otimistas, empresas do segmento lutam pela estabilidade em 2017 

São Paulo, 20 de dezembro de 2016 – O INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico –, divulgou, nesta semana, números do setor de acrílicos. Em resumo, o mercado não vai bem. Sente nas planilhas o impacto das crises econômica e política pelas quais atravessa o país nos últimos anos. Para se ter ideia, o setor deve fechar o ano com a venda de 7.400 toneladas de chapas acrílicas, 22% a menos do que em 2015. Ano que também já contabilizava 10% de queda em relação a 2014. A situação é tão grave que esse montante faz com que setor volte cerca de oito anos, entre 2007 e 2008, quando o mercado foi de 6.800 toneladas para 8.200 toneladas.

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As importações também têm sentido a queda na demanda do produto, caíram de 5.146 toneladas em 2015 para cerca de 3.900 toneladas neste ano. Apesar disso, os produtos vindos de fora já contabilizam 53% do market share, o que agrava ainda mais a situação dos produtores nacionais. “O mercado hoje é pouco favorável para o produtor nacional. Por mais estranho que possa parecer, os produtos vindos de outros países conseguem se beneficiar da complexidade tributária brasileira em relação aos produtos nacionais– principalmente devido à falta de equalização do ICMs entre os estados – gerando inúmeras discrepâncias  interferindo na capacidade competitiva de qualquer setor”, explica Fernando de Oliveira, presidente do conselho deliberativo do Indac e diretor da Castcril.

Para 2017, aparentes melhorias do cenário macroeconômico nacional, como do PIB (Produto Interno Bruto), que deve sair dos 3,5% negativos deste ano para 0,5% positivos, e da previsão de produção industrial do país, que hoje amarga 6,3% de queda e deve ficar 1,0% maior neste próximo ano, acalentam o segmento, que espera manter-se estável.

Além da melhoria do mercado, para retomar o crescimento, as empresas do segmento sabem que irão precisar trabalhar muito para mostrar aos clientes que, mesmo em tempos de crise, investir em matéria-prima diferenciada, como o acrílico, é sempre melhor do que reduzir custos em detrimento a valorização da marca do anunciante, principalmente em comunicação visual – o maior segmento final das chapas acrílicas.

Entre as ações já anunciadas pelas empresas do setor para 2017, destaque para a participação na feira Serigrafia Sign 2017, onde será realizado o Fórum Acrílico, no dia 13 de julho. Além disso, o Indac continuará promovendo o curso “Transformação de Chapas Acrílicas”, além do lançamento de um novo treinamento “Desenvolvimento de Produtos em Acrílico” – capacitação profissional do setor do acrílico voltado aos especificadores de produtos. A retomada do programa de qualidade de chapas acrílicas, que busca diferenciar o acrílico de outros plásticos de baixa adequação à comunicação visual, móveis e iluminação, também faz parte dos planos da entidade.

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Para Carlos Marcelo Thieme, da Oswaldo Cruz Química, que assume, em 2017, a presidência do INDAC, além de treinar especificadores e ressaltar a imagem do produto no mercado, a indústria do acrílico irá se juntar a outras entidades para cobrar governos federal e estaduais uma reforma tributária que equilibre as condições competitivas do mercado. Da forma que está, será cada vez mais difícil trabalhar: “Temos capacidade instalada para atender toda a demanda nacional. Geramos milhares de empregos e contribuímos para o crescimento do PIB, não é possível que tenhamos que continuar pagando mais impostos do que os produtos importados. Por isso, equalização e simplificação tributária são algumas de nossas bandeiras neste novo ano”.

Sobre o INDAC

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada em novembro de 2000, por empresários da livre iniciativa do setor para promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Para saber mais, acesse: www.indac.com.br ou ligue para (11) 3171-0423

Mais seguro, leve e versátil que o vidro, CRYLIC permite que diferentes cores e formas sejam usadas no acabamento de banheiros; cuidado apenas com as falsificações.

São Paulo, 21 de novembro de 2016 – A Web Acrílicos, empresa associada ao INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico –, retomou a oferta do CRYLIC – legítimo box para banheiro feito com o material. O componente é o mais leve e seguro do mercado e oferece inúmeras possibilidades ao decorador ou arquiteto, que podem incluir aos seus projetos mais cores e formas, o que não seria possível com os tradicionais boxes de vidro ou mesmo de plásticos menos nobres e, por isso, nada resistentes ou bonitos.

Para quem ainda não conhece as características do CRYLIC, vale conferir. Só não se deixe enganar por empresas que utilizam material de baixa qualidade, com preços muito inferiores aos do produto legítimo. Neste caso, o barato pode sair bem caro. Isso, por que, há no mercado produtos bem ruins. Alguns são feitos de poliestireno, também conhecido como falso acrílico. Eles são feios, desbotam, quebram com facilidade e arruínam qualquer projeto, além de colocar a segurança das pessoas em risco. Ao contrário, as chapas CRYLIC originais não apresentem relevos ou texturas. A espessura indicada pela empresa é de 8,0 mm e sua garantia é de 10 anos contra amarelamento.

Para que decoradores e arquitetos possam soltar sua imaginação, a empresa oferece uma infinidade de cores translucidas e chapas que podem ser curvadas com aquecimento. Quem tiver dúvidas, pode entrar em contato com o INDAC. O Instituto também mantém o programa Acrílico em Ação, por meio do qual, ajuda o cliente a pensar seu projeto e encontrar um transformador de acrílico mais indicado para cada caso. Tudo isso, gratuitamente. Contato através do site: www.indac.org.br, no link Iniciativas e Publicações e, depois, selecionar Acrílico em Ação – Assessoria Gratuita Especializada.

O acrílico é um material altamente resistente e de fácil limpeza, que deve ser feita com apenas água e sabão, nunca álcool ou outros solventes. Riscos superficiais, que podem aparecer com o tempo, são eliminados facilmente com polimento manual.

Mais informações sobre o Crylic, acesse: www.webacrilicos.com.br.

Sobre o INDAC

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada em novembro de 2000, por empresários da livre iniciativa do setor para promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Para saber mais, acesse: www.indac.com.br ou ligue para (11) 3171-0423.

 

Para facilitar a vida de designers de produtos e de arquitetos, o INDAC oferece serviço de consultoria para projetos em acrílico inteiramente grátis, apontando, inclusive, o prestador de serviços mais indicado para os diferentes trabalhos

São Paulo, 18 de outubro de 2016 – Quem trabalha com projetos, seja ele de produtos, ou mesmo de espaços e ambientes completos, sabe que o segredo de uma boa entrega está, também, na capacidade do fornecedor realizar o que o profissional, agência ou escritório, colou no papel. Pensando nisso, o INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico – lançou o programa Acrílico em Ação. E, por meio dele, irá ajudar o cliente a encontrar o transformador de acrílico mais indicado para cada projeto. Além disso, os técnicos do Instituto, ainda poderão propor melhorias e ajudar o cliente a sanar dúvidas sobre a aplicação do material.

O programa já está funcionando e os interessados devem entrar em contato com o INDAC através do site: www.indac.org.br, clicar em Iniciativas e Publicações e, depois, selecionar Acrílico em Ação – Assessoria Gratuita Especializada. O retorno é rápido e a confidencialidade do projeto garantida. “Esse é um novo canal para que as agências de publicidade e promoção, escritórios de arquitetura e design e demais especificadores de materiais encontrem os melhores fornecedores e profissionais do setor, de maneira ágil, segura e, ainda por cima, gratuita”, explica José Eugênio Peres, vice-presidente do Instituto e diretor da Casa do Acrílico de Campinas, interior de São Paulo, ha 20 anos no mercado.

Depois de avaliar o projeto, os técnicos do INDAC irão indicar ao solicitante os melhores fornecedores e passar os contatos. A negociação do projeto fica por conta dele. “A agência ou o profissional responsável pelo projeto é que irá definir como e quando contatar o fornecedor e iniciar os detalhes do trabalho. Depois da contratação feita é que o Instituto volta para acompanhar o processo de produção e entrega do produto”, comenta Bruno Zirpoli, diretor da entidade e da Proneon, de Recife, Pernambuco.

Ao final do acompanhamento de todo o processo de especificação e entrega do produto final, as peças receberão o Selo INDAC, atestando a qualidade do projeto/produto. “O Acrílico em Ação, junto ao INDAC, possui técnicos altamente especializados em acrílico, a fim de colaborar e melhorar o projeto do cliente, deixando-o mais eficiente e adequado aos requisitos de qualidade desse material. Além disso, a entidade irá indicar os fornecedores mais capacitados para cada serviço, dentre os associados da entidade. E, por fim, o INDAC ainda acompanhará todas as fases do processo, exigindo sempre do fornecedor as melhores práticas do mercado. Assim, quem participar da ação, só terá a ganhar”, ressalta o vice-presidente da entidade.

Atualmente, entre os segmentos mais atendidos pelo mercado transformador de acrílico, destaque para comunicação visual, móveis e iluminação.

Sobre o INDAC

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada, em novembro de 2000, por empresários da livre iniciativa do setor para promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 42 filiados em todo o país.

Para saber mais, acesse: www.indac.com.br ou ligue para (11) 3171-0423.

Imagens referentes as peças de acrílico que foram desenvolvidas com chapas acrílicas coloridas como Anteparos visuais das áreas de sanitários e auditório (foto acima), bem como o mural do Salão de Recepção, em nosso projeto para o Centro Cultural SINPEEM (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo.) em São Paulo.

Fotos dos anteparos nos sanitários.

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Produção da Tergoprint

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Emprego do acrílico no mobiliário é escolha para diferenciação no mercado

Por Júlia Magalhães – Revista Sob Medida Móbile

Já pensou em integrar o acrílico no móvel do seu próximo cliente? As chapas podem compor partes de um artigo ou ser utilizado para a elaboração total de uma peça. A principal vantagem do uso é a valorização do produto final, seja esteticamente, funcionalmente e em valor no mercado, pontua o engenheiro e consultor do Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (Indac),
João Orlando Vian.

Frequentemente visto em feiras européias, o material abre espaço para um nicho promissor que busca sofisticação. O mercado de acrílico brasileiro apresenta crescimento médio de 5% ao ano. Em 2013, registrou um pico de consumo de 12 mil toneladas. Em 2015, foi consumido 9,7 mil toneladas. Segundo Vian, o segmento de comunicação visual é o maior consumidor, enquanto a indústria moveleira responde por apenas 150 toneladas.

Em percentual isso equivale a 12% do volume total ou R$ 12,3 milhões. “O acrílico representa 0,1% no volume de compras da indústria moveleira. Isso é risível. É um volume muito pequeno que representa para um material que pode valorizar tanto o móvel”, destaca o executivo.

De fato, além de ser versátil e contemporâneo, é de fácil moldagem, possui uma gama infinita de cores e é 50% mais leve que o vidro, embora seja mais resistente. Além disso, custa em média R$ 22,00 por quilo, valor que pode se assemelhar a outros materiais usados na fabricação de móveis. Outras particularidades são que pequenos riscos, encardidos e manchas superficiais podem ser removidos aplicando-se polidores. “As chapas acrílicas originais suportam até dez anos no sol, sem amarelamento. As coloridas desbotam após alguns anos e as chapas recicladas não são recomendadas para uso externo”, pontua o engenheiro.

Mesa lateral em acrílico
Mesa lateral linha transparência, do arquiteto Carlos Rizzo Jr., da Acrilaria

Manuseio do Móveis em Acrílico

No mercado brasileiro existem basicamente as chapas originais cast e extrusadas e as chapas recicladas. Elas podem ser cortadas em serras circulares ou de fita, utilizadas para madeira. No entanto, recomenda-se rotação e especificação da serra, próprias para acrílico. Outra opção são os equipamentos de corte laser, pois se obtém bordas lisas, sem necessidade das operações de lixamento e polimento. “Diferentemente da madeira, as chapas acrílicas são materiais termoplásticos e podem ser facilmente moldadas com aquecimento em fornos, atingindo temperatura em torno de 160ºC”, aponta Vian.

Elas podem ser facilmente unidas entre si ou a outros materiais com colas especiais. A colagem correta é uma etapa vital no desenvolvimento de peças atrativas e de alta qualidade, que possam exibir uniões fortes, limpas e sem manchas. A quantidade de cola usada na união deve ser a necessária e suficiente de forma a reduzir ao mínimo os trabalhos posteriores de acabamento, como usinagem e polimento.

Estoque

A armazenagem requer alguns cuidados especiais. Elas são comercializadas com película protetora em ambas superfícies, visando protegê-las contra riscos. No entanto, o engenheiro do Indac recomenda separar o estoque de acrílico do restante das matérias-primas, sempre em cavaletes ou encostadas na parede formando angulo de 5 a 10º.

Exclusividade

A diferenciação é um dos caminhos assertivos para ganhar mercado no setor moveleiro. Neste sentido, o acrílico, segundo o arquiteto Carlos Rizzo Jr., da Acrilaria, tem uma aceitação muito grande, mas com muito espaço para ampliar. E aconselha que todo marceneiro deveria lançar um olhar para o seu potencial. “É um material incrível para trabalhar. O fato de ele ser muito mais leve e resistente do que o vidro são qualidades fantásticas”, considera.

Como exemplo de sua resistência, cita uma mesa que fez em conjunto com um marceneiro. Toda a estrutura é composta de acrílico transparente com o tampo de madeira de demolição. “O efeito visual é muito legal, pois parece que o tampo fica flutuando. A fixação foi feita com parafusos. Trabalhamos com o acrílico nessa experiência como se fosse madeira mesmo, com furação com uma broca específica, com parafuso convencional de metal”, conta.

Para a produção de peças em acrílico, prossegue, boa parte do que se usa são do dia a dia de um marceneiro. “Se entrar em uma acrilaria ela tem quase tudo que uma marcenaria tem – com exceção de uma máquina de impressão e uma máquina de corte a laser que é especifica para plásticos e acrílicos”. O arquiteto revela que há muitos acrileiros que vieram do mundo da marcenaria. “Tem muita gente mexendo com o acrílico de alguns anos para cá que deixaram a marcenaria ou que somaram o acrílico ao seu portfólio”.

Rizzo Jr. chama atenção ainda para a qualificação neste mercado. E indica um curso oferecido pelo Indac, que conta com uma grade bem completa. “Temos lá os melhores profissionais do mercado de acrílico juntos para fazer esse curso. Além de ser bom é o único que tem”, finaliza.

Material traz leveza e modernidade a púlpitos, que ambientam de igrejas a programas de auditório.

Um dos púlpitos religiosos mais famosos do Brasil se encontra no Santuário Dom Bosco, uma das mais conhecidas igrejas de Brasília, e fica sobre o altar, apoiado por dois anjos, ajudando a compor a bela arquitetura do local, responsável por atrair um grande número de fiéis. Mas não é só ali que o púlpito – local elevado de onde um orador fala – tem ganhado destaque. A fim de garantir mais leveza e modernidade aos ambientes, cada vez mais tem crescido o número de setores de diversos segmentos que apostam na utilização do acrílico na fabricação das peças que serão utilizadas por seus oradores em eventos, ou mesmo em programas de televisão.

Púlpito em acrílico
Púlpito em acrílico do Santário Dom Bosco em Brasilia.

Uma aparição que não passa despercebida nem mesmo pelo menos atento telespectador é a presença do púlpito de acrílico no programa dominical apresentado por Fausto Silva (o Faustão), na Rede Globo, de onde o apresentador anuncia os patrocinadores do programa e comanda algumas atrações, como as Videocassetadas.

Púlpitos em Acrílico
Púlpitos em Chapa Acrílica Cristal, o campeão de vendas

Com linhas curvas, contornos, transparência ou cores, os púlpitos são produzidos com diferentes encaixes, respeitando a necessidade de cada ambiente. Normalmente as peças são produzidas seguindo o brieffing do cliente e respeitando características como o espaço em que serão colocadas e o tipo de público que as utilizará. Os maiores clientes são do segmento religioso, como cristãos e evangélicos vindos de igrejas desde as mais sofisticadas, até as mais modestas. Por isso, as empresas produtoras de púlpitos se preocupam em criar peças com design compatível à mensagem que a Igreja deseja passar à sua comunidade, ou mesmo produtos que atendam ao vasto mercado empresarial.

Púlpitos em Acrílico com haste em aço inóx
Púlpitos em Acrílico com haste em aço inóx

Na Art Cryl, o cliente pode escolher entre os mais de sete modelos de púlpitos, de variados tamanhos e preços. “Produzimos peças com design moderno, e também os mais tradicionais. Dessa forma, conseguimos atender a um público bem variado”, afirma Taisa Almeida, diretora da empresa.  “Os púlpitos têm uma aceitação enorme, especialmente no meio religioso onde a procura é constante. Além disso, nossos clientes sabem que podem contar com um modelo de negócio completo e com uma qualidade indiscutível”, finaliza.

Púlpitos em Acrílco
Púlpitos em Acrílico para igrejas

Diante da grande procura a empresa Acrinox, decidiu abrir uma loja exclusiva para a venda do produto, onde é possível encontrar uma linha completa de púlpitos voltados para igrejas evangélicas. No total são doze modelos diferentes, sendo a maior parte deles pronta-entrega. “Oferecemos púlpitos de tampo reto, com a opção de seis cores diferentes, jateados ou lisos e com até 20 mm de espessura. Além das igrejas, produzimos púlpitos para outros eventos também, como convenções, leilões e hotéis. O material dá um visual mais clean e moderno, além de proporcionar uma manutenção bem simples, utilizando pano limpo e seco e polidores para madeira” destaca Aleixo Pereira Júnior, da Acrinox.

Púlpitos em Acrílico

Eduardo Oliveira, administrador da Igreja Metodista Congregacional de Belo Horizonte optou por um púlpito em acrílico. “Usávamos um púlpito de madeira, mas nosso pastor conheceu um modelo em acrílico e resolveu trocar o antigo. Foi uma mudança que agradou a todos, pela beleza. Agora pretendemos usar sempre”, afirma.

Os púlpitos em acrílico devem ser resistentes aos constantes deslocamentos de ambiente a que são submetidos. Devem ser produzidos com chapas acrílicas com espessura adequada para sua dimensão, assim como colados ou fixados para suportar elevada resistência à torção, quando do transporte. Por isto, antes de adquirir seu púlpito, examine a espessura da chapa acrílica (deverá ser mais espessa que 8,0 mm) e faça testes de torção da peça para assegurar que a fixação das chapas estejam firmes.

Púlpitos em Acrílico

Outra recomendação é não utilizar o púlpito com rachaduras ou manchas, pois elimina toda a vantagem que o material pode proporcionar. Limpe seu púlpito com água e sabão neutro, utilizando um pano macio e úmido e leve a peça para o conserto quando ocorrer algum dano. Nunca use álcool para limpeza de sua peça em acrílico.

Procure os associados Indac para adquirir seu púlpito em acrílico

Acril World
www.acrilworld.com.br
11 3694-4045

Acrilopes
www.acrilopes.com.br
11 2047-0430

Acrinox
www.acrinox.com.br
61 3202 7577 / 3354 7577

Acriplanos
www.acriplanos.com.br
71 3023-9261

Art Cryl
www.artcryl.com.br
11 4188-5570 / 4207-5652

Brascril
www.brascril.com.br
51 3362-7052

Casa do Acrílico Rio de Janeiro
www.casadoacrilico.com.br
21 3970-7005 / 21 2222-2000

Casa do Acrílico Campinas
www.acrilico.com.br
19 3728-2931

Creatto Design
www.creattodesign.com.br
16 3711-2888

Diagonale
www.diagonale.com.br
11 3088-3496

Emporium do Acrílico
www.emporiumacrilicos.com.br
14 3313 6605

Menaf
www.menaf.com.br
11 2412.0081 / 2481.8609

PP Caponi
www.caponi.com.br
35 3714.3800

Santa Clara
www.acrilicossantaclara.com.br
47 3274-6500 – 11 4330-5512

Total Acrílicos
www.totalacrilicos.com.br
64 3453-2691

Tronord
www.tronord.trodatpartners.com
75 2101-7272

Tudo em Acrílico
www.tudoemacrilico.com
11 3782.1688

Caixas em acrílico

Tudo o que você pretender proteger com cuidado deve ser guardado em uma caixa feita de acrílico.

Jóias, bijuterias, gravatas, miniaturas, desenhos, cosméticos, canetas, sapatos, ou seja, tudo que você gostar de curtir, como objeto de carinho e estimação, pode ser bem guardado e protegido em um estojo ou uma caixa de acrílico.

Caixas em acrílico
Porta Canetas em formato de caixa

O objeto de estimação estará protegido de sujeiras e acidentes, além de sempre estar visível e pronto para sua observação. As caixas de acrílico podem ser completamente transparentes, quando se utiliza chapas cristais, pois atingem 92% de transparência, ou seja, bem mais que se fosse feita de vidro.

Caixas em acrílico
Caixa para jóias

Mas se você prefere guardar sua peça preferida em uma caixa diferente, também poderá recorrer às caixinhas confeccionadas com chapas acrílicas especiais, como coloridas opacas, coloridas transparentes, com incrustações de tecidos, de produtos orgânicos ou mesmo chapas que pareçam outros materiais, como madeira, mármore, granito ou mesmo o vidro esverdeado.
Tudo com muita segurança, pois o acrílico é um material que não estilhaça, quando cai no chão, portanto não produz pontas ou pedaços cortantes. Também é facilmente polido, com flanela e polidores de madeira, visando retirar os riscos superficiais que surgem quando de seu uso cotidiano.

Caixas em acrílico
Caixa para sapatos

As caixas também podem ser produzidas em acrílico espelhado, inclusive espelhamentos coloridos, resultando em um estilo refinado e mantendo a segurança do acrílico contra quebra.
Os vértices das caixas podem ser dobrados ou colados, permitindo também o uso de fechaduras elegantes que combinem com a caixa para maior proteção do objeto de estimação.
A sua coleção de produtos de estimação pode ser carinhosamente protegida em caixas criativas e elegantes produzidas com as mais diferentes e genuínas chapas acrílicas.

Caixas em acrílico
Porta chás

Entre em contato com as empresas associadas ao Indac que produzem Caixas em Acrílico

Acril Word
www.acrilworld.com.br
11 3694 4045 / 3694 4093

Acrilopes
www.acrilopes.com.br
11 2047 0430

Acrinox
www.acrinox.com.br
61 3202 7577 / 3354 7577

Acriplanos
www.acriplanos.com.br
71 3023-9261

Acriresinas
www.acriresinas.com.br
11 5521-1023

Art Cryl
www.artcryl.com.br
11 4188-5570 / 4207-5652

Brascril
www.brascril.com.br
51 3362.7052

Casa do Acrílico Campinas
www.acrilico.com.br
19 3728-2931

Casa do Acrílico Rio de Janeiro
www.casadoacrilico.com.br
21 3970-7005 / 21 2222-2000

Creatto
www.creattodesign.com.br
16 3711-2888

Diagonale
www.diagonale.com.br
11 3088-3496

Emporium
www.emporiumacrilicos.com.br
14 3313 6605

Menaf
www.menaf.com.br
11 2412.0081 / 2481.8609

PP Caponi
www.caponi.com.br
35 3714.3800

Rao Display
www.raodisplay.com.br
11 3935.6500

Santa Clara
www.acrilicossantaclara.com.br
47 3274-6500 / 11 4330-5512

Support Brand
www.supportbrand.com.br
11 3714.9099

Total Acrílicos
www.totalacrilicos.com.br
64 3453-2691

Tronord
www.tronord.trodatpartners.com
75 2101-7272

Tudo em Acrílico
www.tudoemacrilico.com
11 3782.1688

Web Acrílicos
www.webacrilicos.com.br
11 3171-0423

Reciclagem do Acrílico

100% reciclável, acrílico é forte aliado na preservação do planeta

Nos últimos anos a preocupação com a escassez dos recursos naturais deixou de ser pauta apenas de grupos ativistas para se tornar tema constante de governos, empresas e consumidores. Receosos com o impacto que o desenvolvimento tem gerado no meio ambiente, cidadãos, imprensa e organizações têm cobrado uma postura sustentável das empresas e exigido delas um maior cuidado com o meio ambiente. Assim, essa “onda verde” tem causado um impacto positivo em setores como o da construção civil. No Brasil, o número de construções desse tipo cresce em ritmo constante, fazendo com que o País, em oito anos, ocupe a quarta posição no ranking mundial de construções sustentáveis, de acordo com o órgão internacional Green Building Council (US GBC).

E é justamente nesse cenário que o acrílico mais uma vez demonstra suas qualidades e diferenciais por ser um material 100% reciclável que, quando descartado, pode ser novamente transformado em chapas que são utilizadas para uma infinidade de aplicações como objetos decorativos, displays comerciais e acessórios femininos. Todo esse processo é possível por ser o acrílico um termoplástico que não sofre alterações significativas na sua estrutura química durante o reaproveitamento, permitindo ser fundido após o processo de recuperação do monômero de metacrilato de metila.

Além disso, trata-se de um material extremamente valioso no mercado de reciclagem quando comparado a outros plásticos, o que faz com que o seu índice de reaproveitamento seja bastante alto: de acordo com estimativas do setor são recicladas no País aproximadamente duas mil toneladas por ano de chapas e resinas acrílicas. Número esse que só não é maior porque o acrílico, além de muito durável, é utilizado na produção de bens que também possuem longa vida, só sendo descartado no caso de quebra ou se o produto chega ao final de sua vida útil.

Os Bons Exemplos de Reciclagem de Acrílico

Uma das pioneiras nesse tipo de reciclagem é a Plastiglas, empresa do grupo Unigel, que há 50 anos produz chapas acrílicas com insumos 100% reciclados em sua fábrica no México. De acordo com Luiz Vargas, gerente comercial da Unigel, as chapas podem ser produzidas em qualquer cor e tamanho e seu desempenho é equivalente às produzidas a partir de resinas virgens. “Após o processo de reciclagem, o material segue principalmente para o mercado norte-americano e mexicano para aplicações de empresas/utilizadores que demandam por produtos ecologicamente corretos e que reconhecem a importância de reaproveitar os recursos existentes de maneira mais eficaz”, destaca.

No Brasil, a Sheet Cril, de Arealva – São Paulo, é uma das empresas que realiza esse processo. Ali são recicladas cerca de 80 toneladas de acrílico ao mês que, após processadas, resultam em 50 toneladas de chapas recicladas prontas para serem transformadas. O processo de reciclagem na Sheet Cril, de acordo com Marcos Gonçalves, diretor da empresa, é realizado de ponta a ponta. “Compramos parte da sucata de catadores e a outra parte retiramos nas empresas cadastradas. Em seguida, tiramos o plástico da borda da chapa e o enviamos para uma empresa parceira que faz a destinação correta do lixo. Então, moemos a sucata, colocamos no forno, retiramos o líquido, destilamos e aí, sim, produzimos as chapas. Todo esse processo dura em média de 10 a 15 dias”, explica.

As chapas recicladas, conforme explica Januário, vão para o mercado com um valor em torno de 20% mais baixo que as chapas novas, ainda que mantenham a mesma transparência. “Nossos clientes costumam dizer que fabricamos o melhor genérico do mercado”, brinca o empresário, que ressalta: “Quando um comprador liga interessado nas chapas,
100% reciclável, acrílico é forte aliado na preservação do planeta procuro questionar sobre a finalidade da aplicação. Se o cliente disser que fabricará incubadoras para bebês, por exemplo, não vendo e indico empresas fornecedoras de chapas novas. Isso porque, em casos como esse, o material, devido ao processo que sofreu, pode trazer riscos à saúde. Mas para a maioria das finalidades a chapa reciclada é uma excelente opção”, finaliza. O meio ambiente, claro, agradece.

O processo de Reciclagem de Acrílico

1. Coleta do material

Existe no Brasil um intenso comércio envolvendo a sucata das chapas acrílicas cast. O material tem preço de mercado entre USD 1,000.00 e USD 1,500.00 por tonelada.

2. O material coletado pode ter dois destinos diferentes

– Exportação: Unidades de reciclagem situadas em diversos países, tais como Índia, México, China, etc., pois os produtores destes locais procuram obter sucata nos mais diferentes locais do mundo;

– Recicladores no país: Existem diversas empresas no país que reciclam sucata de chapas acrílicas cast. Infelizmente produzem chapas recicladas de baixa qualidade, devido a defasagem tecnológica dos processos aplicados no Brasil.

Reciclagem de Acrílico
Equipamentos para reciclagem de chapas acrílicas.

3. Processo de reciclagem da sucata das chapas acrílicas

a. Limpeza e moagem: A sucata é limpa de materiais estranhos, deixando apenas o acrílico. Após isto, se faz a moagem do material;

b. Craqueamento: Na primeira etapa a sucata é aquecida a temperaturas acima de 410 graus centígrados. A esta temperatura, a molécula do Polimetacrilato é quebrada, dando lugar a moléculas do monômero original, o Metacrilato de Metila. Neste processo acontece ainda a formação de diversos sub-produtos, fruto de reações secundárias de quebra de moléculas de aditivos, bem como quebra indesejada da molécula do Metacrilato de Metila em moléculas menores;

c. Lavagem: O monômero cru formado no craqueamento deve passar por um processo de purificação. Na primeira etapa, deve ser lavado com água para eliminação de contaminantes solúveis em água, tais como metanol e acetona, entre outros. A lavagem é feita ainda com uma solução alcalina, para neutralização de ácidos formados como sub-produto indesejado no processo de craqueamento.

d. Decantação: A mistura do monômero cru com a solução alcalina passa por um processo de decantação. Neste processo se separa a fase aquosa da fase orgânica. A fase aquosa é encaminhada para tratamento e a fase orgânica para a etapa seguinte de purificação.

e. Remoção de contaminantes leves: Após a lavagem o monômero é alimentado a uma primeira coluna de destilação para remoção das impurezas de ponto de ebulição menor que o Metacrilato de Metila. Estes contaminantes são basicamente água e produtos solúveis em água, que não podem ser totalmente removidos por decantação. O topo desta coluna retorna para o processo de lavagem.

f. Remoção dos contaminantes pesados – Na segunda coluna de destilação o Metacrilato de Metila purificado até 99.5% sai no topo, e no fundo da coluna saem os resíduos mais pesados, entre os quais o coque formado no craqueamento. O fundo da coluna deve ser encaminhado a uma unidade de incineração, podendo ser utilizado como fonte de energia.

Final: O Metacrilato de Metila purificado a 99.5% é reutilizado na fabricação de chapas acrílicas ou outros derivados do produto. A matéria relaciona acima foi elaborada pelo eng. químico Eduardo Mendonça de Assis Baptista (CRQ 07300127 – 7ª Região).

A matéria relaciona acima foi elaborada pelo eng. químico Eduardo Mendonça de Assis Baptista (CRQ 07300127 – 7ª Região).

Veja também o vídeo

 

Conheça os fornecedores de Chapas Acrílicas Recicladas

Sheet Cril Acrílicos
www.sheetcril.com.br
(14) 3296-8200

 

O Fórum Acrílico 2016 apresentou o tema “A criatividade realçando a comunicação visual com acrílico”.

O evento, promovido pelo Indac – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico, foi realizado no dia 04 de maio de 2016, das 10 às 13hs – no Pavilhão Anhembi – São Paulo, durante a feira Serigrafia Sign.

Foram 6 apresentações que versaram sobre as relações entre acrílico, criatividade e comunicação e acompanhadas por cerca de 130 pessoas, que lotaram a Arena do Conhecimento da feira Serigrafia Sign por mais de 3 horas.

17º Fórum Acrílico 17º Fórum Acrílico 17º Fórum Acrílico

Palestras

  • 10hs – A criatividade realçando a comunicação visual com acrílico: João Orlando Vian / Indac
    (FAÇA O DOWNLOAD DOS SLIDES E DADOS ESTRATÉGICOS APRESENTADOS NESTA PALESTRA – CLIQUE AQUI)
  • 10:25hs – Crie sua comunicação visual utilizando as chapas acrílicas corretas: Felisberto Travassos / Castcril
  • 11:15hs – Dobras especiais na confecção de displays e peças de design em acrílico ampliando o core business e gerando receita recorrente: Alexandre Paschoalino / VP Máquinas
  • 11:40hs – A combinação das tecnologias de lasers e routers na produção de peças de comunicação visual diferenciada em acrílico: Jussara Kanaiama / Engraver
  • 12:05hs – A comunicação visual criativa com acrílicos e colas especiais: Eduardo Fiasco / Sinteglas
  • 12:30hs – Como criar produtos irresistíveis em acrílico, sem cheiro, utilizando laser, router e dobradora: Roberto De Grandis / Solugrav
    Término às 13hs.
Cadeiras em Acrílico

As cadeiras de acrílico andam em alta quando falamos em decoração, além de deixar o ambiente mais leve dão um toque atual e divertido ao seu ambiente.

 Para os que desejam dar um ar descolado a espaços sérios e trazer leveza à decoração. Para quem almeja um objeto de design durável, os que gostam de ousar e, ainda, para quem não abre mão de peças clássicas. Ao unir a beleza e as características únicas do acrílico à criatividade de excelentes profissionais é possível expandir a oferta de cadeiras sofisticadas e de bom gosto, que atendem aos mais diferentes perfis de consumidor.

Cadeira Além da Forma e cadeira vermelha

Já se quiser um ambiente mais limpo uma mesa de vidro com as cadeiras em acrílico transparente faz parecer que o ambiente é maior. Um produto que alia resistência, beleza e durabilidade. Esta parece ser a melhor definição para o acrílico, um produto versátil que tem diversas utilizações em móveis.

O acrílico dá vida às cadeiras, bancos e poltronas com sua infinidade de cores, níveis de transparências e objetos inseridos no interior, compondo ambientes modernos, bonitos e sofisticados para casa ou para o escritório. O material oferece principalmente segurança aos usuários que tenham receio de quebras de materiais que estilhaçam. O baixo peso e a segurança também trazem vantagens para a movimentação das peças no ambiente.

As propriedades mecânicas das chapas acrílicas também facilitam o trabalho do fabricante de móveis, pois podem ser furadas, cortadas, dobradas e moldadas, com as mesmas ferramentas e máquinas utilizadas no trabalho da madeira e do metal, respeitando-se a utilização correta dos equipamentos.

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Chase Maria

Móveis corporativos em acrílico

Com o uso do acrílico, os escritórios também puderam sair da mesmice. Cadeiras, mesas e poltronas, além de uma diversidade de itens, dão mais leveza, além de uma identidade mais moderna e dinâmica aos ambientes coorporativos. 

Segurança

Uma das principais vantagens do uso do acrílico é a sua grande capacidade de oferecer resistência a impactos. Esta característica pode ser confirmada pelas normas técnicas da ABNT NBR-ISO 7823-1 e 7823-2, nos quais o acrílico atingiu nos testes de resistência ao impacto de 13 kJ/m² para chapas cast e 8 kJ/m² para chapas extrusadas (ISO 179).

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Conjunto Creato

Além disso, o produto suporta impactos e mesmo no caso se quebrar – algo muito difícil – ele não estilhaça, tornando-se o material ideal para uso em produtos que não devem oferecer riscos de segurança, como móveis infantis, por exemplo.

A facilidade de limpeza e a alta resistência mecânica são pontos de destaque que fazem com que o acrílico seja utilizado não só em móveis, como também em janelas de aviões, na indústria náutica, em comunicação visual e em iluminação.

Durabilidade e resistência ao sol

O acrílico tem elevada durabilidade ao tempo e resistência ao raios ultravioletas do sol. Os fabricantes de chapas acrílicas, associados ao Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (Indac), garantem até 10 anos sem amarelecimento em suas chapas cristais, além de assegurarem a solidez das cores quando os produtos são colocados em exposição constante aos raios solares.

O material consegue resistir a diversas adversidades climáticas como chuvas de granizo e ventos fortes, por exemplo.

Conjunto Fetiche

Cores, transparência e fantasia

Um dos grandes apelos do acrílico é a variedade de cores, que podem ser transparentes, translúcidas ou opacas. As chapas cristais podem apresentar até 92% de transparência e não é comprometida pela espessura.

O efeito fantasia nas chapas é outra possibilidade do acrílico, isto porque ele permite a inclusão de materiais em seu interior, tais como tecido, folhas secas ou lâminas de madeira, conferindo uma versatilidade que favorece à criatividade.

O acrílico pode ser utilizado sozinho nas cadeiras, como também em combinações que mesclam madeira, ferro, alumínio, entre outros.

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Cadeiras com encosto em acrílico Acidado

Limpeza e manutenção das cadeiras em acrílico

O acrílico apesar de ser resistente, apresenta baixa dureza superficial, ou seja, tem possibilidade de riscar. Como ele é um produto de alta durabilidade, com pequenos cuidados pode-se mantê-lo bonito por décadas.

Para limpar acrílico, utiliza-se somente água e sabão ou detergente neutro, aplicados com pano macio. Se o material apresentar riscos, encardidos e manchas superficiais, a remoção pode ser feita aplicando-se polidor doméstico para móveis ou metais, esfregando-se o produto sobre a área afetada e utilizando uma flanela seca e limpa, com intensidade suficiente até a remoção do defeito.

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Conjunto Saarinen

Não é recomendado o uso de álcool, solventes ou limpadores a base de álcool (como Veja) para limpar cadeiras de acrílico. Estes produtos podem provocar fissuras ou branqueamento definitivo e consequente redução de resinas nas chapas.

No caso de um dano ou risco mais profundo, recomenda-se levar a peça para uma empresa transformadora, associada ao Indac, que realizará um polimento em equipamento industrial.

Poltrona Aqua
Poltrona Aqua

Reciclagem

Como qualquer outro plástico, as cadeiras produzidas com chapas acrílicas podem ser 100% recicladas. Os produtos reciclados são destinados para aplicações que não necessitam de resistência mecânica, transparência ou que recebam raios solares, pois amarelam facilmente. Um importante reciclador de chapas acrílicas é a Sheet Cril, associada ao Indac.

Conjunto “Body to Body”

Empresas que produzem Cadeiras em Acrílico

Acrilopes
www.acrilopes.com.br

Acrinox
www.acrinox.com.br

Acriplanos
www.acriplanos.com.br

Art Cryl
www.artcryl.com.br

Brascril
www.brascril.com.br

Casa do Acrílico Campinas e Rio de Janeiro
www.casadoacrilico.com.br (RJ) e www.acrilico.com.br (SP)

Centauri
www.centauriacrilicos.com.br

Creatto
www.creattodesign.com.br

Diagonale
www.diagonale.com.br

Emporium do Acrílico
www.emporiumacrilicos.com.br

Infinni
infinnibrasil.com.br

PP Caponi
www.caponi.com.br

Rao Display
www.raodisplay.com.br

Santa Clara
www.acrilicossantaclara.com.br

Total Acrílicos
www.totalacrilicos.com.br

Tudo em Acrílico
www.tudoemacrilico.com

Baterias em acrilico

As baterias de acrílico ficaram famosas na década de 70 e depois de um período em extinção renascem aos poucos pelas mãos de apaixonados pela beleza da música.

Não é só nos escritórios, residências e lojas que o acrílico se destaca. O material brilha, e muito, também nos palcos. A moda começou na década de 70 pelas mãos do baterista inglês John Henry Bonham, da banda Led Zeppelin, que dividiu sua fama com uma bateria de acrílico lançada pela Ludwig em 1972. Não demorou muito para a chamada linha Vistalite tornar-se marca registrada do mestre do rock e adquirir status de sonho de consumo na época.

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Mas com o tempo o acrílico foi ofuscado pela ambição dos norte-americanos em expandir o mercado ávido por novidades e aos poucos saiu de cena para dar lugar as baterias feitas de diferentes tipos de madeira. O que eles não contavam é que algumas pessoas jamais esqueceriam o som do clássico kit em acrílico e não poupariam esforços para escutá-lo novamente.

É o caso de Ivan Copelli que começou a tocar bateria no final da década de 80, quando a febre do acrílico já perdia força nos Estados Unidos e, consequentemente, no Brasil. Foi quando um amigo mostrou um som que tinha gravado com uma caixa de acrílico: foi o suficiente para o seu fascínio renascer. “O som era demais, inconfundível, e coloquei na minha cabeça que ia fazer aquele som de qualquer jeito”, diz o músico. “Como já não existiam essas peças mais no mercado eu decidi correr atrás para montar a minha.”

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O sucesso veio já na primeira aparição em público. “Na época eu tocava em algumas bandas e quando as pessoas ouviram o som foi um efeito colateral. Todo mundo queria ter igual”, conta Copelli que montava as caixas e ensaiava em um quarto do apartamento quando chegava do trabalho.

Coincidência ou não as baterias de acrílico voltaram à moda nos Estados Unidos e prometem esquentar o mercado nacional. A Ludwig, inclusive, relançou a linha Vistalite, inteiramente em acrílico com o mesmo visual da bateria que revolucionou os anos 70. O investimento de grandes fabricantes no acrílico desmitifica o material que ainda é visto com certo receio no Brasil. No Brasil, as baterias em acrílico custam entre R$ 2,0 mil a R$ 4,0 mil e podem ser encontradas nas lojas especializadas em instrumentos musicais, principalmente nas lojas da Rua Teodoro Sampaio em São Paulo.

Além da qualidade sonora das baterias em acrílico, o visual pesa muito na escolha do instrumento e nesse aspecto o acrílico também leva vantagem. Principalmente quando se trata do primeiro instrumentos o músico vai muito mais pelo visual do que pelo som e o acrílico tem muito mais destaque do que outros materiais.

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Baterias de Acrílico versus Madeira

Cascos de madeira podem variar sutilmente desde agudos até graves, enquanto nos tambores em acrílico essa frequência é média. Por ser uma superfície mais dura e também muito mais lisa do que a madeira, as ondas sonoras dentro dos tambores de acrílico rebatem muito mais, ampliando em até 30% o volume e bem mais harmônicos, lembrando também que ao contrário dos cascos de madeira, o acrílico não sofre com calor, umidade e mofos.

A resistência é outro ponto positivo do acrílico, pois com o uso de chapas de 6,0 mm de espessura as baterias ficam fortes e leves, permitindo que suas características se mantenham mesmo depois de décadas de uso. O constante ‘stress’ promovido pelas vibrações das batidas das baquetas ou dos pedais de bumbo ao longo da vida da bateria, em nada altera sua resistência, estrutura ou colagem.

Por ser um material transparente a tendência é que os riscos se destaquem mais quando comparados aos instrumentos de madeira e por isso as baterias de acrílico exigem cuidados especiais de armazenamento, transporte e manutenção. Em caso de riscos profundos, a recomendação é procurar uma empresa especializada em polimento, pois na maioria dos casos é possível recuperar totalmente a peça.

De restaurantes a grandes eventos, as urnas estão presentes. Tanto para sorteios, como para caixas de sugestões. Mas você sabia que elas podem ser desenvolvidas extamente para se adequar a sua necessidade? “Para o cliente que deseja fazer sorteios de promoções o ideal é usar a urna giratória que facilita o manuseio e já mistura todos os cupons. Para guardar notas fiscais a opção mais adequada é a urna piramidal. Já para saber a opnião do seu cliente, existe a opção de caixa de sugestões, que pode ser em diversos tamanhos e modelos e ainda conter uma bolsa de formulários”, explica Thaiana Castro, da empresa Acriplanos.

Urnas em Acrílico

Além de existirem diferentes tipos de urnas, também existem vários tamanhos e preços. Anderson Rufino, da Acrilabor, explica que esse objeto pode ser feito conforme a necessidade do cliente. “Preços, tamanhos, cores e até maneiras de fechar podem ser pedidas e desenhadas pelas empesas”.

Urnas vendidas pela loja virtual Web Acrílicos
Urnas vendidas pela loja virtual Web Acrílicos

Outra preocupação do tranformadores de acrílico é com a conservação das urnas. “Apesar do acrílico ser uma material resistente e durável, o cuidado é importante para ter um produto sempre em perfeito estado”, diz, Diogo Placeres, da Acrilplast. De acordo com o designer, polir a peça com uma flanela usando um polidor doméstico oferece muito mais beleza para a urna.

Urnas vendidas pela loja virtual Web Acrílicos
Urnas vendidas pela loja virtual Web Acrílicos

Conheça os fornecedores de Urnas em Acrílico indicados pelo indac:

Web Acrílicos

Loja virtual que tem em estoque e a pronta entrega modelos de Urnas.
Website: www.webacrilicos.com.br
E-mail: [email protected]

Acriplanos

Oferece tecnologia de corte a laser e desenvolvimento de vários projetos usando o acrílico – desde de urnas a toda espécie de comunicação visual.
Fone: (71) 3384.0150/3559 (Salvador-BA)
Website: www.acriplanos.com.br
E-mail: [email protected]

Acrillaser

A Acrillaser fornece urnas, troféus e projetos de comunicação visual.
Fone: (11) 4199.4199 (São Paulo-SP)
Website: www.acrillaser.com.br
E-mail: [email protected]

Creatto Design

A Creatto desenvolve vários tipos de unas. A convencional tem até as dobradiças transparentes – ou seja é toda feita em acrílico.
Fone: (16) 3711-2888 (Franca-SP)
Website: www.creattodesign.com.br
E-mail: [email protected]

Acrilopes

A empresa oferece urnas de diferentes tamanhos, cores, transparências e formatos. Com o auxilio da tecnologia é possível personificar o produto seja fazendo um silk scream ou até mesmo uma gravação a laser.
Fone: (11) 2047.0430 (São Paulo-SP)
Website: www.acrilopes.com.br

Acrilplast

Especializada em urnas, troféus e comunicação visual a Acriplast faz urnas por encomenda.
Fone: (11) 4228.6870 (São Paulo-SP)
Website: www.acrilplast.com.br
E-mail: [email protected]

O mercado de maquetes, principalmente na área de empreendimentos imobiliários, é um grande consumidor de acrílico. O material tem grande utilização por sua transparência, versatilidade e praticidade. Na Adhemir Fogassa Maquetes, uma das maiores empresas do ramo em São Paulo, são produzidas cerca de 30 maquetes por mês(o que significa uma média de 80 edifícios), e o acrílico é utilizado em todos os projetos. “Usamos o acrílico nos locais em que precisamos reproduzir vidro e transparências. Escolhemos o material principalmente pela facilidade no uso e variação das espessuras das chapas“, afirma Adhemir Fogassa, proprietário da empresa.

Buscando atender às necessidades deste crescente mercado, há mais de 10 anos a TC Acrílicos, associada ao Indac, desenvolveu uma chapa de 0,5mm. Até hoje a empresa oferece essa medida com exclusividade na América Latina, e em diversas cores. “Sempre trabalhamos para empresas de maquetes e foram esses clientes que nos pediram uma chapa mais fina, que pudesse ser curvada e cortada com mais facilidade“, conta Gerson Trentino, proprietário da TC Acrílicos. “Essa espessura também é bastante utilizada em cartões de visita e peças promocionais“, completa. Por ser extremamente fina, a chapa pode ser cortada a laser ou até com estilete, o que torna seu manuseio muito fácil e prático, agilizando o trabalho, além de poder ser curvada sem necessidade de moldagem.”Usamos muito as chapas de 0,5mm para maquetes em escala pequena, ou para detalhes em peças maiores“, conta Fogassa. Edilson Andrade, proprietário da Andrade Maquetes, conta que utiliza as chapas de 0,5mm também para reproduzir espaços com água.”Por causa da espessura, é uma chapa ideal para dar efeito mais real em piscinas e cachoeiras“, afirma.

Maquetes em Acrílico

Os irmãos Paulo e Jorge Nakanishi, sócios fundadores da Maquetes Nakanishi, utilizam o acrílico principalmente para montar as redomas de proteção para as suas maquetes. Fogassa e os Nakanishi afirmam que já tentaram trabalhar com outros materiais, mas sem sucesso. “O acrílico é o único que tem a firmeza necessária, recebe tinta sem dificuldade e é ´facil de cortar”, afirma Fogassa. Tanto ele quanto os irmãos Nakanishi experimentaram PVC expandido, policarbonato e outros materiais divulgados como similares ao acrílico. Adhemir e Jorge afirmam que a experiência não deu certo.

Veja Também

Site TC Acrílicos
www.tcacrilicos.com.br

Site de Adhemir Fogassa
www.maquetes.com.br

Site Andrade Maquetes
www.maquetes.com.br

É essencial a operação de acabamento nas bordas das chapas de acrílico quando furada, serrada, gravada e usinada.  Caso a superfície da chapa seja riscada durante a usinagem, pode-se restaurá-la com as operações de lixamento e polimento.

Embora o polimento possa restaurar razoavelmente bem a superfície das chapas acrílicas, o melhor será evitar essa operação. Para isso o filme protetor da chapa deve ser mantido durante as operações de usinagem, impedindo que se arranhe a superfície original.

As operações de acabamento de chapas acrílicas seguem princípios idênticos aos usados com outros materiais. Marcas de usinagem ou riscos profundos na superfície devem ser primeiramente removidas com lixa de grana fina para em seguida se fazer o polimento.

As operações de acabamento devem ser escolhidas em função do tipo de trabalho a executar e da natureza do acabamento requerido. Nunca deve ser negligenciada as condições de limpeza do ambiente e do trabalho que se realiza. A obtenção de um acabamento de alta qualidade exige paciência e sensibilidade do operador. A cada estagio das operações as superfícies das chapas acrílicas devem estar sempre limpas, removendo-se qualquer abrasivo aderente ou excesso das ceras polidoras.

Acabamentos Superficiais

Uma das principais propriedades do acrílico é sua superfície brilhante revelando excelente qualidade ótica e transparência.  Porém, quando em contato com determinados produtos, como álcool ou tiner, as chapas podem formar fissuras internas ou “crazing”, devido à degradação das cadeias moleculares.
Outra grande vantagem do acrílico, que o diferencia de outros produtos, é a possibilidade de eliminar riscos da superfície com simples processos de lixamento e polimento. São processos baratos e efetivos e podem ser repetidos várias vezes, retomando a qualidade original da superfície.

São as seguintes as fase do acabamento de chapas acrílicas:

Lixamento
Polimento

Lixamento do Acrílico

Existem dois tipos de lixamento: Manual e Mecânico

Lixamento Manual

Para os acabamento superficiais utilizam-se técnicas similares ao trabalho com madeira, envolvendo a lixa em uma peça com lados perfeitamente planos.  Deve-se trabalhar com movimentos circulares, pressionando levemente a lixa contra a chapas, lubrificando-se com água e mudando a grana da lixa progressivamente, da mais grossa para a mais fina. Também é importante lavar a superfície após cada operação, verificando a área deteriorada anteriormente.

Lixamento Mecânico

Depois de cortadas, as bordas das chapas são lixadas com uso de um disco abrasivo de 25 cm de diâmetro e rotação de cerca de 3.000 r.p.m. Com discos de maior diâmetro a rotação deve ser da ordem de 1.500 r.p.m.

 

Lixamento de Chapa Acrílica com Lixadeira
Lixamento de Chapa Acrílica com Lixadeira

Alternativamente, pode ser usada uma correia lixadora, com uma velocidade de cerca de 350 m/min. Essas operações de lixamento são feitas a seco, exercendo pressão controlada, a fim de evitar superaquecimento do material. Lixadeiras vibratórias manuais também podem ser usadas com êxito para o lixamento de superfícies planas, bordas de chapas grossas ou ainda varias chapas agrupadas com as bordas formando uma única superfície. Neste caso as chapas devem ser presas com fitas adesivas ou grampos para mantê-las juntas e unidas, formando um só bloco, facilitando assim a operação.

Raspagem

Utiliza-se raspadores ou rasquetes de metal para as bordas que já estejam razoavelmente lisas devido a operações anteriores. A lâmina geralmente segue o contorno real da superfície e se as irregularidades forem grandes, poderá resultar uma superfície ondulada.

Plainas

Outra técnica apurada, visando tornar as bordas das chapas acrílicas mais perfeitas, é o uso de plainas com serras de desbaste de elevada precisão. Recorre-se, inclusive ao acabamento “diamantado” das serras para se conseguir perfeição na operação de lixamento das bordas.

Lixamento e Polimento de Chapas Acrílicas
Detalhe para o acabamento de Chapa Acrílica passada por uma plaina

Polimento do Acrílico

Assim como no lixamento, também no polimento existem as opções: manual, mecânico e a chama

Polimento Manual

Riscos leves e pequenos defeitos superficiais podem ser facilmente removidos com polimento manual.

Utilizando-se massa de polir grossa, em uma primeira etapa, e depois fina, similares às utilizadas para automóveis, e com panos macios e limpos, deve-se polir com movimentos circulares ao redor da área danificada, com firmeza e alternando de direção freqüentemente. Desta forma se poderá restaurar a superfície, retomando o brilho original da peça de acrílico.

Polimento Mecânico

Depois do alisamento da superfície por meio de lixamento ou raspagem, as chapas acrílicas devem ser polidas em politrizes mecânicas. A roda de tecido de algodão sanfonado ou “boneca”, geralmente com diâmetro entre 15 cm (6”) a 35 cm (14”), e rotação em torno de 1.400 r.p.m. Não se recomenda rotação mais alta, procurando impedir um superaquecimento da superfície, com conseqüente queima ou deformação da área atingida.

Lixamento e Polimento do Acrílico
Politriz usada para polir acríico

O polimento da chapa acrílica requer um bom equilíbrio entre a velocidade da politriz e a pressão aplicada, cabendo ao operador julgar a pressão que não causará superaquecimento, mas que simultaneamente dará um bom rendimento de trabalho. Na roda de tecido aplica-se massas especiais para polimento de acrílico. O acabamento final é dado em outra politriz, isenta de massa, com a finalidade de lustrar a peça e remover o excesso de polidor da operação anterior.

Lixamento e Polimento do Acrílico
Detalhe para o resultado (lado direiro) após o uso da politriz para o polimento de chapas acrílicas

Polimento a Chama

Outra técnica utilizada para polimento de bordas usinadas, porém, recomenda-se testar o procedimento antes da operação. Esta técnica pode provocar fissuras posteriores às chapas, caso a distância da chama estiver muito próxima da borda, degradando as reações moleculares do acrílico.

A comunicação visual externa das lojas de roupas masculinas, femininas e infantis Brooks Brothers, pertencente à BROOKS BROTHERS GROUP, dos Estados Unidos, é toda confeccionada em letras de chapas acrílicas brancas leitosas, coladas em todos os vértices e com iluminação traseira por leds.

A tridimensionalidade da comunicação visual e a colagem das letras remete à costura de alfaiate, ou seja, realizado com trabalho artesanal, de especialista, como o processamento de chapas acrílicas.

Letras em acrílico, da rede Brooks Brothers

Este tipo de comunicação visual diferenciado em acrílico também é feito no Brasil, com o devido controle das técnicas de corte das bordas das chapas e colagem com método e cola adequados.

O resultado é a valorização da marca e a aceitação do público, com aumento de vendas e ampliação da rede de lojas.

Faça como a gigante e bem sucedida rede Brooks Brothers  – use acrílico em sua comunicação visual.

Letras em acrílico, da rede Brooks Brothers

 

Chapas acrílicas cast ou fundidas são termoplásticos que, quando aquecidos, tornam-se maleáveis, adquirindo uma consistência semelhante à da borracha, permitindo, dessa maneira, serem moldadas das mais variadas formas. Com o resfriamento tornam-se rígidas, conservando, porém, a forma que lhes foi dada durante a moldagem.

A transição do estado de rigidez para o estado plástico ocorre gradativamente. O primeiro sinal visível de amolecimento é notado a cerca de 105°C, temperatura na qual algumas peças já moldadas podem mostrar uma tendência a desmoldar. A 120°C, aproximadamente, as chapas acrílicas cast se tornam maleáveis para moldagem em geral. Recomenda-se que o material seja uniformemente aquecido a uma temperatura entre 165 e 190°C. Atingida a temperatura necessária para moldagem as chapas devem ser transferidas para o molde. Se a moldagem for realizada à temperatura abaixo de 130°C, as peças poderão sofrer ruptura, pois terá sido altamente tensionada. Consequentemente terá menor resistência ao impacto e maior tendência à formação de fissuras e rachaduras, principalmente quando a operação de colagem e impressão for feita após a moldagem. Com temperaturas acima de 190°C corre-se o risco de degradar o material, formando bolhas ou marcas dos moldes utilizados, podendo até rasga-lo durante ou imediatamente após a moldagem.

Para evitar que esse fato ocorra, a temperatura da estufa deverá ser ajustada, medindo-se a temperatura da chapa em vários pontos, por meio de termômetro infravermelho com laser.

O tempo de aquecimento dependerá da espessura da chapa e do tipo de estufa utilizada. A fórmula abaixo poderá ser empregada para uma estimativa de tempo de aquecimento requerido:

T = 3,0 x e
onde: T = tempo em minutos (min)
e = espessura em milímetros (mm)
3,0 = valor constante.

Uma maneira prática de estimar se uma chapa está pronta para moldagem é quando, dobrada, sobre si mesma, retorna imediatamente, sem nenhum sinal de rigidez. Não há vantagem no aquecimento por períodos mais longos do que o necessário e o procedimento de deixar o material em repouso na estufa não é aconselhável.
As chapas cast também podem ser reaquecidas e novamente modeladas no formato desejado.
O filme protetor das chapas deve ser removido antes da moldagem.

A faixa de temperatura de moldagem para chapas acrílicas extrusadas deve ser entre 150 a 170°C.

Tempo de Moldagem para chapas acrílicas:

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Resfriamento

Durante a moldagem, as peças devem ser mantidas nos moldes até que esfriem a cerca de 60º C ou menos. Deve-se evitar o resfriamento forçado paras não gerar tensões no material. Diferença de temperatura entre as duas superfícies de uma peça pode provocar tensões indesejáveis, suficientes para causar empenamento, assim como variações de temperatura entre diferentes pontos de uma peça podem resultar em distorção óptica.

Equipamentos para Moldagem e Processos

Os custos de equipamentos e moldes são relativamente baixos, podendo-se conseguir formas bi ou tridimensionais, através de uma ampla variedade de processos.

Dobradeira com Fio de calor

Trata-se de uma mesa de cerâmica ou madeira com um canal transversal e resistência para aquecimento, com o objetivo de aquecer uma faixa estreita da chapa acrílica na localização desejada e utilizada unicamente para dobragem em linha reta. É importante que a resistência produza um calor uniforme ao longo do comprimento. As chapas devem ser posicionadas além de 6 mm das resistências e caso a chapa supere espessura de 4 mm, é conveniente colocar resistências em ambos os lados.

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Vários desses aquecedores podem ser usados, lado a lado, permitindo executar, simultaneamente, diversas dobras. A energia necessária é da ordem de 850 W /m.

Exemplo de gabarito de 90° em uma dobradeira:

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Veja neste vídeo 'Como Dobrar Acrílico'

 

Forno de Gás com Circulação Forçada de Ar

Proporciona calor uniforme e temperatura constante, praticamente sem riscos de sobre aquecimento das chapas. Deve atingir pelo menos 170º. e seu tamanho é relativo à dimensão do trabalho requerido. Sua função é amolecer a chapa por aquecimento para obtenção de moldagem.

Moldes

As ferramentas usadas para moldagem de chapas acrílicas são simples e relativamente baratas, pois podem ser elaboradas de materiais como madeira, resina epóxi, gesso, alumínio, etc. Trata-se de materiais estáveis, rígidos e que conseguem suportar as pressões e temperaturas de moldagem sem deformação.

Tipos de moldagem para trabalho com acrílico

Gravidade

É o método mais sensível, pois não requer equipamentos especiais para moldagem. Deve-se colocar a chapa de acrílico na temperatura de moldagem
sobre o molde, e esta por seu próprio peso, adota o formato do molde. É aconselhável colocar pinças nas extremidades da placa acrílica, para evitar possíveis ondulações durante o resfriamento. É recomendado para produtos simples de duas dimensões.

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Vácuo

O formato da peça será dada pela forma e tamanho do aro de sucção da chapa e pela pressão do ar exercida sobre a peça, como a banheira, abaixo:

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Sopro

As chapas acrílicas aquecidas são submetidas à força do ar comprimido e seguras em pinças nas bordas, deformando até atingirem a bolha desejada. Trata-se de processo de poucos recursos, utilizado normalmente para cúpulas arredondadas de luminárias.

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Moldagem Mecânica

As chapas de acrílico podem ser moldadas como se fossem de metal, com molde tipo macho e fêmea, para se obter peças de dimensões precisas e mínimas tolerâncias. É recomendado que o molde para este processo seja de metal:

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Combinação de Métodos – Pressão e vácuo

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Moldagem ou curvatura a frio

As chapas acrílicas podem ser curvadas a frio, no entanto, a curvatura obtida é limitada, quando comparada a outros materiais plásticos.
As orientações, a seguir, são recomendadas para curvaturas a frio em chapas acrílicas cast e extrusadas:

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Fórmula para definição do raio mínimo de curvatura ( r ) de chapas acrílicas:

r = a x e, onde:
a – valor constante, de acordo com tipo de chapa:
a = 200 (para chapas cast ou fundidas)
a = 300 (para chapas extrusadas)
e = espessura da chapa acrílica

Portanto, para uma chapa cast de 3,0 mm de espessura, o raio mínimo de curvatura será:
r = 200 x 3,0 mm = 600 mm


 

Veja mais

Fabricantes de Máquinas Dobradeira de Acrílico:

VP Máquinas
www.vpmaquinas.com.br
11 2647-4916

JR Laser Technology
www.jrlaser.com.br
(48) 3052-3322 – Filial SP (11) 2365-9989

O acrílico é uma das matérias-primas adotada por fabricantes de móveis, designers e arquitetos que desejam agregar valor aos seus projetos, por meio da utilização de peças que aliam qualidade e beleza incomparáveis. E é exatamente com esse olhar criterioso que renomados profissionais têm conquistado a confiança de clientes que prezam pela beleza e pelo cuidado no acabamento das peças que adquirem ao usarem as Dobradiças em Acrílico, seja um móvel que ganhará destaque em uma sala de estar ou uma caixa de sugestões que ficará exposta em uma loja.

Dobradiça em Acrílico

Dessa forma, a beleza no acabamento das peças tem sido cada dia mais valorizada por profissionais e clientes, especialmente nos pequenos detalhes, como na escolha das dobradiças utilizadas para fechar materiais como urnas, caixas e displays. “As dobradiças e fechos em acrílico dão um toque especial e valorizam as peças produzidas com o material. Ainda que não sejam tão resistentes como as de metal, sem dúvida, garantem um acabamento simplesmente perfeito à peça”, explica Ricardo Holander, proprietário da Acrillander, empresa que produz e distribui dobradiças para o mercado nacional.

Os modelos mais simples de dobradiças em acrílico, e também os mais utilizados pelos clientes da Acrillander, estão disponíveis nas medidas 80×50, 45×36 e 27×37 mm (altura x largura considerando as duas abas).  A empresa também fornece a dobradiça com fecho, que mede 27×63 mm e por fim, vale destacar os encaixes cristais para colagem dos cantos em 45° das caixas e urnas.

Dobradiça em Acrílico

A Acrilopes, empresa produtora de peças, utiliza as dobradiças em acrílico na fabricação de urnas e caixas articuladas. “Adquirimos trimestralmente, em média, 100 pares de dobradiças, sendo que 90% delas são utilizadas na produção de urnas”, explica Renato Lopes, diretor da empresa que costuma manter urnas em estoque para atender aos clientes que, normalmente, só se dão conta de sua falta horas antes de realizar um sorteio.“Usamos as dobradiças transparentes por uma questão estética já que ela compõe melhor o conjunto e traz um resultado final mais atraente”, finaliza.

Fabricantes de Dobradiças em Acrílico

Acrilopes
Fone: (11) 2047.0430
www.acrilopes.com.br

Acrillander
Fone: (11) 5533.3131
www.acrillander.com.br

Luminária em Acrílico da linha Póllux da Stilo Clean

Luminária em Acrílico da linha Póllux da Stilo Clean

Versatilidade do acrílico aliada à criatividade e competência de profissionais do setor permite  a criação de peças únicas para a iluminação residencial e comercial

A utilização do acrílico na iluminação é o que podemos chamar de um casamento perfeito. Versátil, moderno e com características únicas que favorecem esse tipo de aplicação, como a diversidade de cores e a facilidade em adquirir novos formatos, o material aparece nas mais criativas soluções de iluminação e em peças como lustres e luminárias que, além de duráveis, são peças-chave na criação de ambientes modernos e valorizados.

Acrílico na Iluminação

O acrílico possui uma beleza muito peculiar. Por isso, ao colocar os olhos em uma peça produzida com ele, as pessoas logo a identificam como algo luxuoso e sofisticado. Sem contar que se trata de um material de fácil moldagem e translúcido, que permite brincar com a luz ao mesmo tempo em que mantêm a qualidade da iluminação.

Para a produção das peças de iluminação são utilizadas as chapas acrílicas, material com elevada resistência térmica, alta estabilização contra raios ultravioleta, excelente transparência e com vários níveis de opacidade, além de apresentar desenhos e superfícies texturizadas, fantasia e fluorescentes. Outra vantagem das chapas acrílicas é que possibilitam a utilização de qualquer tipo de lâmpada, desde que o projeto respeite alguns quesitos, como a distância entre a lâmpada e a chapa, a espessura da chapa, a possibilidade de liberação de calor e a utilização de chapas originais que só amolecem a partir de 80º C em temperatura constante. 

Acrílico na Iluminação
Luminárias da Interlaser e Abajours

Características que fazem a diferença

Lustres de teto e de cabeceira, suporte para lâmpadas fluorescentes, cúpulas, pé de abajur, são inúmeras as possibilidades de objetos para iluminação que podem ser criados com acrílico. A leveza que proporciona nas peças, a facilidade de limpeza e a possibilidade de utilização em todos os ambientes, são características intrínsecas do acrílico em iluminação.

Outra grande vantagem do acrílico na iluminação é sua qualidade inigualável de difusão da luz e os efeitos conseguidos por meio de cores, formas e texturas, difíceis de serem obtidos em outros materiais. Além de ser leve e ter resistência a impactos, o material é flexível – atributos muito importantes para o setor de iluminação. Além disso, a capacidade do acrílico na condução da luz e na potência de energia, acarreta um menor consumo.

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Luminárias do Marton Studio

O acrílico também é muito resistente, de grande durabilidade, moderno, versátil, de fácil manutenção e agrega design e estilo à qualquer ambiente, tendo conquistado muitos mercados mundiais e cada vez mais tem crescido no Brasil. Além de ser um material diferenciado, é ecologicamente correto, pois é 100% reciclável.

Se tem acrílico, o resultado é, sem dúvida, um sucesso.

O acrílico deixou de ser uma tendência e se tornou uma realidade muito forte no segmento de iluminação. Os destaques ao seu favor são as possibilidades diversas no tocante a formas visuais, cores, brilho, suavidade, leveza, difusão de luz, durabilidade e possibilidades infinitas de criação e concepções construtivas de fabricação de modelos – desde os mais convencionais aos de maior complexidade – alinhando-se facilmente ao potencial criativo dos profissionais das áreas de criação e desenvolvimento.

Acrílico na Iluminação
Luminária de Cesar Guerrero

Desafios do setor de iluminação

Apesar de estar em constante crescimento, o setor de iluminação residencial e comercial no Brasil ainda tem alguns desafios a serem transpostos. Elevar o grau de percepção de valor e introdução do acrílico ao segmento, por meio de bons projetos, é uma constante meta a atingir. Não se trata de aplicar o acrílico apenas como substituição ao vidro, como vem acontecendo em escala crescente, mas principalmente atingir novos patamares de aplicação e performance não usuais pelos produtos atuais e substitutos.

Acrílico na Iluminação
Luminária artística criada por Carlos Rizzo Jr.

Conheça os benefícios que o Acrílico Iluminação oferece

  • 50% mais leve do que o vidro, além de ser mais seguro, já que é mais resistente e não estilhaça;
  • Transparência em chapas cristais é de 92%, independente da espessura;
  • Com o polimento adequado, as bordas do material transferem a luz;
  • Alta resistência a intempéries e aos raios ultravioletas do sol, podendo ser aplicado em ambientes externos mantendo sua transparência por pelo menos 10 anos;
  • Ótima durabilidade, não necessita de manutenção constante, e traz facilidade na remoção de riscos e arranhões das superfícies, bastando polir manualmente o local com pano limpo e macio impregnado com polidor para móveis ou específicos para plásticos. Para a eliminação de sujeiras, é necessário apenas usar um espanador de pó ou lavar o objeto com água e sabão neutro.

Acrílico na Iluminação
Luminária com multicores de Débora Negrini

Para projetos de Iluminação em Acrílico, consulte as empresas:

Acriresinas – SP
Telefone: 11 5521-1023
www.acriresinas.com.br

Casa do Acrílico – RJ
Telefone: 21 3970-7005 / 21 2222-2000
www.casadoacrilico.com.br

Brascril – RS
Telefone: 51 3362-7052
www.brascril.com.br

Acrílicos Santa Clara – SC/SP
Telefone: 47 3274-6500 / 11 4330-5512
www.acrilicossantaclara.com.br

Acriplanos – BA
Telefone: 71 3023-9261
www.acriplanos.com.br

Acrinox – DF
Telefone: 61 3202 7577 / 3354 7577
www.acrinox.com.br

 

A disputa pelo olhar e, por trás desse movimento, pelas decisões de compra é um dos motivos das empresas desenvolverem marcas, peças e objetos que comunicam valores. Transmitir esses conceitos, despertar desejos e seduzir as pessoas são objetivos da comunicação visual. Entre os materiais aos quais os especialistas – designers, arquitetos e publicitários – recorrem para dar forma a essa linguagem, o acrílico ocupa lugar de destaque.

luminosos2

Nesse tipo de trabalho os materiais têm características específicas que vão da qualidade da superfície, flexibilidade e durabilidade até a aspectos semânticos. No universo da comunicação visual – o acrílico possui propriedades que fazem com que ele seja a prioridade de escolha, principalmente em luminosos ou backlihgts. Outra qualidade do acrílico nos luminosos, como “bacias”, “bolhas” e “elipses” é o fato do material ser moldável e estar disponível em uma vasta gama de cores.

luminosos3

Do ponto de vista prático, o material necessita ser resistente e não sofrer perdas de suas propriedades ao longo do tempo, além de ser fácil de limpar. Do ponto de vista estético, estar em harmonia com a arquitetura. Entre as qualidades do acrílico nessas situações está a sua propriedade de conferir modernidade e leveza aos elementos onde é aplicado. Sua transparência, gama de cores, peso, resistência e facilidade de manuseio são características importantes e desejáveis nos projetos de comunicação visual externa.

O material de comunicação visual de uma empresa deve alinhar-se à definição estratégica da organização e o designer precisa estar orientado para isso. O acrílico é um produto de fácil utilização para os projetos de comunicação visual – luminosos em acrílico, fachadas, internos, sinalização e PDV’s. Entre as principais qualidades do acrílico estão suas características de não quebrar, ter maleabilidade, leveza e aceitar a aplicação de adesivos e serigrafias. Além disso, há atualmente no mercado ferramentas de recortes e gravações – lasers e routers, além de sistemas de colagens que permitem um conjunto de possibilidades para os projetos.

O acrílico também possibilita maior visibilidade e menor manutenção nas peças de comunicação visual sejam elas em áreas internas ou externas.

luminosos4

Comportamento do mercado

No Brasil, o segmento de comunicação visual responde pela maior parcela do consumo das chapas acrílicas. Estima-se que somados às peças para os PDV’s, esse total ultrapasse 60%. Por isso, esses setores funcionam como termômetro do comportamento do mercado.

As ações de comunicação visual costumam aumentar nos momentos de crise e, por isso, o Indac vê com otimismo o desempenho do setor no próximo ano.

Acrílico e comunicação visual estão diretamente relacionados. Um tem a necessidade do outro e o acrílico dá charme inigualável ao produto final.

Este é um espaço criado pelo Indac para lhe auxiliar em Dúvidas, Reclamações, Denuncias e Ideias sobre o mercado do Acrílico no Brasil.

Você poderá nos questionar ou se manifestar de forma tranquila e sigilosa, que em até 15 dias nossa equipe buscará uma resposta que possa solucionar a sua questão. É muito simples usar a nossa Ouvidoria do Acrílico, basta preencher os campos abaixo.

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Frequentemente, objetos produzidos por outros plásticos também são comercializados no mercado como acrílico. O principal pelos equivicos no Brasil é o poliestireno (PS) cristal, um polímero usado em artigos de baixo custo, como em utilidades domésticas. O acrílico, por sua vez, é mais nobre e duradouro (no mínimo, 10 vezes mais resistente a impactos do que o vidro) e 100% reciclável. Para que o consumidor final não seja enganado, existem três formas básicas de reconhecer as diferenças entre os dois materiais. A primeira delas é o aspecto visual. De acordo com o engenheiro químico e diretor presidente do Indac, Fábio Fiasco, o poliestireno é azulado e amarela rapidamente, enquanto o acrílico é completamente transparente e não altera a cor com o tempo.

“Um bom exemplo é o da caneta BIC, que é feita de PS. Se colocarmos o objeto contra a luz veremos nitidamente o seu tom azulado”, diz Fiasco. “Em alguns objetos o reconhecimento pode ser feito também a partir da visualização da borda da peça. O acrílico permite enxergar a outra extremidade, enquanto que no poliestireno o aspecto é turvo – como se estivesse embaçado.

Outra forma de identificar os materiais é pelo som. Segundo o engenheiro, ao jogar uma peça de poliestireno, como uma régua escolar, em uma superfície de concreto, o barulho do choque é estridente, similar ao de uma lata de alumínio caindo no chão. “Já o som do acrílico é seco, abafado, imitando um objeto de madeira”, afirma Fiasco.

É possível ainda diferenciar os plásticos pelo cheiro resultante da queima ou raspagem de parte do material. “O poliestireno solta uma fumaça preta e um cheiro bastante forte, parecido com o de óleo queimando. O acrílico queima com uma fumaça branca e odor mais agradável e suave, que lembra a fruta”, diz o presidente.

O gosto do Acrílico x Poliestireno

O segmento que mais sofre com a comparação com o poliestireno é o de utilidades domésticas, principalmente jarras e copos. De acordo com Jones Pellini, diretor da Kaballa, fabricante de utensílios em acrílico, neste caso o material pode ser diferenciado pela espessura – sempre acima de 2 mm­ – o brilho, o acabamento e o “gosto” da peça. “As utilidades domésticas de poliestireno apresentam espessura fina e acabamento texturizado, normalmente com rebarbas. E ao contrário do acrílico, o poliestireno libera gosto e cheiro”, diz Pellini. Para saber se o objeto é mesmo de acrílico, o especialista recomenda o teste do suco de laranja. “Deixe o líquido na jarra ou no copo de um dia para o outro na geladeira. Além de mudar o sabor, na peça de PS aparecerá a marca do suco, no nível em que ele parou, enquanto que no acrílico não aparecerá nada.”

Acrílico x Poliestireno
Peças em acrílico da Kaballa

No Brasil não há box de acrílico

O poliestireno também pode ser confundido com o acrílico na utilização de boxes de banheiro, embora no Brasil existam poucos fabricantes que trabalhem com este material. “Quase tudo é poliestireno”, afirma José Eugênio Peres, diretor comercial da unidade Campinas da Casa do Acrílico.

A única maneira de saber se um box é mesmo de acrílico é pela espessura  – que é no mínimo de 4 mm, o dobro do poliestireno – e tentar quebrar a chapa pela ponta. “Se quebrar, com certeza não é acrílico.” Os boxes de acrílico são recomendados por serem mais resistentes e, consequentemente, seguros do que os de vidro temperado. De acordo com Eugênio Peres, o poliestireno é até o mais perigoso em caso de quebra. “O PS forma lâminas cortantes e pode causar ferimentos graves”, diz. “É um exemplo do barato que pode sair caro”.

Calhas automotivas

A maioria das calhas automotivas vendidas no país são especificadas pelo fabricante como sendo de acrílico, porém grande parte desbota e fica quebradiça com a exposição ao sol. “Algumas utilizam acrílico, mas a maioria é de poliestireno injetado”, afirma Fábio Toledo Pelin, diretor-executivo da Mapro, empresa especializada na fabricação de calhas, tapas sóis e protetores de faróis em acrílico.

De acordo com o especialista, é possível identificar o material pelo olhar. “O acrílico é visivelmente mais transparente, mesmo sendo na tonalidade fumê. É uma peça uniforme, com o mesmo brilho em toda a superfície. Desconfie também dos preços muito baixos, certamente são em poliestireno”, diz Pelin.

Acrílico x Poliestireno
Calha automotiva em acrílico

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Casa do Acrílico
www.casadoacrilico.com.br www.acrilico.com.br
(21) 3970-7005 – (19) 3728-2931

Kaballa
www.kaballa.com.br
(54) 3292-4823

Mapro
www.mapro.com.br
(54) 3221-3080

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Box de Banheiro em Acrílico: escolha o material correto

Se o acrílico é um material nobre, que se destaca pela sua leveza, luminosidade e transparência, poucos lugares são mais propícios para que o acrílico possa mostrar o seu brilho que na passarela da São Paulo Fashion Week.

Um dos trabalhos com mais destaque até hoje foi a passarela em acrílico da edição de inverno da São Paulo Fashion Week, nesta edição do megaevento, as modelos mostraram sua beleza em uma fantástica passarela de chapas de acrílico negro de seis metros de largura por trinta metros de comprimento e nove enormes luminárias de acrílico com até quatro metros de altura iluminadas por baixo. Um verdadeiro sucesso de público e de crítica e que deixou a todos muito entusiasmados com o que foi visto. Foi utilizado um volume aproximado de uma tonelada e meia de acrílico em sua confecção.

Tanto as passarelas como outros projetos são criações de um dos maiores expoentes nesse setor, a empresa associada ao Indac, Marton+Marton, que tem à frente o designer José Antonio Marton. O designer é um adepto do uso de diferentes materiais em suas obras e acredita que o acrílico como um material fácil de trabalhar e capaz de se adaptar aos mais diferentes objetivos, com segurança. “Eu buscava inovação e a possibilidade das modelos andarem sobre um espelho com segurança e isso só foi possível com o acrílico. O acrílico não quebra, é seguro, colorido e translúcido. É uma amarração perfeita para passarelas”. Afirma José Marton, que já produziu mais de dez desfiles para grandes marcas com o material.

A instalação de passarelas e elementos decorativos se estende a casas noturnas, shows e cenários, que se beneficiam ainda de outro recurso oferecido pelo material: a variedade de cores. “É muito difícil ter vidro espelhado em diversas cores. O acrílico admite este recurso”, afirma Eduardo Baptista, diretor da Castcril Chapas Acrílicas, que desenvolveu uma linha de chapas espelhadas coloridas, e é muito utilizada em grandes projetos há mais de uma década.

Veja Também

Marton+Marton
www.martonemarton.com.br

Castcril
www.castcril.com.br

O Indac abre um novo canal para as agências de publicidade e promoção, escritórios de arquitetura e design e demais especificadores de materiais visando encontrar os melhores fornecedores e profissionais do setor.

O Acrílico em Ação é um projeto que irá prestar uma assessoria gratuita para profissionais e empresas que estão buscando: Eficiência, Qualidade, Padrão e Lucratividade em suas ideias com acrílico.

Veja como irá funcionar a assessoria

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Envio e seleção do projeto

– Profissionais e empresas que possuam um projeto de comunicação visual, móveis, iluminação, troféus, etc, encaminham um briefing através do formulário do site Indac;
– A equipe técnica do Indac, faz a analise e a seleção do projeto;

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Análise, melhorias e indicação dos melhores fornecedores

– A equipe do Indac, retorna à agencia ou ao profissional com sugestões de melhorias no projeto e já relaciona as empresas associadas ao Instituto que poderiam atender à demanda, com a certificação do Indac que se trata das melhores opções para a situação;

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Negociação e Produção

– A agencia ou o profissional responsável pelo projeto define como escolher o fornecedor: em contatos individuais, coletivos ou mesmo com a participação de técnicos do Indac. A partir da definição do fornecedor e da negociação entre as partes o Indac retorna para acompanhar o processo de produção e entrega;

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Certificação do Indac

– O Indac acompanhará todo o processo de especificação e entrega do produto final, cujas peças receberão um selo atestando a qualidade do projeto/produto.

Desta forma, o Indac colabora para melhorar o seu projeto, deixando-o mais eficiente e adequado aos requisitos de qualidade, indica os fornecedores mais adequados, dentre os associados da entidade, e acompanha todas as fases do processo para que seu produto seja produzido e entregue de acordo com as melhores práticas do mercado.

Participe, você só tem a ganhar!

Quem pode participar

Podem participar as agências de publicidade e promoção, escritórios de arquitetura e design e demais especificadores de materiais.
A assessoria é gratuita, porém o valor da negociação é acertado entre o responsável pelo projeto e empresa(s) associadas selecionadas para sua execução.

Como será a seleção dos projetos

A equipe técnica do Indac fará a seleção dos projetos levando em consideração a quantidade de peças a serem produzidas, as especificações e necessidades definidas, bem como a criatividade envolvida no produto.  Aproveite esta iniciativa única – desenvolva o seu projeto com o que há de melhor no mercado do acrílico, da forma mais eficiente e econômica, com o selo de garantia do Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico.

Preencha os dados abaixo para inscrever o seu projeto

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Em setembro a Castcril concluiu a primeira parte de investimento em sua unidades de fabricação de chapas acrílicas coloridas em Cajamar, visando melhoria de produtividade e agilidade na logística de entrega destes produtos.

O investimento foi feito em novos sistemas de enchimento de matéria prima, o MMA (metacrilato de metila), em novas autoclaves de polimerização e em novos sistemas de mesas para movimentação dos moldes – melhorando significativamente o padrão e uniformização das chapas coloridas produzidas.

O investimento também colabora com a competitividade da empresa, com redução dos custos de operação, e consequentemente melhores condições de participar do competitivo e pulverizado mercado brasileiro de chapas acrílicas.

Castcril também é reconhecida pela sua flexibilidade comercial, pois atende clientes de todos os tamanhos, de todas as regiões e necessidades, além de dispor de laudos atualizados comprovando que seus produtos estão de acordo com a norma brasileira de qualidade NBR-ISO 7823-1 de chapas acrílicas.


Castcril – Chapas Acrílicas
(11) 3062-0199
www.castcril.com.br

Veja nesta página algumas das perguntas mais frequentes e relevantes recebidas pelo Indac.

As coberturas em Acrílico amarelam com o Sol?

Pergunta: Márcia P. Silva

Resposta:

Olá Márcia.

O Policarbonato e outros plásticos ficam visivelmente amarelados com o tempo. Chapas acrílicas não. Mesmo depois de 30 anos, o índice de amarelecimento (YI) para chapas acrílicas revela-se o mais baixo dentre os plásticos.

 

Como limpar o acrílico? Posso usar solvente?

Pergunta: Robson Luis Fonseca

Resposta:

Olá Robson, vamos começar com uma questão bem importante. Que é o uso dos solventes na limpeza do acrílico.

NÃO, nunca use qualquer tipo de solvente na limpeza de usas peças, pois irá danifica-lás, eliminando a transparência e transformando a área em aspecto esbranquiçado e sem brilho.

PARA LIMPAR O ACRÍLICO USE:

Espanador de pó e, caso necessário, use um pano umedecido ou lave as peças com água e sabão neutro para eliminação de sujeiras.

Quais empresas recolhem e reciclam acrílico no Brasil?

Pergunta: Érica Rodrigues

Resposta:

Empresas recicladoras de acrílico no Brasil:

Uniplex: 18-3652.1079

Itacril: 11-4648.7132

Sheet Cril: 14-3296.8200

São Marcos: 54-3291.1757

Pode-se usar Álcool para Limpar Peças Acrílicas?

Pergunta: Antonio Carlos

Resposta:

A limpeza de peças produzidas com chapas ou resinas acrílicas deve ser feita normalmente com água e sabão. Uma lavagem simples com água e sabão deixa a peça brilhante novamente, retirando manchas, sujeira ou marcas de gordura.

Os solventes, como álcool ou tiner atacam as cadeias ou estruturas moleculares do acrílico, causando seu rompimento. Essas microfissuras, também conhecidas como crazing, se propagam por toda a área atingida pelo solvente, penetrando no interior da parede da peça, eliminando a transparência e transformando a área em aspecto esbranquiçado e sem brilho.

Portanto, limpe sua peça acrílica com água e sabão e cuidado com solventes ou outros produtos de limpeza que contenha álcool em sua composição, como Veja, Vidrex, etc.

Como Eliminar Riscos de Peças de Acrílico?

Pergunta: Lucas Vieira Silva, de Pinhais

Resposta:

Por ser um material belo e delicado, o acrílico exige alguns cuidados que garantem o brilho e a vida útil das peças. Relacionamos abaixo algumas dicas de como conservar o material, restaurar o seu brilho e eliminar riscos. é importante ressaltar que em hipótese alguma se deve utilizar na limpeza esponjas ásperas, muito menos de aço.

É comum as pessoas passarem nas peças um pano já utilizado em outros objetos, porém, isto deve ser evitado porque a poeira agarrada no tecido também risca o acrílico.
Algumas pessoas tratam o acrílico como se fosse um plástico normal, mas ele é como um cristal e exige certos cuidados que garantam sua beleza.

Para conservar as peças acrílicas deve-se evitar substâncias abrasivas como solventes (tiner ou álcool) e sapólio, além de utilizar um espanador de pó e, em seguida, um pano umedecido ou lavar as peças com água e sabão ou detergente neutro.

Para restaurar o brilho ou eliminar pequenos riscos no objeto deve-se usar ceras finas para carros ou para móveis com flanelas ou discos de tecidos adaptados a furadeiras. Esses produtos também conseguem retirar com muito mais facilidade sujeiras, como a graxa e outras substâncias oleosas.

Para eliminar riscos mais profundos sugerimos procurar uma empresa especializada, fabricante de peças acrílicas, que possua os recursos necessários para a realização do polimento industrial.

Caso queira tentar, o primeiro passo é utilizar no local uma fixa fina (n° 180). Em seguida usa-se uma politriz de alta rotação com discos de pano que restauram a transparência do acrílico. O acabamento final é realizado em outra politriz com discos de flanela, que por ser um tecido menos rugoso, dá brilho a peça. Em ambos os casos, uma massa para polimento é aplicada nos discos para ajudar na recuperação das chapas.

Obrigado pela pergunta.

Cuidados básicos com o acrílico (É anti-bactericida? Ideal para acondicionamento de alimentos? Transparência? Durabilidade? Resistência? Comparações com o vidro?)

Pergunta: Douglas Alberto

Resposta:

Por ser um material belo e delicado, o acrílico exige alguns cuidados que garantem o brilho e a vida útil das peças. Relacionamos abaixo algumas dicas de como conservar o material, restaurar o seu brilho e eliminar riscos. é importante ressaltar que em hipótese alguma se deve utilizar na limpeza esponjas ásperas, muito menos de aço.

É comum as pessoas passarem nas peças um pano já utilizado em outros objetos, porém, isto deve ser evitado porque a poeira agarrada no tecido também risca o acrílico.
Algumas pessoas tratam o acrílico como se fosse um plástico normal, mas ele é como um cristal e exige certos cuidados que garantam sua beleza.

Para conservar as peças acrílicas deve-se evitar substâncias abrasivas como solventes (tiner ou álcool) e sapólio, além de utilizar um espanador de pó e, em seguida, um pano umedecido ou lavar as peças com água e sabão ou detergente neutro.

Para restaurar o brilho ou eliminar pequenos riscos no objeto deve-se usar ceras finas para carros ou para móveis com flanelas ou discos de tecidos adaptados a furadeiras. Esses produtos também conseguem retirar com muito mais facilidade sujeiras, como a graxa e outras substâncias oleosas.

Para eliminar riscos mais profundos sugerimos procurar uma empresa especializada, fabricante de peças acrílicas, que possua os recursos necessários para a realização do polimento industrial. Caso queira tentar, o primeiro passo é utilizar no local uma fixa fina (n° 180). Em seguida usa-se uma politriz de alta rotação com discos de pano que restauram a transparência do acrílico. O acabamento final é realizado em outra politriz com discos de flanela, que por ser um tecido menos rugoso, dá brilho a peça. Em ambos os casos, uma massa para polimento é aplicada nos discos para ajudar na recuperação das chapas.

As chapas de acrílico se destacam entre outros materiais graças às suas qualidades e propriedades excepcionais, responsáveis pela ampla variedade de aplicações - dos materiais de construção até artigos domésticos, displays, luminosos, fachadas e outros.

Podemos relacionar as seguintes propriedades do acrílico:
• Chapas cristais atingem 92% de transmissão de luz, bem mais transparente que o vidro;
• Absorção de água com 2 a 100% de umidade relativa, apresenta aumento dimensional de no máximo 0,35%;
• Peso específico de 1.19 g&cm³, assim uma chapa de 2 m² e 3 mm de espessura pesa 7,26 kg;
• é atóxico, apresentando higiene e segurança total quando em contato com alimentos;
• Possui resistência química boa aos produtos químicos mais comuns;
• Boa resistência a quebras, sem tendência à fragmentação;
• Durabilidade de cerca de 10 anos resistindo a sol, chuvas, tempestades e todo tipo de intempérie. Apresenta excelente resistência à radiação dos raios ultravioletas;
• Infinitas possibilidades de cores (transparentes, translúcidas e opacas);
• Limitada resistência a solventes, principalmente tiner e álcool;
• Baixa resistência à fadiga;
• Inflamável, porém com baixa emissão de fumaça quando queimado. A queima é semelhante à madeira dura, mas sem produzir fumaça;
• Baixa resistência à abrasão, comparável à do alumínio, porém quando riscado é plenamente recuperado por polimento;

Comparações do Acrílico com o Vidro:
• O acrílico tem menor resistência à tração e menor rigidez que o vidro.
• Em aplicações como vidraças, as chapas acrílicas necessitam de espessura 1,5 a 2,5 vezes maior que o vidro para manter a mesma rigidez.
• Possui boa resistência ao impacto, e na quebra a chapa acrílica não estilhaça como o vidro. O acrílico quebra em pedaços não cortantes e é um material sensível ao entalhe.
• Uma chapa acrílica tem a metade do peso de uma chapa de vidro de mesmo tamanho e espessura.
• Revela melhor resistência a choques térmicos que o vidro;
• Chapas acrílicas podem contrair ou expandir devido a mudanças de temperatura e umidade

Propriedades Químicas do Acrílico:

Boa resistência química a:
•ácidos diluídos (ex: vinagre)
•Soluções de bases inorgânicas
(ex: amônia, água sanitária)
•Solventes orgânicos apolares
(ex: hexano, aguarrás, querosene)
•Bebidas alcoólicas (Ex. cerveja, vinho, uísque, aguardentes, etc.)
•Xaropes alimentícios e farmacêuticos
•óleos vegetais

Baixa resistência química a:
•Solventes aromáticos (ex: benzeno, tolueno)
•Hidrocarbonetos clorados (ex: CCl4)
•ácidos orgânicos (ex: ácido acético)
•ésteres, cetonas
•Graxas e óleos
•Alcoóis e Tiner (diluente de tintas)
•Soda cáustica

As chapas acrílicas são anti-bactericida?

As chapas acrílicas são anti-bactericida, pois não possuem agentes ou aditivos que destroem bactérias. Trata-se de produto inerte, ou seja, não provoca reações em bactérias. No caso de incubadoras de recém-nascidos, por exemplo, a limpeza das chapas acrílicas deve ser feita anteriormente a cada uso, utilizando-se somente água e sabão neutro.

 

Processos produtivos de móveis (como fuciona e se pode ser reciclado?)

Pergunta: Érica Rodrigues

Resposta:

Chapas acrílicas são fáceis de trabalhar, principalmente na fabricação de móveis, pois se utiliza equipamentos convencionais de marcenaria. No entanto, requerem ferramentas específicas para sua operação, de modo a permitir um melhor aproveitamento de corte e acabamento das peças. Em geral, as serras circulares e de fita são as mais utilizadas para o corte das chapas acrílicas. As circulares são as preferidas para se fazer cortes retos e as de fita para cortes em linhas curvas. A potência e velocidade das máquinas variam conforme a espessura e o tipo das chapas a serem cortadas.

Já no caso das brocas usadas para furação, elas também devem ter uma afiação especial, além de ser mais pontudas do que o normal, de forma a evitar que a chapa se quebre ao ser perfurada. A melhor rotação da broca, taxa de alimentação e pressão aplicada, dependerá do tamanho do furo e da espessura da chapa.
Outra opção utilizada para o corte das chapas de acrílico é o processo de corte a laser, que permite a confecção de peças com qualquer tipo de formato, com alta precisão e conforme a necessidade do cliente. Em uma rápida definição, pode-se dizer que o laser é um dispositivo que produz um fluxo definido de luz com qualidades excepcionais de intensidade e direção. Os lasers emitem ondas de luz que expõem o material ao intenso calor gerado pela concentração do raio, vaporizando o material no ponto focalizado.
O corte a laser também tem outras vantagens para chapas acrílicas, como a eliminação da necessidade de acabamentos posteriores, como lixamento e polimento, além do melhor aproveitamento da matéria-prima, com conseqüente redução de custos e aumento da capacidade de produção.

Em alguns casos, conforme o móvel a ser fabricado, também será necessário que as chapas acrílicas passem pode um processo de lixamento e polimento visando ressaltar o brilho e a beleza de suas bordas.
As chapas acrílicas quando aquecidas à temperatura e tempo adequados podem ser dobradas e moldadas. Ao resfriarem recuperam sua rigidez e conservam o formato aplicado. Os custos de equipamentos e moldes são relativamente baixos, podendo ser obtidas formas bi ou tridimensionais através de uma ampla variedade de processos.

As chapas acrílicas também podem ser coladas e para tal operação existem três opções. A mais utilizada é a cola a base de solvente, ou cola rápida. é uma cola fluída, indicada para a maioria das colagens convencionais de acrílico com acrílico e para montagens de peças leves e acessórios decorativos em geral. As chapas não devem ser polidas antes da colagem e as superfícies devem estar absolutamente lisas, planas, limpas e desengorduradas.

A segunda opção é uma cola viscosa, cristalina e de uso geral. Age dissolvendo o acrílico, depositando polímero nas juntas e tem uma consistência adequada à maioria das aplicações.
O terceiro tipo de cola é a mais eficaz e resistente para as chapas cast ou extrusadas. Trata-se de uma cola líquida de alta viscosidade, preparada pela mistura de dois componentes no momento de usá-la: cola e catalisador, sendo seu constituinte principal o próprio MMA - matéria prima do acrílico.
As chapas acrílicas devem ser acondicionadas em sua embalagem original com a película protetora, mantidas em lugar seco, em posição levemente inclinada em relação a vertical (10°), longe do sol, do calor e de produtos químicos. Não devem ser utilizados ganchos ou objetos pontudos durante transporte ou manuseio.

A limpeza do acrílico é extremamente fácil e econômica, devendo-se usar somente água e sabão ou detergentes neutros, aplicados com flanela ou panos bem macios. Em caso de riscos, encardidos e manchas superficiais, a remoção dos mesmos é bastante simples. é só aplicar polidor doméstico para metais, esfregando-se o produto sobre a área afetada e utilizando uma flanela seca e limpa, com intensidade suficiente até a remoção do defeito. Finalize a operação com uma segunda flanela para a remoção do excesso do polidor.

As chapas e resinas acrílicas podem ser recicladas como qualquer outro plástico. No Brasil recicla-se em torno de 15% da produção anual, sendo tais produtos destinados principalmente para fabricação de peças para uso interno e sem necessidade de resistência mecânica ou ótica.

 

Artigos e literatura sobre o Acrílico (produção de chapas acrílicas para câmaras isobáricas)

Pergunta:

Sou estudante da Universidade de Mogi das Cruzes, e faço iniciação cientifica com um projeto pela Fapesp e associado a uma empresa para produção de chapas acrílicas para câmaras isobáricas. Temos dificuldade de encontrar literaturas (livros e publicações) sobre o assunto. Gostaria de saber se o Indac poderia nos passar artigos ou outros meios de literaturas com mais informações sobre o acrílico.

Rita de Cássia S.s da Costa

Resposta:

Pode-se citar que os termoplásticos acrílicos (PMMA) são obtidos da polimerização dos ésteres acrílicos, gerando materiais como as chapas fundidas ou “cast”, chapas extrusadas, tubos, tarugos, filmes e grânulos para moldagem por injeção ou extrusão.

As chapas fundidas são produzidas com ampla variedade de tamanhos e espessuras, sendo as maiores disponíveis em 3x 2 metros, e espessuras variando entre 1 a 24 mm.
As chapas “cast”, fundidas entre placas de vidro, possuem excelentes propriedades óticas e acabamentos das superfícies, além de serem oferecidas em uma grande variedade de cores e composições. As chapas acrílicas fundidas são fornecidas com formulações básicas para uso geral e com propriedades de absorção de raios ultravioleta, espelhadas e com características de alta termoformabilidade.
Todas as chapas acrílicas fundidas são fortes, estáveis, resistentes às condições do tempo e termoformáveis; disponíveis nas opções transparentes, translúcidas e em cores opacas, combinando com uma variedade de texturas superficiais.
As chapas extrusadas são produzidas pela compressão dos grânulos acrílicos através de uma rosca de extrusão convencional. O acrílico é fundido e empurrado através de uma matriz em um processo contínuo, possibilitando uma variedade de larguras e comprimentos.
O processo de extrusão é a opção mais econômica para a produção de chapas acrílicas. A chapa extrusada é a alternativa de menor custo dentre as outras opções, entretanto, linhas de fluxo e distorções podem ocorrer. São utilizadas quando a qualidade é boa o suficiente e a economia do projeto é quem dita as regras.

Adiciona-se pigmentos ao monômero visando produzir um amplo espectro de cores transparentes, translúcidas ou opacas. A maior parte das cores é formulada para possibilitar longo tempo de durabilidade à exposição externa. Formulações especiais de chapas acrílicas também estão disponíveis para moldagens profundas de componentes como banheiras e
cabines de banho.
As propriedades mecânicas do acrílico são elevadas e altas tensões conseguem ser suportadas com segurança por curtos períodos. Entretanto, para esforços mais prolongados as forças de tensão devem ser limitadas a 1.500 psi, visando evitar «crazing» ou rachaduras na superfície.

Vale a pena citar que o setor de acrílico é pouco explorado por literaturas específicas. Outra opção para informações técnicas é utilizar os trabalhos científicos desenvolvidos por escolas especializadas em materiais plásticos, como é o caso da Universidade Federal de São Carlos — UFSCar— em seu Departamento de Engenharia de Materiais - DEMA.

Estufas para modelagem de acrílicos (tamanho, tipo de energia, tipo de ventilação, tipo de estrutura, tipo de modelo)

Pergunta: Aldo Marzolla

Resposta: 

Os fornos para aquecimento de chapas acrílicas devem apresentar temperaturas uniformes e constantes e ventilação forçada de ar. Estes fornos consistem de recipientes externo e interno, separados por um espaço contendo isolação de fibra de vidro ou lã de rocha. No recipiente interno os fornos devem ter aquecedores com controle termo-estático, em condições de operarem entre 60 a 190°C, com variação de até 5°C; apresentando velocidade do ar através das chapas entre 1 a 5 m/s. Ventiladores também dever ser utilizados para assegurarem a distribuição de calor.

Certifique-se que as temperaturas no interior do forno mantenham-se uniformes e que as armações exerçam pressões constantes e adequadas em todos os lados da chapa quando estiver aquecida.
Aquecedores horizontais infravermelhos (de cerâmica, por exemplo) são mais rápidos
e conseqüentemente de menor custo de mão de obra que os fornos de ar quente.
Os fornos horizontais são mais flexíveis, pois os aquecedores, as chapas e as armações de apoio podem ser removidos.

As dimensões do forno dependerão do tamanho da chapa que deve ser aquecida. Recomenda-se dimensioná-lo de acordo com o maior tamanho de chapa que poderá ser aquecida.

Colagem com Acrílico (formação, técnicas tipo de cola e outros)

Pergunta:

Trabalho com acrílico há mais de cinco anos mais até agora não consigo fazer uma boa colagem. Gostaria de saber se vocês poderiam me ajudar através de apostila ou curso para que eu possa me tornar um ótimo colador.

Edson Santos de Jesus

Resposta:

Sugerimos o curso sobre Artesanato em Acrílico na Escola Senai Mario Amato, de São Bernardo do Campo / SP. O curso é composto de etapas teóricas e práticas de oficina, colaborando no aprendizado das técnicas de trabalho com chapas acrílicas. Escola Senai Mario Amato, tel.: 11-4109.9499, se preferir entre em contato por e-mail:[email protected]

De qualquer maneira, podemos mencionar que as chapas acrílicas podem ser coladas entre si usando colas apropriadas, obtendo-se uniões fortes e transparentes. A duração, aparência e força da união dependem da eliminação de esforços internos, da preparação do material na forma adequada e da escolha da cola mais indicada. Há um tipo de cola apropriada para cada aplicação em particular. As técnicas de aplicação das colas são muito importantes para obtenção de um bom resultado.
é importante atenção com cuidados e segurança, pois toda a cola contém solventes orgânicos e, portanto trata-se de produto tóxico. A cola para acrílico deve ser manuseada em local arejado (de preferência em capelas com exaustão de vapores), com uso de luvas, óculos e máscaras. Se for inalada, pode causar náuseas, tontura, e convulsões, afetando o sistema nervoso central e o sistema cardiorrespiratório. Evite o contato com a pele e mantenha o frasco com o produto longe de crianças e pessoas não habilitadas.

Para boa aderência da cola, as superfícies do acrílico devem estar isentas de gordura ou de adesivos dos filmes de proteção. Deve-se efetuar uma limpeza usando éter ou aguarrás.
Se o corte feito com serra apresentar imperfeições, deve ser lixado até atingir esquadramento correto, eliminando-se os «serrilhados» e ondulações. Nunca se devem polir as superfícies a serem coladas, pois a cola não teria boa aderência e as áreas de contato seriam reduzidas pelo arredondamento das bordas.

Existem basicamente dois tipos de colas para trabalho com Acrílico:
• Colas a base de solvente
• Colas acrílica com catalisador

A utilização correta da cola à base de solventes é uma das peculiaridades do processo. A cola à base de solventes, ou cola rápida, exige do aplicador alguns conhecimentos mínimos para oferecer maior rendimento. Com o objetivo de facilitar a compreensão de seus segredos, e assim evitar bolhas e o “embranqueci mento” das peças após uma colagem mal realizada, é importante que o aplicador esteja atento para detalhes fundamentais no processo de colagem. Em primeiro lugar, as superfícies a serem coladas devem estar absolutamente lisas, planas, limpas e desengorduradas, para que haja uma aderência perfeita entre elas, o que pode ser obtido com uma usinagem feita por torno, tupia, desempenadeira ou fresa. As partes que estarão em contato devem ser limpas com tecido umedecido em álcool, éter ou aguarrás. Recomenda-se, também, a retirada de pequenas sobras dos filmes de proteção que acompanham as chapas e podem ser um empecilho para uma boa colagem. As chapas não devem ser polidas antes da colagem. Por apresentar secagem rápida, não é aconselhável para peças que ficarão expostas às intempéries ou para usos industriais, ou mesmo para peças que podem ser submetidas a esforços mecânicos.

Para realizar uma colagem com ângulo de 90 graus, utiliza-se a ajuda de fitas adesivas, grampos ou qualquer outro recurso para fixar o posicionamento das partes, e aplica-se a cola com o auxílio de uma seringa ou uma bisnaga, adaptadas ao bico aplicador. Se junta uma parte da peça contra a outra, firmemente com grampos ou pesos e aplica-se a cola solvente, com seringa hipodérmica e agulha ao longo do interstício deixado pelas superfícies a colar, permitindo que a cola penetre por capilaridade nas áreas determinadas, que em função da baixa viscosidade da cola fluirá em todas as arestas de contato. Deve-se ter cuidados para evitar que a cola escorra pelas arestas onde não se deseje a união. Cola em demasia pode arruinar as zonas adjacentes e se for escassa as uniões ficarão frágeis.
Deve-se aguardar uma hora antes de qualquer manuseio, e até doze horas antes das demais operações de acabamento. A cola a base de solvente age dissolvendo a superfície da chapa acrílica, permitindo a fusão das faces a serem coladas, seguida da evaporação do solvente.

A cola acrílica com catalisador é um produto de alta transparência e bastante cristalino, apresentando alta viscosidade e deve ser preparada com o auxílio de um componente catalisador. A cola acrílica com catalisador garante elevada resistência mecânica à junta colada, permitindo trabalhos resistentes à pressão e esforços mecânicos, oferecendo, ainda, grande resistência às intempéries. é a única cola que permite obter juntas quase invisíveis e com resistência próxima à do próprio acrílico.
Para conseguir o efeito desejado, misture a cola com o catalisador na proporção de 25:1 (ex: 25 ml de cola para um ml de catalisador). Homogeneizar por 1 minuto em recipiente bem limpo, de vidro ou polietileno. Completada a mistura, espere até as bolhas subirem para a superfície da cola e transfira o produto sem bolhas para uma bisnaga flexível, ou seringa plástica. Após ser preparada, a cola deve ser utilizada em até 20 minutos, pois sua viscosidade aumenta progressivamente, dificultando a aplicação.
As superfícies a serem coladas devem estar limpas e desengorduradas. Proteja as áreas próximas à região a ser colada com fitas adesivas ou filmes plásticos.

Aplique a cola em uma das partes e mantenha a peça posicionada em gabaritos. Mantenha o objeto pressionado por até 60 minutos, até o endurecimento da cola. A usinagem do material colado deve ser realizada apenas depois de um intervalo de 24 horas. Cuidado com alguns materiais que amarelam a cola e retardam seu endurecimento como borrachas, madeiras, álcool ou a parte colante das fitas adesivas.

Não é necessário polir as partes a serem coladas. Não utilize a cola em temperatura ambiente inferior a 20° C, pois ela deve ser utilizada entre 20° C e 25° C (é possível aquecê-la em banho-maria). Caso a cola demore mais de 60 minutos para endurecer, descarte o catalisador, que deve ser conservado em ambiente refrigerado com até 10° C. Por ser inflamável, o produto deve ser mantido longe do fogo. Em caso de acidente, use pó químico seco para apagar. Armazene o produto longe de crianças e pessoas não-habilitadas.
Procure trabalhar em ambientes refrigerados ou em capela com exaustão de vapores. Use máscaras, óculos e luvas na hora do manuseio.

As colas usadas para chapas estrusadas são à base de solvente e também agem dissolvendo a superfície da chapa acrílica, permitindo a fusão das faces a serem coladas, seguida da evaporação do solvente. Possui secagem rápida, devendo ser aplicada por meio de seringa hipodérmica de plástico. Juntam-se previamente as partes a serem coladas, despejando-se a cola por meio da seringa na região da junta.

As colas são encontradas no mercado especializado para materiais acrílicos, sobre diversas especificações de acordo com a utilização.

Também podemos citar outras técnicas de colagem para Acrílico, como:
• Adesivos com aplicação em aerossol
• Adesivos em fitas de dupla face transparentes ou opacas
• Pistola de ar quente, ajustadas eletronicamente, quanto à temperatura e velocidade do fluxo de ar.
• Para trabalhos muito especiais utiliza-se método por ultra-som, com tempos de execução muito curtos.

Para se conhecer ainda mais sobre colagem de chapas acrílicas, consulte o site do Indac.

Instalado no número 1.230 da Avenida Paulista, centro financeiro da Capital e uma das regiões mais valorizadas e frequentadas por públicos de variados perfis, o Shopping Cidade São Paulo foi inaugurado em 30 de abril de 2015. Desenvolvido e construído pela Cyrela Commercial Properties, tem área de 17 mil m², com cinco pisos, 160 lojas e as mais importantes marcas do varejo.

Shopping Cidade São Paulo: a presença do acrílico em um projeto inovador

Na área de entretenimento, oferece teatro e cinema. Em gastronomia, reúne alguns dos mais prestigiados restaurantes de São Paulo. São 1,5 mil vagas de estacionamento e uma série de serviços, como bicicletário. Além de toda a infraestrutura, o visitante pode usufruir de um jardim de 2,4 mil m² a céu aberto, com árvores nativas, mesas, bancos e entrada livre. Localizado próximo ao Masp e ao Parque Trianon, seu projeto arquitetônico inovador tem pré-certificação LEED Gold, que atesta o atendimento a rigorosos requisitos de respeito ao meio ambiente e à ocupação sustentável.

Shopping Cidade São Paulo: a presença do acrílico em um projeto inovador

A comunicação visual do Shopping é toda em acrílico, principalmente em caixas estruturadas com chapas brancas leitosas de 8,0 mm de espessura, com iluminação interior em LEDs. O conjunto arquitetônico da edificação e o jardim externo combinam com uma sinalização moderna e sofisticada, e que atende a Lei Cidade Limpa do Município, em relação às dimensões e requisitos estéticos.

Todo grande mercado, como o Pão de Açúcar ou Carrefour, possui uma área para produtos vendidos a granel, sem embalagens. São azeitonas, grãos e nozes, frutas secas e cristalizadas e azeitonas, entre outros. Armazenados e expostos dentro de grandes recipientes transparentes, os produtos saltam aos olhos dos clientes, que nem sempre percebem estar diante de uma peça feita de acrílico, o Recipiente de Alimentos em Acrílico.

Dentro das residências e, principalmente, em estabelecimentos comerciais, a escolha pela utilização de recipientes de acrílico seria natural se suas principais características fossem de conhecimento dos consumidores. Seja para armazenar alimentos em casa ou também servir como expositor do conteúdo em lojas, o que empresários, compradores e donas de casa procuram são recipientes transparentes, atóxicos, fáceis de limpar e resistente contra choques e arranhões e que proporcionem um visual belo e agradável.

Recipiente de Alimentos em Acrílico

Há muitos anos o setor cerealista utiliza os recipientes em acrílico para demonstração dos produtos, como grãos, farináceos e grãos integrais, como a Casa de Saron, localizada na região central de São Paulo. O acrílico dá uma visualização melhor do produto, o que atrai os olhares dos clientes. Além de ser atóxico, mais fácil de limpar e mais seguro. Os argumentos são os mesmos utilizados pelo Empório Roots, também na região cerealista de São Paulo, que tem cerca de 10 anos de experiência nessa atividade e, consequentemente, em recipientes de acrílico – que são substituídos a cada três anos.

Apesar de mais caro, o acrílico dá uma boa aparência ao produto, não passa e não retém o cheiro dos alimentos e, se cuidado da forma adequada, dura anos. Leveza e durabilidade são os maiores aliados dos recipientes em acrílico. Para os consumidores, o excelente custo benefício fica bastante óbvio no dia-a-dia.
Os recipientes de alimentos fabricados a partir de chapas acrílicas permite que a peça preencha exatamente o espaço que a loja dispõe, em altura e volume, entretanto, esses recipientes precisam ter uma colagem de boa qualidade.”

Recipiente de Alimentos em Acrílico não prejudica a saúde

O acrílico recebeu a designação de material atóxico na segunda metade do século passado.

Esta foi uma das grandes notícias para o mercado de acrílico naquele período. Produtores do material e processadores de chapas voltaram seus olhos para todos os mercados que antes não eram aceitos, como os setores hospitalar e alimentício. No primeiro, passou a ser utilizado em próteses humanas e aplicado em aparelhos de hemodiálise e de cirurgias cardíacas. Quem investiu no setor alimentício passou a produzir embalagens, recipientes e utensílios. Porém, não basta que o acrílico seja atóxico. É de extrema importância que o produtor da peça também escolha a cola correta e realize a colagem adequada.
Alguns cuidados são necessários para garantir a atoxidade dos recipientes obtidos a partir de chapas. A produção de caixas ou tubos colados exige o manuseio adequado da cola para que resulte em uma junta inerte, inodora, insípida e com baixo teor de monômero residual. A garantia de uma junta atóxica está diretamente ligada ao tipo de cola utilizada e a técnica ou método de colagem escolhido.”
Para realização de testes de atoxidade de recipientes de alimentos, o Indac recomenda o contato com o CETEA – Centro de Tecnologia de Embalagens de Alimentos, entidade que realiza pesquisas e desenvolvimento, assistência tecnológica, diagnóstico de problemas e avaliação e controle de qualidade em embalagens de alimentos. Trata-se de um instituto de pesquisa, desenvolvimento e assistência tecnológica ligado à Secretaria da Agricultura do Governo do Estado de São Paulo.

Recipiente de Alimentos em Acrílico

Acrílico à mesa

Ao se falar em acrílico atóxico para utilização com alimentos, o principal mercado é o de recipientes, mas o setor de utilidades domésticas também é enorme em acrílico. Quem atua no setor é a Kaballa, que desenvolveu um portfólio amplo e vistoso para conquistar clientes de todo o Brasil.

Recipiente de Alimentos em AcrílicoPorta-copos, porta-guardanapos, saladeiras, copos, taças, canecas e jarras. Há uma infinidade de utensílios em acrílico para uso do¬méstico. E todos estão no catálogo da Kaballa que só trabalha com peças injetadas. O acrílico é o material ideal para esse tipo de aplicação por causa do brilho, formas, possibilidades de cores, fácil higienização e segurança, qualidades que não encontramos em nenhum outro material, além da importância da durabilidade dos produtos. Eles não são descartáveis, como muitos pensam, e podem durar até seis anos, se bem conservados.

Conheça as empresa que podem lhe fornecer recipientes em acrílico:

Tudo em Acrílico
www.tudoemacrilico.com
11 3782.1688

Casa do Acrílico Rio de Janeiro
www.casadoacrilico.com.br
21 3970-7005 / 21 2222-2000

Acriplanos
www.acriplanos.com.br
71 3384 0150/3559

Total Acrílicos
www.totalacrilicos.com.br
64 3453-2691

Acrinox
www.acrinox.com.br
61 3202 7577 / 3354 7577

Acrilopes
www.acrilopes.com.br
11 2047 0430

Kaballa
www.kaballa.com.br
54 3292.4823

 

Chapas acrílicas podem ser facilmente unidas entre si ou a outros materiais com colas especiais. A colagem correta das chapas acrílicas é uma etapa vital no desenvolvimento de peças atrativas e de alta qualidade, que possam exibir uniões fortes, limpas e sem manchas.

As informações a seguir são dadas como dicas de como atingir essas uniões.

Regras básicas de segurança para colagem

As colas para acrílico devem ser utilizadas somente em áreas bem ventiladas, com a adequada proteção de EPIs recomendados pelo fabricante. Antes de utilizar as colas reveja o boletim técnico de segurança do fabricante para cada produto específico.

Ao manusear colas acrílicas evite fumar, pois alguns solventes são muito voláteis e inflamáveis podendo incendiar. Sempre proteja a pele do contato de colas a base de solventes.

Equipamentos e materiais necessários

Itens básicos necessários para a adequada colagem incluem um aplicador de colas como uma almotolia com ponta de agulha, fixadores ou pinos, e um recipiente (bandeja) para imersão na cola (utilizado na colagem por imersão ou absorção). Moldes, grampos e pesos também podem ser úteis durante a colagem.

Regras básicas para colagem de acrílico

A temperatura ideal de trabalho para colagem de chapas acrílicas é entre 20 e 25°C. Não trabalhe em salas com temperaturas abaixo de 15°C ou acima de 37°C e com alta umidade relativa do ar. Trabalhe em ambiente sempre bem limpo, evitando proximidade com poeiras e fontes de calor como estufa ou chama. O ambiente ideal é ter uma área isolada do restante da produção, provida de exaustão adequada para eliminar os vapores das colas.

Preparação

Prepare bem a área que será colada – as bordas devem ser limpas após o corte. Bordas queimadas ou lascadas deve ser o resultado do uso de lâmina sem fio durante o processo de corte com serra. O contato entre a borda lascada ou queimada e a cola deve causar o aparecimento de “crazing” ou finos traços esbranquiçados no interior da chapa. Finalize ou retoque todas as bordas ásperas com plainas, fresas ou algum equipamento que elimine as ranhuras e consiga um bom acabamento. Se não for possível o acabamento final com estes equipamentos, certifique-se de utilizar uma serra limpa, com fio suave e que não danifique ou queime as bordas das chapas.

As bordas que serão coladas não devem ser polidas, pois o processo de polimento além de impregnar ceras no material, provoca abaulamentos nas bordas das chapas e os resultados são uniões fracas, quebradiças e de má aparência.

Bordas polidas com chama geralmente provocam fissuras finas ou “crazing” quando em contato com as colas. As fissuras também podem aparecer caso as forças internas de fabricação sejam altas. Para eliminar estas tensões, aqueça o pedaço da chapa a ser colada em torno de 80°C. O tempo de aquecimento e resfriamento, em horas, pode ser correspondente à espessura da chapa em milímetros, até a espessura de 6,0 mm. Por exemplo, para eliminar as tensões de uma chapa de 3,0 mm de espessura, deve ser aquecida por três horas, e então resfriada gradualmente em outras três adicionais.

Para chapas finas, o tempo de aquecimento deve ser pelo menos duas horas. Não é necessário aquecer chapas por mais de seis horas. Observe que cada hora de aquecimento necessita do mesmo tempo para resfriamento.

Colagem por capilaridade

Como colar acrílico

A colagem por capilaridade é o método mais comum para união de chapas acrílicas, obtendo uniões resistentes e transparentes. Trata-se de um método fácil de ser utilizado, pois a cola, a base de solvente de baixa viscosidade, escorre entre os espaços e ocupa os interstícios pela ação da capilaridade (figura 1).

Antes de começar o processo, confirme se as partes a serem coladas se encaixam adequadamente e então utilize fitas adesivas ou gabaritos para afixá-las no local que devem se unir, mantendo-as no esquadro ou ângulo desejado.

Quando se cola chapas acrílicas por capilaridade, mantenha o local da união em um plano horizontal. Para peças muito grandes, o escoamento da cola a base de solvente pode ser melhorado com a ampliação do espaçamento entre as duas bordas, utilizando-se calços (fios ou arames finos – não use fios de cobre). Use fios de 0,15 mm para chapas de até 6,0mm de espessura ou de 0,3 mm para chapas mais grossas. Insira arames finos ou fios de náilon a cada 600 mm para colagem de bordas extensas (fig. 2).

Deixe a cola penetrar entre as bordas por 45 a 60 segundos, para chapas com espessuras menores que 6,0 mm antes de remover os calços. As chapas com espessuras mais grossas exigem mais tempo. Após remover os calços aplique uma pequena pressão, entre 50 a 100 g/cm² durante três minutos até a união se fixar.

Caso a cola não tenha escorrido completamente entre os espaços, incline levemente a peça para posição vertical em torno de 1° em direção ao lado externo. Este procedimento deve ajudar o solvente a escoar livremente para os espaços vazios da união, retornando-se posteriormente a peça de volta à posição horizontal.

Embora a colagem ocorra em segundos, deve-se aguardar cerca de três horas antes de dar prosseguimento aos demais processos. A alta resistência da colagem é alcançada no período de 24 a 48 horas, entretanto, a força de união da colagem continuará se desenvolvendo ainda por algumas semanas.

Como colar acrílico

Colagem por imersão ou absorção

Como colar acrílico

Despeje uma quantidade moderada de cola a base de solvente dentro de uma bandeja ou sobre uma lâmina plana de vidro. Mantenha somente a borda de uma das partes a ser unida na superfície do solvente, evitando molhar suas laterais. Isto é conseguido espalhando-se alguns clips metálicos ou pregos sem cabeça no fundo da bandeja (ou sobre o vidro) onde o acrílico deve ser apoiado. A exposição excessiva da borda ao solvente resultará em uma colagem lenta, com fixação irregular da união (fig. 3).

Chapas finas devem permanecer imersas no solvente por 20 segundos, enquanto que as mais grossas devem ficar mergulhadas por 30 a 40 segundos. O tempo de permanência deve variar para diferentes tipos de solventes e para distintas forças de colagem exigidas. Chapas extrusadas exigirão metade do tempo de permanência usadas para chapas “cast”.

Retire a chapa e segure-a em um ângulo bem leve que possibilite o escoamento do excesso de solvente. Com cuidado, porém, com certa rapidez, coloque a borda impregnada de cola no local preciso onde deverá ocorrer a união. Segure as partes unidas por 30 segundos, sem pressioná-las, permitindo que o solvente trabalhe na superfície da peça que não foi banhada com a cola.

Depois de 30 segundos aplique uma leve pressão para comprimir as bolhas de ar, pois pressão excessiva deverá expulsar a cola do local da união. Quando as partes estiverem unidas, coloque um gabarito ou um peso para que o contato se mantenha firme durante 10 a 30 minutos. Não permita que as partes se movam durante este período crítico.

A colagem inicial se forma entre 5 a 10 segundos, no entanto, aguarde cerca de três horas antes de dar prosseguimento aos demais processos. A alta resistência da colagem é alcançada no período de 24 a 48 horas, entretanto, a força de união da colagem continuará se desenvolvendo ainda por algumas semanas.

Colagem com cola viscosa

Como colar acrílico

Existem dois tipos de colas viscosas: as que secam por evaporação do solvente e as que polimerizam na junta.
Para colagem de uniões de difícil ajuste ou bordas que não se encaixam adequadamente, use cola viscosa para unir partes que não podem ser coladas pelos métodos de capilaridade ou absorção. A cola viscosa é grossa e consegue preencher pequenos espaços vazios, tornando as uniões fortes e transparentes, realizando colagens que as colas finas não conseguem.

Remova a sujeira em volta da área a ser colada e cuidadosamente aplique uma pequena quantidade de cola viscosa em um dos lados da união utilizando uma espátula, um pincel ou um aplicador de cola. Ainda com cuidado, junte as partes como no processo de colagem por absorção.

Fitas adesivas resistentes a solventes, como a fita #685 da 3M, pode ser usada para proteger a área em volta da união. Remova a fita cuidadosamente pouco antes da cola secar. Não toque na peça durante os estágios iniciais, pois a união não se consolidará neste período crítico da colagem.

Colas Polimerizáveis

São colas que causam a adesão através de uma reação química de polimerização de dois componentes – cola e catalisador – Cola Viscosa para Acrílico.

As colas polimerizáveis são as que produzem os melhores resultados com uniões excepcionalmente fortes, acabamento perfeito e que garantem longa durabilidade aos produtos colados.

Outros adesivos de dois componentes, como as resinas epóxi, resinas fenólicas e isocianatos (poliuretano) são mais adequados para colar chapas acrílicas com outros materiais.

Equipamentos e materiais necessários para colar acrílico

Para o processo de colagem de chapas acrílicas é necessária uma base de trabalho plana, além de forte ventilação ou remoção de vapor, pois os vapores dos solventes são mais pesados que o ar. Também se deve cobrir a área de trabalho com vidro ou com filme de polietileno ou polipropileno, visando proteger a mesa de trabalho e as áreas de colagem que não devem entrar em contato com a cola. O método mais fácil para se utilizar cola polimerizável para unir duas partes em acrílico, se faz através de uma pistola especialmente preparada para esta finalidade. Estes dispositivos devem misturar automaticamente os dois componentes da cola, de carga substituível, e permitir relativamente fácil aplicação através da ponta do aplicador.

Quando não se utiliza pistola de aplicação, então deve ser empregada uma balança ou provetas, um recipiente para mistura e uma almotolia para cola. A balança deve possuir precisão de um grama para avaliação do peso dos adesivos. Escolha um recipiente redondo, de vidro ou polietileno – desde que seja insolúvel, para a mistura dos componentes da cola. Para agitar uma pequena quantidade de cola, use uma haste de vidro ou polietileno.

Gabaritos de montagem e grampos fixadores são usados constantemente como assessórios de colagem para produção em série. As partes que serão coladas podem ser presas com clips, grampos, pesos e fitas adesivas. Manchas excedentes de cola nas peças podem ser evitadas usando a fita especial #685 da 3M ou similares com “liner” de poliéster ou polipropileno.

Como colar acrílico

Colagem face a face

A colagem face a face pode ser realizada em áreas horizontais ou verticais. Chapas finas ou grossas podem ser coladas horizontalmente, contudo, blocos ou tarugos também podem ser colados verticalmente.

Para a colagem horizontal, a cola não deve conter bolhas e deve ser depositada sobre a superfície da chapa a aproximadamente 1/3 de distância das bordas (fig.4). As bordas de um dos lados das chapas podem ser unidas com uma fita adesiva (formando uma “dobradiça”). Comece a unir as chapas a partir da “dobradiça”, abaixando progressivamente a chapa superior de maneira a distribuir a cola uniformemente entre as chapas. Com isto eventuais bolhas serão expulsas para fora da colagem (fig. 5).

Como colar acrílico

Chapas grossas ou tarugos devem manter entre si um vão de aproximadamente 1,2 mm, com uso de espaçadores como fios de náilon, por exemplo.

Caso as bolhas se formem enquanto a cola é aplicada, devem ser extraídas com arames finos com a cola ainda úmida. As bolhas presentes em grandes áreas de colagem podem ser eliminadas perfurando-as também com um arame fino e removidas rapidamente para fora da massa do adesivo. Deixa-se uma abertura de aproximadamente 2,0 mm no topo da colagem por onde será envasada a cola para dentro do vão.

A colagem vertical tem várias vantagens – uma delas é que o processo pode ser realizado mesmo a cola apresentando pequenas bolhas.

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Colagem de topo

Para criar uniões de topo, fixe as placas em uma base plana, deixando um vão de pelo menos 0,8 mm entre elas. Vede a parte de baixo cobrindo a abertura com uma fita adesiva sem adesivo na parte central ou com a fita invertida, evitando o contato do adesivo da fita com a cola acrílica (fig. 6). Aplique a cola na junta despejando-a pela abertura maior do vão, lenta e continuamente, evitando assim a formação de bolhas.
A forma do vão da colagem depende basicamente da espessura das placas que serão coladas de topo. União de topo em V, com ângulo de abertura de 5 a 10° possibilitam maior resistência, para chapas finas – até 6,0 mm. Para chapas de 8,0 mm ou mais, recomenda-se ângulos menores.

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A contração da cola durante a polimerização é de cerca de 15 a 20% em volume. Forma-se uma superfície côncava (menisco) na face da colagem quando seca. Para compensar esta contração, deve-se usar um pequeno excesso de cola no início da aplicação.
Pode-se usar uma barragem com folha de alumínio fino ou fita adesiva larga.

Em alguns casos, com chapas muito grossas, será necessário um preenchimento posterior com nova preparação de cola (fig. 7).

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Colagem de Acrílico em ângulos

As uniões devem ser elaboradas utilizando-se gabaritos adequados para garantir que as partes se fixem nos ângulos desejados durante a colagem e a secagem. Quando se projeta uniões em ângulo, é difícil conseguir folgas ou espaços uniformes para a colagem, especialmente quando as uniões são longas e em chapas finas.

Bordas esquadrejadas e regulares são adequadas para serem unidas com colas polimerizáveis, pois permite que a borda de uma das chapas seja chanfrada e posicionada diretamente na superfície superior da outra chapa (fig. 8).

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Para produzir uma união firme e resistente, deve-se deixar um pedaço da chapa de baixo de sobra em relação à borda da peça vertical visando escorar o preenchimento do excesso da cola (fig. 9). Depois da secagem, o excesso pode ser cortado e eliminado e a união lixada e polida (figuras 10 e 11).

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Acabamento das uniões

colagem12aA quantidade de cola usada na união deve ser a necessária e suficiente de forma a reduzir ao mínimo os trabalhos posteriores de acabamento, como usinagem e polimento.

As superfícies podem ser acabadas com lixas d’água fina ou lã de aço, para então serem polidas, visando produzir uniões com alta qualidade ótica.

Recomenda-se realizar o destencionamento ou “annealing” das chapas para eliminar as tensões da colagem. O excesso de borda mais cola endurecida devem ser removidos utilizando-se uma fresa bem afiada com ponta de metal duro (widea).

 

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Assista aos Vídeos sobre como colar acrílico a seguir

A Colagem de Chapas Acrílicas – Debate no 11º Fórum Acrílico

Pelo terceiro ano seguido o Indac promove o 3º Fórum Acrílico NORDESTE. Levando conhecimento e novidades. Evento que acontece dentro da feira Signs Nordeste 2015.

Nesta edição estaremos acompanhados das empresas associadas ao Indac: Engraver, VP Máquinas, Sinteglas, J. Acrílico (de Fortaleza), será o espeço ideal para buscar conhecimento e fazer negócios com umas das melhores empresas do setor.

Programação do Fórum

17:00 ÀS 17:20: SAIA DA CRISE E VALORIZE SUA COMUNICAÇÃO VISUAL COM ACRÍLICO
JOÃO ORLANDO – INDAC

17:40 ÀS 18:00: EXCEPCIONAL DIFUSÃO DE LUZ PELAS SUPERFÍCIES DAS CHAPAS ACRÍLICAS COM GRAVAÇÃO A LASER
ANA MACHADO – SEI LASER

18:20 ÀS 18:40: ACRÍLICO FANTASIA E COLAS ESPECIAIS – COMO SE DIFERENCIAR NO MERCADO DE ACRÍLICO
EDUARDO FIASCO – SINTEGLAS

19:00 ÀS 19:20: CHAPA PMMA EXTRUDADA E CAST: CARACTERÍSTICAS, DESEMPENHO E APLICAÇÕES
HUMBERTO POLLI – UNIGEL PLÁSTICOS

19:40 ÀS 20:00: COMO ESCOLHER A CHAPA DE ACRÍLICO CORRETA PARA COMUNICAÇÃO VISUAL
FELISBERTO TRAVASSOS – CASTCRIL

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Esta é uma exposição de arte produzida no Brasil ou sobre o Brasil, por artistas brasileiros ou estrangeiros, inspirados pelos temas do nosso país.

Um espaço intimamente ligado à história nacional, que segue o desenrolar de cinco séculos. A cronologia é importante, mas são as imagens que predominam, sejam elas impressas, desenhadas, gravadas, aquareladas ou pintadas a óleo. O papel é o principal suporte das obras, mas convive com telas, esculturas e objetos de natureza diversa, entre os quais se destacam as moedas que circularam no país.

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Não é, no entanto, uma mostra de história, apesar de ela ser evocada por toda parte. É a exposição das imagens e dos objetos deixados por muitos dos maiores protagonistas da arte no Brasil desde o descobrimento.

Tamanha importância destas imagens que só poderiam ser expostas em displays, molduras e suportes de acrílico cristal. O rigor das dobras e colagens das chapas acrílicas seguem a perfeição das obras expostas, valorizando a história brasileira e ligando o passado ao presente através do mais nobre dos materiais.

Já na entrada da coleção as quase 400 gravuras de plantas e animais estão expostas em molduras de acrílico transparente, com espessura de 4,0 mm, revelando a história, sem ofuscar o olhar e a observação dos visitantes.

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Os livros de arte do século XIIIV estão perfeitamente apoiados por suportes de acrílico de 6,0 mm, deixando as obras em perfeitas condições para serem apreciadas pelos visitantes.

A coleção permanente ocupa dois andares do Itaú Cultural, em São Paulo, SP, em um total de 514 metros quadrados. A exposição reúne obras de duas coleções específicas do maior acervo de arte de uma companhia privada da América Latina: Brasiliana Itaú e Itaú Numismática.

Parte das duas coleções está intercalada no espaço, de acordo com o período histórico. São nove módulos, cada um com um tema, reunindo 1.364 obras.

Da Brasiliana Itaú o público poderá ver 969 itens, entre pinturas, tridimensionais, desenhos, aquarelas e têmperas, gravuras, mapas, manuscritos de literatura, documentos, periódicos, livros e caricaturas.

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Detalhes

Espaço Olavo Setubal – terça a sexta 9h às 20h. Sábado, domingo e feriado 11h às 20h
Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 – Pisos 4 e 5 (São Paulo / SP)

Ficha técnica (clique para acessar)

Brasil é o segundo maior país na venda de produtos para animais de estimação. De olho nesse segmento, indústria de acrílico nacional já faz algumas apostas.

O Brasil já é o segundo maior mercado de produtos pet do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos, segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação (Anfalpet). Dados da entidade apontam que o segmento movimenta mais de R$ 9,6 bilhões por ano e tem atualmente 84 milhões de “potenciais clientes”.
De acordo com a Anfalpet, o Brasil tem estrutura e capacidade de produção para ser também o segundo maior exportador de acessórios do setor, atingindo US$ 250 milhões no ano passado, mas ainda com grande possibilidade de crescimento.

O gestor da Planet Zoo Pet Solutions, Vanderson Matos Santana, afirma que o mercado pet nacional ainda está em processo de amadurecimento e seguindo a linha “nada se cria, tudo se copia”. “Existem poucas empresas especializadas no país e a fabricação nacional é muito crítica, porque boa parte da indústria ainda não despertou para esse mercado.” Por outro lado, a falta de novidades abre um enorme campo de oportunidades para quem quer inovar em produtos e servO mercado PET "Late" pelo Acrílicoiços para animais de estimação.

Foi o que fez o próprio gestor da Planet Zoo Pet Solutions há 10 anos, quando sugeriu a um amigo, proprietário de uma empresa transformadora de acrílico, o desenvolvimento de peças com o material para o mercado pet. “Naquela época, quase não tínhamos informações sobre a aplicação do acrílico em produtos para animais no Brasil, então fomos pesquisar em outros países, como os Estados Unidos, e começamos a criar aquários, gaiolas, camas e comedouros”, diz Ricardo Torres Vigolo, responsável pelo desenvolvimento de produtos da Novacril, parceira da Planet Zoo. De acordo com Vigolo, o acrílico tem características específicas que são ideais para esse tipo de aplicação. “A resina é atóxica e por isso o material é bem mais higiênico do que outros plásticos”, diz. “Em relação ao vidro ele também leva vantagem, pois é mais transparente, mais resistente e não estilhaça, o que faz dele mais seguro para utilização em aquário, por exemplo. Fora a beleza do material que dá muito mais requinte a peça.” Mas, segundo Santana, o mercado de pet no país ainda esbarra na questão do valor. “Por isso, acessórios em acrílico estão mais presentes nas chamadas boutiques, lojas que são voltadas para as classe A e B”, diz o gestor da Planet Zoo.

Para Silvana Arruda de Lima, supervisora da Au Pet Store, loja localizada no bairro Jardins, na cidade de São Paulo, ter produtos em acrílico é uma diferenciação em relação aos outros estabelecimentos. “Não vendemos uma quantidade expressiva, mas as peças em acrílico chamam atenção dos nossos clientes”, diz. “No nosso caso não é o preço que atrapalha os negócios, e sim a falta de conhecimento do material”, diz. E quando há interesse, falta oferta, segundo Rafael Antoniazzi Calomeno, proprietário do Sun Pet, em Curitiba (PR). “Compramos no início do ano bebedouros para cachorro em acrílico que, por causa das cores, chamaram muita atenção e saíram rapidamente. Agora estamos querendo mais unidades, mas estamos com dificuldade de encontrar bons fornecedores no mercado.”

O mercado PET "Late" pelo Acrílico
Comedouros em acrílico da Animall Pet Story

Novas Apostas

Aos poucos outras empresas também estão se aventurando no mundo animal. É o caso da Casa do Acrílico, associada ao Indac, que desenvolveu um canil com o material para a feira Campinas Decor. O ambiente traz banco com assento composto por peças em acrílico em formato de osso, dosador de comida em acrílico, entre outras peças menores. “Na época foi super inovador, e acredito que se tivéssemos lançado os produtos em São Paulo, o sucesso seria ainda maior”, diz José Eugênio Peres, diretor comercial da unidade Campinas. Em Bauru, também no interior da capital paulista, a Emporium desenvolveu uma casinha para cachorro que fica em exposição no showroom da loja. “Fizemos tudo em acrílico, até o telhado e a forração. Ficou uma gracinha!”, conta a gerente da empresa associada ao Indac, Érika Ribeiro. “Por causa do preço, que é de R$ 380, estamos lançando no site do Indac e esperamos retorno do público paulistano.”

O mercado PET "Late" pelo Acrílico

E a criatividade não para por aí. A Design Laser, empresa associada ao Indac, desenvolveu um aquário de parede em acrílico. A bolha, feita com chapa transparente, é fixada a um adesivo decorativo. “Foi um desenvolvimento nosso e a procura cresce a cada dia. Agora estou com a ideia de fazer suportes para comidas e berços para cachorros e gatos”, afirma Auro de Araújo, diretor da empresa que vende de 10 a 15 aquários por mês.

 

Casinha de cachorro em acrílico, da Emporium. E Aquário de parede em acrílico, da Design Laser.
Casinha de cachorro em acrílico, da Emporium. E Aquário de parede em acrílico, da Design Laser.

Veja mais:

Anfalpet
www.anfalpet.org.br – (11) 3373.8200

Au Pet Store
www.aupetstore.com.br – (11) 3044-7555

Casa do Acrílico
www.casadoacrilico.com.br – (19) 3229-2931

Design Laser
www.designlaser.com.br – (11) 2727-4451

Emporium
www.emporiumacrilicos.com.br – (14)3313-6605

Novacril
www.novacril.com.br – (11) 4617-4784

Planet Zoo Pet Solutions
www.planetzoo.com.br – (11) 2386-5000

Sun Pet Shop
www.petshopsunpet.com – (41) 3243-6886

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Veja na nº 62 edição

Proteção é fundamental – acrílico garante mais segurança dentro e fora de ambientes domésticos
Tubos em acrílico – Descubra as principais diferenças entre eles
Chapas de superfície sólida – Produto de baixíssima porosidade
Web Acrílicos – Indac lança e-commerce

Veja também as Edições Anteriores

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O Indac – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico promove o curso básico sobre “Transformação de Chapas Acrílicas”, na escola Cose di Acrilico, em São Paulo – em parceria com Engraver Comercial.

O treinamento aborda de maneira prática e teórica as principais técnicas ou processos para se trabalhar com chapas acrílicas e é ministrado por profissionais com experiência no mercado: Raphael Carmo, Carlos Rizzo Jr, Eduardo Fiasco, Leandro Sartori, Luan Martins, Jussara Kanaiama, Felisberto Travassos, Alexandre Paschoalino e João Orlando Vian.

Para quem se destina

Profissionais de comunicação visual, móveis e iluminação; arquitetos, designers e empreendedores que queiram se atualizar ou ingressar no mercado do acrílico.

Programação

Primeiro dia

Manhã

  • Aplicações e produtos finais das chapas acrílicas – Segmentos do mercado brasileiro e atividades do Indac;
  • Produção e variedade de chapas acrílicas cast; Diferenças entre cast, extrusadas e recicladas e Normas ABNT para chapas acrílicas – João Orlando (Indac);
  • Comparação e usos do acrílico em relação a outras chapas plásticas, como PS, PETG, PVC, PC e ACM – Marcel Canuto Jr. (Actos).

Tarde – oficina:

  • Corte e gravação a laser e fresadoras CNC (routers);
  • Diferenças entre fontes de laser e diferenças entre LEDs;
  • Elaboração de produto com uso de laser e router – Leandro Sartori e Luan Martins (Engraver).

Segundo dia

Manhã:

  • Técnicas de dobragem de chapas acrílicas com fios de níquel-cromo e fresamento por tupia – Alexandre Paschoalino (VP Máquinas);
  • Chapas acrílicas especiais ou fantasia e diferentes tipos de colas utilizadas para acrílico, suas técnicas e os acessórios adequados – Eduardo Fiasco (Sinteglas);

Tarde – oficina:

  • Prática no uso dos diferentes tipos de colas e técnicas de colagem – Alexandre Paschoalino e Eduardo Fiasco

Terceiro dia

Manhã:

  • Corte com serras circular e de fita, Lixamento e Polimento;
  • Moldagem por sopro e pressão de bolhas e bacias;
  • Moldagem de tubo e Lapidação de bordas – Raphael Carmo (Indac).

Tarde – oficina:

  • Evolução do design; Forma e função de produtos;  Valor agregado e tendências de peças acrílicas;
  • Projeto de produto (em grupos) e produção das peças projetadas, utilizando todos os recursos e chapas disponíveis na oficina – Arq. Carlos Rizzo Jr (Indac).

Próximas datas e horários

De 22 a 24 de maio de 2017 (segunda a quarta-feira)
Horário das 8:30 às 12:30 e 13:30 às 18:30 hs – total de 27 horas de aula.

Apostila sobre o conteúdo e certificado de conclusão são entregues aos participantes que frequentarem mais de 80% da carga horária ou mais de

Local

Rua da Gávea, 176 – Vila Maria, São Paulo / SP (paralela à Rua Curuça) Engraver Comercial Ltda – (Veja no mapa)
Estacionamento próximo, há uma quadra de distância.

Sugerimos a estadia nos hotéis mais próximos ao Cose di Acrilico

Pleasant Place Hotel (https://www.pleasantplacehotel.com.br)

Hotel Floresta (https://www.florestahotel.com.br/vilaguilherme)

Golden Vilage Hotel (https://www.goldenvilagehotel.com.br)

Maison Florense Hotel (https://www.maisonflorense.com.br)

Investimento em conhecimento

  • Profissionais, designers, arquitetos, estudantes e demais interessados em transformação de chapas acrílicas: R$ 1.180,00
  • Representantes de empresas associadas ao Indac: R$ 690,00

Obs – o valor é referente somente ao treinamento, excluindo custos de transporte, alimentação e estadia durante os dias de curso.

 Opções de pagamento

O pagamento deve ser feito de forma antecipada , objetivando reservar a vaga, nas seguintes opções:

  • Pelo PagSeguro em até 12 parcelas através de cartão de crédito;
  • Valor a vista por boleto direto do Indac.
  • Pelo PagSeguro em até 12 parcelas através de cartão de crédito (com
    correção)

pagseguro-footer

Observações importantes

  • Inscrições canceladas até 15 dias antes do início do curso serão integralmente reembolsadas pelo Indac. Inscrições cancelas até 7 dias antes do início do treinamento serão reembolsadas pela metade do valor do investimento e as canceladas na semana anterior ao início do curso não terão direito a reembolso.
  • Dúvidas sobre programação do treinamento e professores devem ser eliminadas anteriormente ao início do curso.
  • Sugestões, críticas e elogios serão avaliados somente no final do treinamento, após cumprimento de toda a programação. Não será devolvido o valor do investimento por falta de conhecimento do que foi programado.

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Cartão de crédito em até 12x pelo Pag SeguroBoleto ou depósito a vista

Observações

Depoimentos dos alunos





Fotos do treimenamento

Fotos da Sétima Turma

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Fotos da quarta turma

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Fotos da terceira turma

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Fotos da segunda turma

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Fotos da primeira turma

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