Veja nesta página algumas das perguntas mais frequentes e relevantes recebidas pelo Indac.

As coberturas em Acrílico amarelam com o Sol?

Pergunta: Márcia P. Silva

Resposta:

Olá Márcia.

O Policarbonato e outros plásticos ficam visivelmente amarelados com o tempo. Chapas acrílicas não. Mesmo depois de 30 anos, o índice de amarelecimento (YI) para chapas acrílicas revela-se o mais baixo dentre os plásticos.

 

Como limpar o acrílico? Posso usar solvente?

Pergunta: Robson Luis Fonseca

Resposta:

Olá Robson, vamos começar com uma questão bem importante. Que é o uso dos solventes na limpeza do acrílico.

NÃO, nunca use qualquer tipo de solvente na limpeza de usas peças, pois irá danifica-lás, eliminando a transparência e transformando a área em aspecto esbranquiçado e sem brilho.

PARA LIMPAR O ACRÍLICO USE:

Espanador de pó e, caso necessário, use um pano umedecido ou lave as peças com água e sabão neutro para eliminação de sujeiras.

Quais empresas recolhem e reciclam acrílico no Brasil?

Pergunta: Érica Rodrigues

Resposta:

Empresas recicladoras de acrílico no Brasil:

Uniplex: 18-3652.1079

Itacril: 11-4648.7132

Sheet Cril: 14-3296.8200

São Marcos: 54-3291.1757

Pode-se usar Álcool para Limpar Peças Acrílicas?

Pergunta: Antonio Carlos

Resposta:

A limpeza de peças produzidas com chapas ou resinas acrílicas deve ser feita normalmente com água e sabão. Uma lavagem simples com água e sabão deixa a peça brilhante novamente, retirando manchas, sujeira ou marcas de gordura.

Os solventes, como álcool ou tiner atacam as cadeias ou estruturas moleculares do acrílico, causando seu rompimento. Essas microfissuras, também conhecidas como crazing, se propagam por toda a área atingida pelo solvente, penetrando no interior da parede da peça, eliminando a transparência e transformando a área em aspecto esbranquiçado e sem brilho.

Portanto, limpe sua peça acrílica com água e sabão e cuidado com solventes ou outros produtos de limpeza que contenha álcool em sua composição, como Veja, Vidrex, etc.

Como Eliminar Riscos de Peças de Acrílico?

Pergunta: Lucas Vieira Silva, de Pinhais

Resposta:

Por ser um material belo e delicado, o acrílico exige alguns cuidados que garantem o brilho e a vida útil das peças. Relacionamos abaixo algumas dicas de como conservar o material, restaurar o seu brilho e eliminar riscos. é importante ressaltar que em hipótese alguma se deve utilizar na limpeza esponjas ásperas, muito menos de aço.

É comum as pessoas passarem nas peças um pano já utilizado em outros objetos, porém, isto deve ser evitado porque a poeira agarrada no tecido também risca o acrílico.
Algumas pessoas tratam o acrílico como se fosse um plástico normal, mas ele é como um cristal e exige certos cuidados que garantam sua beleza.

Para conservar as peças acrílicas deve-se evitar substâncias abrasivas como solventes (tiner ou álcool) e sapólio, além de utilizar um espanador de pó e, em seguida, um pano umedecido ou lavar as peças com água e sabão ou detergente neutro.

Para restaurar o brilho ou eliminar pequenos riscos no objeto deve-se usar ceras finas para carros ou para móveis com flanelas ou discos de tecidos adaptados a furadeiras. Esses produtos também conseguem retirar com muito mais facilidade sujeiras, como a graxa e outras substâncias oleosas.

Para eliminar riscos mais profundos sugerimos procurar uma empresa especializada, fabricante de peças acrílicas, que possua os recursos necessários para a realização do polimento industrial.

Caso queira tentar, o primeiro passo é utilizar no local uma fixa fina (n° 180). Em seguida usa-se uma politriz de alta rotação com discos de pano que restauram a transparência do acrílico. O acabamento final é realizado em outra politriz com discos de flanela, que por ser um tecido menos rugoso, dá brilho a peça. Em ambos os casos, uma massa para polimento é aplicada nos discos para ajudar na recuperação das chapas.

Obrigado pela pergunta.

Cuidados básicos com o acrílico (É anti-bactericida? Ideal para acondicionamento de alimentos? Transparência? Durabilidade? Resistência? Comparações com o vidro?)

Pergunta: Douglas Alberto

Resposta:

Por ser um material belo e delicado, o acrílico exige alguns cuidados que garantem o brilho e a vida útil das peças. Relacionamos abaixo algumas dicas de como conservar o material, restaurar o seu brilho e eliminar riscos. é importante ressaltar que em hipótese alguma se deve utilizar na limpeza esponjas ásperas, muito menos de aço.

É comum as pessoas passarem nas peças um pano já utilizado em outros objetos, porém, isto deve ser evitado porque a poeira agarrada no tecido também risca o acrílico.
Algumas pessoas tratam o acrílico como se fosse um plástico normal, mas ele é como um cristal e exige certos cuidados que garantam sua beleza.

Para conservar as peças acrílicas deve-se evitar substâncias abrasivas como solventes (tiner ou álcool) e sapólio, além de utilizar um espanador de pó e, em seguida, um pano umedecido ou lavar as peças com água e sabão ou detergente neutro.

Para restaurar o brilho ou eliminar pequenos riscos no objeto deve-se usar ceras finas para carros ou para móveis com flanelas ou discos de tecidos adaptados a furadeiras. Esses produtos também conseguem retirar com muito mais facilidade sujeiras, como a graxa e outras substâncias oleosas.

Para eliminar riscos mais profundos sugerimos procurar uma empresa especializada, fabricante de peças acrílicas, que possua os recursos necessários para a realização do polimento industrial. Caso queira tentar, o primeiro passo é utilizar no local uma fixa fina (n° 180). Em seguida usa-se uma politriz de alta rotação com discos de pano que restauram a transparência do acrílico. O acabamento final é realizado em outra politriz com discos de flanela, que por ser um tecido menos rugoso, dá brilho a peça. Em ambos os casos, uma massa para polimento é aplicada nos discos para ajudar na recuperação das chapas.

As chapas de acrílico se destacam entre outros materiais graças às suas qualidades e propriedades excepcionais, responsáveis pela ampla variedade de aplicações - dos materiais de construção até artigos domésticos, displays, luminosos, fachadas e outros.

Podemos relacionar as seguintes propriedades do acrílico:
• Chapas cristais atingem 92% de transmissão de luz, bem mais transparente que o vidro;
• Absorção de água com 2 a 100% de umidade relativa, apresenta aumento dimensional de no máximo 0,35%;
• Peso específico de 1.19 g&cm³, assim uma chapa de 2 m² e 3 mm de espessura pesa 7,26 kg;
• é atóxico, apresentando higiene e segurança total quando em contato com alimentos;
• Possui resistência química boa aos produtos químicos mais comuns;
• Boa resistência a quebras, sem tendência à fragmentação;
• Durabilidade de cerca de 10 anos resistindo a sol, chuvas, tempestades e todo tipo de intempérie. Apresenta excelente resistência à radiação dos raios ultravioletas;
• Infinitas possibilidades de cores (transparentes, translúcidas e opacas);
• Limitada resistência a solventes, principalmente tiner e álcool;
• Baixa resistência à fadiga;
• Inflamável, porém com baixa emissão de fumaça quando queimado. A queima é semelhante à madeira dura, mas sem produzir fumaça;
• Baixa resistência à abrasão, comparável à do alumínio, porém quando riscado é plenamente recuperado por polimento;

Comparações do Acrílico com o Vidro:
• O acrílico tem menor resistência à tração e menor rigidez que o vidro.
• Em aplicações como vidraças, as chapas acrílicas necessitam de espessura 1,5 a 2,5 vezes maior que o vidro para manter a mesma rigidez.
• Possui boa resistência ao impacto, e na quebra a chapa acrílica não estilhaça como o vidro. O acrílico quebra em pedaços não cortantes e é um material sensível ao entalhe.
• Uma chapa acrílica tem a metade do peso de uma chapa de vidro de mesmo tamanho e espessura.
• Revela melhor resistência a choques térmicos que o vidro;
• Chapas acrílicas podem contrair ou expandir devido a mudanças de temperatura e umidade

Propriedades Químicas do Acrílico:

Boa resistência química a:
•ácidos diluídos (ex: vinagre)
•Soluções de bases inorgânicas
(ex: amônia, água sanitária)
•Solventes orgânicos apolares
(ex: hexano, aguarrás, querosene)
•Bebidas alcoólicas (Ex. cerveja, vinho, uísque, aguardentes, etc.)
•Xaropes alimentícios e farmacêuticos
•óleos vegetais

Baixa resistência química a:
•Solventes aromáticos (ex: benzeno, tolueno)
•Hidrocarbonetos clorados (ex: CCl4)
•ácidos orgânicos (ex: ácido acético)
•ésteres, cetonas
•Graxas e óleos
•Alcoóis e Tiner (diluente de tintas)
•Soda cáustica

As chapas acrílicas são anti-bactericida?

As chapas acrílicas são anti-bactericida, pois não possuem agentes ou aditivos que destroem bactérias. Trata-se de produto inerte, ou seja, não provoca reações em bactérias. No caso de incubadoras de recém-nascidos, por exemplo, a limpeza das chapas acrílicas deve ser feita anteriormente a cada uso, utilizando-se somente água e sabão neutro.

 

Processos produtivos de móveis (como fuciona e se pode ser reciclado?)

Pergunta: Érica Rodrigues

Resposta:

Chapas acrílicas são fáceis de trabalhar, principalmente na fabricação de móveis, pois se utiliza equipamentos convencionais de marcenaria. No entanto, requerem ferramentas específicas para sua operação, de modo a permitir um melhor aproveitamento de corte e acabamento das peças. Em geral, as serras circulares e de fita são as mais utilizadas para o corte das chapas acrílicas. As circulares são as preferidas para se fazer cortes retos e as de fita para cortes em linhas curvas. A potência e velocidade das máquinas variam conforme a espessura e o tipo das chapas a serem cortadas.

Já no caso das brocas usadas para furação, elas também devem ter uma afiação especial, além de ser mais pontudas do que o normal, de forma a evitar que a chapa se quebre ao ser perfurada. A melhor rotação da broca, taxa de alimentação e pressão aplicada, dependerá do tamanho do furo e da espessura da chapa.
Outra opção utilizada para o corte das chapas de acrílico é o processo de corte a laser, que permite a confecção de peças com qualquer tipo de formato, com alta precisão e conforme a necessidade do cliente. Em uma rápida definição, pode-se dizer que o laser é um dispositivo que produz um fluxo definido de luz com qualidades excepcionais de intensidade e direção. Os lasers emitem ondas de luz que expõem o material ao intenso calor gerado pela concentração do raio, vaporizando o material no ponto focalizado.
O corte a laser também tem outras vantagens para chapas acrílicas, como a eliminação da necessidade de acabamentos posteriores, como lixamento e polimento, além do melhor aproveitamento da matéria-prima, com conseqüente redução de custos e aumento da capacidade de produção.

Em alguns casos, conforme o móvel a ser fabricado, também será necessário que as chapas acrílicas passem pode um processo de lixamento e polimento visando ressaltar o brilho e a beleza de suas bordas.
As chapas acrílicas quando aquecidas à temperatura e tempo adequados podem ser dobradas e moldadas. Ao resfriarem recuperam sua rigidez e conservam o formato aplicado. Os custos de equipamentos e moldes são relativamente baixos, podendo ser obtidas formas bi ou tridimensionais através de uma ampla variedade de processos.

As chapas acrílicas também podem ser coladas e para tal operação existem três opções. A mais utilizada é a cola a base de solvente, ou cola rápida. é uma cola fluída, indicada para a maioria das colagens convencionais de acrílico com acrílico e para montagens de peças leves e acessórios decorativos em geral. As chapas não devem ser polidas antes da colagem e as superfícies devem estar absolutamente lisas, planas, limpas e desengorduradas.

A segunda opção é uma cola viscosa, cristalina e de uso geral. Age dissolvendo o acrílico, depositando polímero nas juntas e tem uma consistência adequada à maioria das aplicações.
O terceiro tipo de cola é a mais eficaz e resistente para as chapas cast ou extrusadas. Trata-se de uma cola líquida de alta viscosidade, preparada pela mistura de dois componentes no momento de usá-la: cola e catalisador, sendo seu constituinte principal o próprio MMA - matéria prima do acrílico.
As chapas acrílicas devem ser acondicionadas em sua embalagem original com a película protetora, mantidas em lugar seco, em posição levemente inclinada em relação a vertical (10°), longe do sol, do calor e de produtos químicos. Não devem ser utilizados ganchos ou objetos pontudos durante transporte ou manuseio.

A limpeza do acrílico é extremamente fácil e econômica, devendo-se usar somente água e sabão ou detergentes neutros, aplicados com flanela ou panos bem macios. Em caso de riscos, encardidos e manchas superficiais, a remoção dos mesmos é bastante simples. é só aplicar polidor doméstico para metais, esfregando-se o produto sobre a área afetada e utilizando uma flanela seca e limpa, com intensidade suficiente até a remoção do defeito. Finalize a operação com uma segunda flanela para a remoção do excesso do polidor.

As chapas e resinas acrílicas podem ser recicladas como qualquer outro plástico. No Brasil recicla-se em torno de 15% da produção anual, sendo tais produtos destinados principalmente para fabricação de peças para uso interno e sem necessidade de resistência mecânica ou ótica.

 

Artigos e literatura sobre o Acrílico (produção de chapas acrílicas para câmaras isobáricas)

Pergunta:

Sou estudante da Universidade de Mogi das Cruzes, e faço iniciação cientifica com um projeto pela Fapesp e associado a uma empresa para produção de chapas acrílicas para câmaras isobáricas. Temos dificuldade de encontrar literaturas (livros e publicações) sobre o assunto. Gostaria de saber se o Indac poderia nos passar artigos ou outros meios de literaturas com mais informações sobre o acrílico.

Rita de Cássia S.s da Costa

Resposta:

Pode-se citar que os termoplásticos acrílicos (PMMA) são obtidos da polimerização dos ésteres acrílicos, gerando materiais como as chapas fundidas ou “cast”, chapas extrusadas, tubos, tarugos, filmes e grânulos para moldagem por injeção ou extrusão.

As chapas fundidas são produzidas com ampla variedade de tamanhos e espessuras, sendo as maiores disponíveis em 3x 2 metros, e espessuras variando entre 1 a 24 mm.
As chapas “cast”, fundidas entre placas de vidro, possuem excelentes propriedades óticas e acabamentos das superfícies, além de serem oferecidas em uma grande variedade de cores e composições. As chapas acrílicas fundidas são fornecidas com formulações básicas para uso geral e com propriedades de absorção de raios ultravioleta, espelhadas e com características de alta termoformabilidade.
Todas as chapas acrílicas fundidas são fortes, estáveis, resistentes às condições do tempo e termoformáveis; disponíveis nas opções transparentes, translúcidas e em cores opacas, combinando com uma variedade de texturas superficiais.
As chapas extrusadas são produzidas pela compressão dos grânulos acrílicos através de uma rosca de extrusão convencional. O acrílico é fundido e empurrado através de uma matriz em um processo contínuo, possibilitando uma variedade de larguras e comprimentos.
O processo de extrusão é a opção mais econômica para a produção de chapas acrílicas. A chapa extrusada é a alternativa de menor custo dentre as outras opções, entretanto, linhas de fluxo e distorções podem ocorrer. São utilizadas quando a qualidade é boa o suficiente e a economia do projeto é quem dita as regras.

Adiciona-se pigmentos ao monômero visando produzir um amplo espectro de cores transparentes, translúcidas ou opacas. A maior parte das cores é formulada para possibilitar longo tempo de durabilidade à exposição externa. Formulações especiais de chapas acrílicas também estão disponíveis para moldagens profundas de componentes como banheiras e
cabines de banho.
As propriedades mecânicas do acrílico são elevadas e altas tensões conseguem ser suportadas com segurança por curtos períodos. Entretanto, para esforços mais prolongados as forças de tensão devem ser limitadas a 1.500 psi, visando evitar «crazing» ou rachaduras na superfície.

Vale a pena citar que o setor de acrílico é pouco explorado por literaturas específicas. Outra opção para informações técnicas é utilizar os trabalhos científicos desenvolvidos por escolas especializadas em materiais plásticos, como é o caso da Universidade Federal de São Carlos — UFSCar— em seu Departamento de Engenharia de Materiais - DEMA.

Estufas para modelagem de acrílicos (tamanho, tipo de energia, tipo de ventilação, tipo de estrutura, tipo de modelo)

Pergunta: Aldo Marzolla

Resposta: 

Os fornos para aquecimento de chapas acrílicas devem apresentar temperaturas uniformes e constantes e ventilação forçada de ar. Estes fornos consistem de recipientes externo e interno, separados por um espaço contendo isolação de fibra de vidro ou lã de rocha. No recipiente interno os fornos devem ter aquecedores com controle termo-estático, em condições de operarem entre 60 a 190°C, com variação de até 5°C; apresentando velocidade do ar através das chapas entre 1 a 5 m/s. Ventiladores também dever ser utilizados para assegurarem a distribuição de calor.

Certifique-se que as temperaturas no interior do forno mantenham-se uniformes e que as armações exerçam pressões constantes e adequadas em todos os lados da chapa quando estiver aquecida.
Aquecedores horizontais infravermelhos (de cerâmica, por exemplo) são mais rápidos
e conseqüentemente de menor custo de mão de obra que os fornos de ar quente.
Os fornos horizontais são mais flexíveis, pois os aquecedores, as chapas e as armações de apoio podem ser removidos.

As dimensões do forno dependerão do tamanho da chapa que deve ser aquecida. Recomenda-se dimensioná-lo de acordo com o maior tamanho de chapa que poderá ser aquecida.

Colagem com Acrílico (formação, técnicas tipo de cola e outros)

Pergunta:

Trabalho com acrílico há mais de cinco anos mais até agora não consigo fazer uma boa colagem. Gostaria de saber se vocês poderiam me ajudar através de apostila ou curso para que eu possa me tornar um ótimo colador.

Edson Santos de Jesus

Resposta:

Sugerimos o curso sobre Artesanato em Acrílico na Escola Senai Mario Amato, de São Bernardo do Campo / SP. O curso é composto de etapas teóricas e práticas de oficina, colaborando no aprendizado das técnicas de trabalho com chapas acrílicas. Escola Senai Mario Amato, tel.: 11-4109.9499, se preferir entre em contato por e-mail:senaimarioamato@sp.senai.br

De qualquer maneira, podemos mencionar que as chapas acrílicas podem ser coladas entre si usando colas apropriadas, obtendo-se uniões fortes e transparentes. A duração, aparência e força da união dependem da eliminação de esforços internos, da preparação do material na forma adequada e da escolha da cola mais indicada. Há um tipo de cola apropriada para cada aplicação em particular. As técnicas de aplicação das colas são muito importantes para obtenção de um bom resultado.
é importante atenção com cuidados e segurança, pois toda a cola contém solventes orgânicos e, portanto trata-se de produto tóxico. A cola para acrílico deve ser manuseada em local arejado (de preferência em capelas com exaustão de vapores), com uso de luvas, óculos e máscaras. Se for inalada, pode causar náuseas, tontura, e convulsões, afetando o sistema nervoso central e o sistema cardiorrespiratório. Evite o contato com a pele e mantenha o frasco com o produto longe de crianças e pessoas não habilitadas.

Para boa aderência da cola, as superfícies do acrílico devem estar isentas de gordura ou de adesivos dos filmes de proteção. Deve-se efetuar uma limpeza usando éter ou aguarrás.
Se o corte feito com serra apresentar imperfeições, deve ser lixado até atingir esquadramento correto, eliminando-se os «serrilhados» e ondulações. Nunca se devem polir as superfícies a serem coladas, pois a cola não teria boa aderência e as áreas de contato seriam reduzidas pelo arredondamento das bordas.

Existem basicamente dois tipos de colas para trabalho com Acrílico:
• Colas a base de solvente
• Colas acrílica com catalisador

A utilização correta da cola à base de solventes é uma das peculiaridades do processo. A cola à base de solventes, ou cola rápida, exige do aplicador alguns conhecimentos mínimos para oferecer maior rendimento. Com o objetivo de facilitar a compreensão de seus segredos, e assim evitar bolhas e o “embranqueci mento” das peças após uma colagem mal realizada, é importante que o aplicador esteja atento para detalhes fundamentais no processo de colagem. Em primeiro lugar, as superfícies a serem coladas devem estar absolutamente lisas, planas, limpas e desengorduradas, para que haja uma aderência perfeita entre elas, o que pode ser obtido com uma usinagem feita por torno, tupia, desempenadeira ou fresa. As partes que estarão em contato devem ser limpas com tecido umedecido em álcool, éter ou aguarrás. Recomenda-se, também, a retirada de pequenas sobras dos filmes de proteção que acompanham as chapas e podem ser um empecilho para uma boa colagem. As chapas não devem ser polidas antes da colagem. Por apresentar secagem rápida, não é aconselhável para peças que ficarão expostas às intempéries ou para usos industriais, ou mesmo para peças que podem ser submetidas a esforços mecânicos.

Para realizar uma colagem com ângulo de 90 graus, utiliza-se a ajuda de fitas adesivas, grampos ou qualquer outro recurso para fixar o posicionamento das partes, e aplica-se a cola com o auxílio de uma seringa ou uma bisnaga, adaptadas ao bico aplicador. Se junta uma parte da peça contra a outra, firmemente com grampos ou pesos e aplica-se a cola solvente, com seringa hipodérmica e agulha ao longo do interstício deixado pelas superfícies a colar, permitindo que a cola penetre por capilaridade nas áreas determinadas, que em função da baixa viscosidade da cola fluirá em todas as arestas de contato. Deve-se ter cuidados para evitar que a cola escorra pelas arestas onde não se deseje a união. Cola em demasia pode arruinar as zonas adjacentes e se for escassa as uniões ficarão frágeis.
Deve-se aguardar uma hora antes de qualquer manuseio, e até doze horas antes das demais operações de acabamento. A cola a base de solvente age dissolvendo a superfície da chapa acrílica, permitindo a fusão das faces a serem coladas, seguida da evaporação do solvente.

A cola acrílica com catalisador é um produto de alta transparência e bastante cristalino, apresentando alta viscosidade e deve ser preparada com o auxílio de um componente catalisador. A cola acrílica com catalisador garante elevada resistência mecânica à junta colada, permitindo trabalhos resistentes à pressão e esforços mecânicos, oferecendo, ainda, grande resistência às intempéries. é a única cola que permite obter juntas quase invisíveis e com resistência próxima à do próprio acrílico.
Para conseguir o efeito desejado, misture a cola com o catalisador na proporção de 25:1 (ex: 25 ml de cola para um ml de catalisador). Homogeneizar por 1 minuto em recipiente bem limpo, de vidro ou polietileno. Completada a mistura, espere até as bolhas subirem para a superfície da cola e transfira o produto sem bolhas para uma bisnaga flexível, ou seringa plástica. Após ser preparada, a cola deve ser utilizada em até 20 minutos, pois sua viscosidade aumenta progressivamente, dificultando a aplicação.
As superfícies a serem coladas devem estar limpas e desengorduradas. Proteja as áreas próximas à região a ser colada com fitas adesivas ou filmes plásticos.

Aplique a cola em uma das partes e mantenha a peça posicionada em gabaritos. Mantenha o objeto pressionado por até 60 minutos, até o endurecimento da cola. A usinagem do material colado deve ser realizada apenas depois de um intervalo de 24 horas. Cuidado com alguns materiais que amarelam a cola e retardam seu endurecimento como borrachas, madeiras, álcool ou a parte colante das fitas adesivas.

Não é necessário polir as partes a serem coladas. Não utilize a cola em temperatura ambiente inferior a 20° C, pois ela deve ser utilizada entre 20° C e 25° C (é possível aquecê-la em banho-maria). Caso a cola demore mais de 60 minutos para endurecer, descarte o catalisador, que deve ser conservado em ambiente refrigerado com até 10° C. Por ser inflamável, o produto deve ser mantido longe do fogo. Em caso de acidente, use pó químico seco para apagar. Armazene o produto longe de crianças e pessoas não-habilitadas.
Procure trabalhar em ambientes refrigerados ou em capela com exaustão de vapores. Use máscaras, óculos e luvas na hora do manuseio.

As colas usadas para chapas estrusadas são à base de solvente e também agem dissolvendo a superfície da chapa acrílica, permitindo a fusão das faces a serem coladas, seguida da evaporação do solvente. Possui secagem rápida, devendo ser aplicada por meio de seringa hipodérmica de plástico. Juntam-se previamente as partes a serem coladas, despejando-se a cola por meio da seringa na região da junta.

As colas são encontradas no mercado especializado para materiais acrílicos, sobre diversas especificações de acordo com a utilização.

Também podemos citar outras técnicas de colagem para Acrílico, como:
• Adesivos com aplicação em aerossol
• Adesivos em fitas de dupla face transparentes ou opacas
• Pistola de ar quente, ajustadas eletronicamente, quanto à temperatura e velocidade do fluxo de ar.
• Para trabalhos muito especiais utiliza-se método por ultra-som, com tempos de execução muito curtos.

Para se conhecer ainda mais sobre colagem de chapas acrílicas, consulte o site do Indac.

Instalado no número 1.230 da Avenida Paulista, centro financeiro da Capital e uma das regiões mais valorizadas e frequentadas por públicos de variados perfis, o Shopping Cidade São Paulo foi inaugurado em 30 de abril de 2015. Desenvolvido e construído pela Cyrela Commercial Properties, tem área de 17 mil m², com cinco pisos, 160 lojas e as mais importantes marcas do varejo.

Shopping Cidade São Paulo: a presença do acrílico em um projeto inovador

Na área de entretenimento, oferece teatro e cinema. Em gastronomia, reúne alguns dos mais prestigiados restaurantes de São Paulo. São 1,5 mil vagas de estacionamento e uma série de serviços, como bicicletário. Além de toda a infraestrutura, o visitante pode usufruir de um jardim de 2,4 mil m² a céu aberto, com árvores nativas, mesas, bancos e entrada livre. Localizado próximo ao Masp e ao Parque Trianon, seu projeto arquitetônico inovador tem pré-certificação LEED Gold, que atesta o atendimento a rigorosos requisitos de respeito ao meio ambiente e à ocupação sustentável.

Shopping Cidade São Paulo: a presença do acrílico em um projeto inovador

A comunicação visual do Shopping é toda em acrílico, principalmente em caixas estruturadas com chapas brancas leitosas de 8,0 mm de espessura, com iluminação interior em LEDs. O conjunto arquitetônico da edificação e o jardim externo combinam com uma sinalização moderna e sofisticada, e que atende a Lei Cidade Limpa do Município, em relação às dimensões e requisitos estéticos.

Todo grande mercado, como o Pão de Açúcar ou Carrefour, possui uma área para produtos vendidos a granel, sem embalagens. São azeitonas, grãos e nozes, frutas secas e cristalizadas e azeitonas, entre outros. Armazenados e expostos dentro de grandes recipientes transparentes, os produtos saltam aos olhos dos clientes, que nem sempre percebem estar diante de uma peça feita de acrílico, o Recipiente de Alimentos em Acrílico.

Dentro das residências e, principalmente, em estabelecimentos comerciais, a escolha pela utilização de recipientes de acrílico seria natural se suas principais características fossem de conhecimento dos consumidores. Seja para armazenar alimentos em casa ou também servir como expositor do conteúdo em lojas, o que empresários, compradores e donas de casa procuram são recipientes transparentes, atóxicos, fáceis de limpar e resistente contra choques e arranhões e que proporcionem um visual belo e agradável.

Recipiente de Alimentos em Acrílico

Há muitos anos o setor cerealista utiliza os recipientes em acrílico para demonstração dos produtos, como grãos, farináceos e grãos integrais, como a Casa de Saron, localizada na região central de São Paulo. O acrílico dá uma visualização melhor do produto, o que atrai os olhares dos clientes. Além de ser atóxico, mais fácil de limpar e mais seguro. Os argumentos são os mesmos utilizados pelo Empório Roots, também na região cerealista de São Paulo, que tem cerca de 10 anos de experiência nessa atividade e, consequentemente, em recipientes de acrílico – que são substituídos a cada três anos.

Apesar de mais caro, o acrílico dá uma boa aparência ao produto, não passa e não retém o cheiro dos alimentos e, se cuidado da forma adequada, dura anos. Leveza e durabilidade são os maiores aliados dos recipientes em acrílico. Para os consumidores, o excelente custo benefício fica bastante óbvio no dia-a-dia.
Os recipientes de alimentos fabricados a partir de chapas acrílicas permite que a peça preencha exatamente o espaço que a loja dispõe, em altura e volume, entretanto, esses recipientes precisam ter uma colagem de boa qualidade.”

Recipiente de Alimentos em Acrílico não prejudica a saúde

O acrílico recebeu a designação de material atóxico na segunda metade do século passado.

Esta foi uma das grandes notícias para o mercado de acrílico naquele período. Produtores do material e processadores de chapas voltaram seus olhos para todos os mercados que antes não eram aceitos, como os setores hospitalar e alimentício. No primeiro, passou a ser utilizado em próteses humanas e aplicado em aparelhos de hemodiálise e de cirurgias cardíacas. Quem investiu no setor alimentício passou a produzir embalagens, recipientes e utensílios. Porém, não basta que o acrílico seja atóxico. É de extrema importância que o produtor da peça também escolha a cola correta e realize a colagem adequada.
Alguns cuidados são necessários para garantir a atoxidade dos recipientes obtidos a partir de chapas. A produção de caixas ou tubos colados exige o manuseio adequado da cola para que resulte em uma junta inerte, inodora, insípida e com baixo teor de monômero residual. A garantia de uma junta atóxica está diretamente ligada ao tipo de cola utilizada e a técnica ou método de colagem escolhido.”
Para realização de testes de atoxidade de recipientes de alimentos, o Indac recomenda o contato com o CETEA – Centro de Tecnologia de Embalagens de Alimentos, entidade que realiza pesquisas e desenvolvimento, assistência tecnológica, diagnóstico de problemas e avaliação e controle de qualidade em embalagens de alimentos. Trata-se de um instituto de pesquisa, desenvolvimento e assistência tecnológica ligado à Secretaria da Agricultura do Governo do Estado de São Paulo.

Recipiente de Alimentos em Acrílico

Acrílico à mesa

Ao se falar em acrílico atóxico para utilização com alimentos, o principal mercado é o de recipientes, mas o setor de utilidades domésticas também é enorme em acrílico. Quem atua no setor é a Kaballa, que desenvolveu um portfólio amplo e vistoso para conquistar clientes de todo o Brasil.

Recipiente de Alimentos em AcrílicoPorta-copos, porta-guardanapos, saladeiras, copos, taças, canecas e jarras. Há uma infinidade de utensílios em acrílico para uso do¬méstico. E todos estão no catálogo da Kaballa que só trabalha com peças injetadas. O acrílico é o material ideal para esse tipo de aplicação por causa do brilho, formas, possibilidades de cores, fácil higienização e segurança, qualidades que não encontramos em nenhum outro material, além da importância da durabilidade dos produtos. Eles não são descartáveis, como muitos pensam, e podem durar até seis anos, se bem conservados.

Conheça as empresa que podem lhe fornecer recipientes em acrílico:

Tudo em Acrílico
www.tudoemacrilico.com
11 3782.1688

Casa do Acrílico Rio de Janeiro
www.casadoacrilico.com.br
21 3970-7005 / 21 2222-2000

Acriplanos
www.acriplanos.com.br
71 3384 0150/3559

Total Acrílicos
www.totalacrilicos.com.br
64 3453-2691

Acrinox
www.acrinox.com.br
61 3202 7577 / 3354 7577

Acrilopes
www.acrilopes.com.br
11 2047 0430

Kaballa
www.kaballa.com.br
54 3292.4823

 

Chapas acrílicas podem ser facilmente unidas entre si ou a outros materiais com colas especiais. A colagem correta das chapas acrílicas é uma etapa vital no desenvolvimento de peças atrativas e de alta qualidade, que possam exibir uniões fortes, limpas e sem manchas.

As informações a seguir são dadas como dicas de como atingir essas uniões.

Regras básicas de segurança para colagem

As colas para acrílico devem ser utilizadas somente em áreas bem ventiladas, com a adequada proteção de EPIs recomendados pelo fabricante. Antes de utilizar as colas reveja o boletim técnico de segurança do fabricante para cada produto específico.

Ao manusear colas acrílicas evite fumar, pois alguns solventes são muito voláteis e inflamáveis podendo incendiar. Sempre proteja a pele do contato de colas a base de solventes.

Equipamentos e materiais necessários

Itens básicos necessários para a adequada colagem incluem um aplicador de colas como uma almotolia com ponta de agulha, fixadores ou pinos, e um recipiente (bandeja) para imersão na cola (utilizado na colagem por imersão ou absorção). Moldes, grampos e pesos também podem ser úteis durante a colagem.

Regras básicas para colagem de acrílico

A temperatura ideal de trabalho para colagem de chapas acrílicas é entre 20 e 25°C. Não trabalhe em salas com temperaturas abaixo de 15°C ou acima de 37°C e com alta umidade relativa do ar. Trabalhe em ambiente sempre bem limpo, evitando proximidade com poeiras e fontes de calor como estufa ou chama. O ambiente ideal é ter uma área isolada do restante da produção, provida de exaustão adequada para eliminar os vapores das colas.

Preparação

Prepare bem a área que será colada – as bordas devem ser limpas após o corte. Bordas queimadas ou lascadas deve ser o resultado do uso de lâmina sem fio durante o processo de corte com serra. O contato entre a borda lascada ou queimada e a cola deve causar o aparecimento de “crazing” ou finos traços esbranquiçados no interior da chapa. Finalize ou retoque todas as bordas ásperas com plainas, fresas ou algum equipamento que elimine as ranhuras e consiga um bom acabamento. Se não for possível o acabamento final com estes equipamentos, certifique-se de utilizar uma serra limpa, com fio suave e que não danifique ou queime as bordas das chapas.

As bordas que serão coladas não devem ser polidas, pois o processo de polimento além de impregnar ceras no material, provoca abaulamentos nas bordas das chapas e os resultados são uniões fracas, quebradiças e de má aparência.

Bordas polidas com chama geralmente provocam fissuras finas ou “crazing” quando em contato com as colas. As fissuras também podem aparecer caso as forças internas de fabricação sejam altas. Para eliminar estas tensões, aqueça o pedaço da chapa a ser colada em torno de 80°C. O tempo de aquecimento e resfriamento, em horas, pode ser correspondente à espessura da chapa em milímetros, até a espessura de 6,0 mm. Por exemplo, para eliminar as tensões de uma chapa de 3,0 mm de espessura, deve ser aquecida por três horas, e então resfriada gradualmente em outras três adicionais.

Para chapas finas, o tempo de aquecimento deve ser pelo menos duas horas. Não é necessário aquecer chapas por mais de seis horas. Observe que cada hora de aquecimento necessita do mesmo tempo para resfriamento.

Colagem por capilaridade

Como colar acrílico

A colagem por capilaridade é o método mais comum para união de chapas acrílicas, obtendo uniões resistentes e transparentes. Trata-se de um método fácil de ser utilizado, pois a cola, a base de solvente de baixa viscosidade, escorre entre os espaços e ocupa os interstícios pela ação da capilaridade (figura 1).

Antes de começar o processo, confirme se as partes a serem coladas se encaixam adequadamente e então utilize fitas adesivas ou gabaritos para afixá-las no local que devem se unir, mantendo-as no esquadro ou ângulo desejado.

Quando se cola chapas acrílicas por capilaridade, mantenha o local da união em um plano horizontal. Para peças muito grandes, o escoamento da cola a base de solvente pode ser melhorado com a ampliação do espaçamento entre as duas bordas, utilizando-se calços (fios ou arames finos – não use fios de cobre). Use fios de 0,15 mm para chapas de até 6,0mm de espessura ou de 0,3 mm para chapas mais grossas. Insira arames finos ou fios de náilon a cada 600 mm para colagem de bordas extensas (fig. 2).

Deixe a cola penetrar entre as bordas por 45 a 60 segundos, para chapas com espessuras menores que 6,0 mm antes de remover os calços. As chapas com espessuras mais grossas exigem mais tempo. Após remover os calços aplique uma pequena pressão, entre 50 a 100 g/cm² durante três minutos até a união se fixar.

Caso a cola não tenha escorrido completamente entre os espaços, incline levemente a peça para posição vertical em torno de 1° em direção ao lado externo. Este procedimento deve ajudar o solvente a escoar livremente para os espaços vazios da união, retornando-se posteriormente a peça de volta à posição horizontal.

Embora a colagem ocorra em segundos, deve-se aguardar cerca de três horas antes de dar prosseguimento aos demais processos. A alta resistência da colagem é alcançada no período de 24 a 48 horas, entretanto, a força de união da colagem continuará se desenvolvendo ainda por algumas semanas.

Como colar acrílico

Colagem por imersão ou absorção

Como colar acrílico

Despeje uma quantidade moderada de cola a base de solvente dentro de uma bandeja ou sobre uma lâmina plana de vidro. Mantenha somente a borda de uma das partes a ser unida na superfície do solvente, evitando molhar suas laterais. Isto é conseguido espalhando-se alguns clips metálicos ou pregos sem cabeça no fundo da bandeja (ou sobre o vidro) onde o acrílico deve ser apoiado. A exposição excessiva da borda ao solvente resultará em uma colagem lenta, com fixação irregular da união (fig. 3).

Chapas finas devem permanecer imersas no solvente por 20 segundos, enquanto que as mais grossas devem ficar mergulhadas por 30 a 40 segundos. O tempo de permanência deve variar para diferentes tipos de solventes e para distintas forças de colagem exigidas. Chapas extrusadas exigirão metade do tempo de permanência usadas para chapas “cast”.

Retire a chapa e segure-a em um ângulo bem leve que possibilite o escoamento do excesso de solvente. Com cuidado, porém, com certa rapidez, coloque a borda impregnada de cola no local preciso onde deverá ocorrer a união. Segure as partes unidas por 30 segundos, sem pressioná-las, permitindo que o solvente trabalhe na superfície da peça que não foi banhada com a cola.

Depois de 30 segundos aplique uma leve pressão para comprimir as bolhas de ar, pois pressão excessiva deverá expulsar a cola do local da união. Quando as partes estiverem unidas, coloque um gabarito ou um peso para que o contato se mantenha firme durante 10 a 30 minutos. Não permita que as partes se movam durante este período crítico.

A colagem inicial se forma entre 5 a 10 segundos, no entanto, aguarde cerca de três horas antes de dar prosseguimento aos demais processos. A alta resistência da colagem é alcançada no período de 24 a 48 horas, entretanto, a força de união da colagem continuará se desenvolvendo ainda por algumas semanas.

Colagem com cola viscosa

Como colar acrílico

Existem dois tipos de colas viscosas: as que secam por evaporação do solvente e as que polimerizam na junta.
Para colagem de uniões de difícil ajuste ou bordas que não se encaixam adequadamente, use cola viscosa para unir partes que não podem ser coladas pelos métodos de capilaridade ou absorção. A cola viscosa é grossa e consegue preencher pequenos espaços vazios, tornando as uniões fortes e transparentes, realizando colagens que as colas finas não conseguem.

Remova a sujeira em volta da área a ser colada e cuidadosamente aplique uma pequena quantidade de cola viscosa em um dos lados da união utilizando uma espátula, um pincel ou um aplicador de cola. Ainda com cuidado, junte as partes como no processo de colagem por absorção.

Fitas adesivas resistentes a solventes, como a fita #685 da 3M, pode ser usada para proteger a área em volta da união. Remova a fita cuidadosamente pouco antes da cola secar. Não toque na peça durante os estágios iniciais, pois a união não se consolidará neste período crítico da colagem.

Colas Polimerizáveis

São colas que causam a adesão através de uma reação química de polimerização de dois componentes – cola e catalisador – Cola Viscosa para Acrílico.

As colas polimerizáveis são as que produzem os melhores resultados com uniões excepcionalmente fortes, acabamento perfeito e que garantem longa durabilidade aos produtos colados.

Outros adesivos de dois componentes, como as resinas epóxi, resinas fenólicas e isocianatos (poliuretano) são mais adequados para colar chapas acrílicas com outros materiais.

Equipamentos e materiais necessários para colar acrílico

Para o processo de colagem de chapas acrílicas é necessária uma base de trabalho plana, além de forte ventilação ou remoção de vapor, pois os vapores dos solventes são mais pesados que o ar. Também se deve cobrir a área de trabalho com vidro ou com filme de polietileno ou polipropileno, visando proteger a mesa de trabalho e as áreas de colagem que não devem entrar em contato com a cola. O método mais fácil para se utilizar cola polimerizável para unir duas partes em acrílico, se faz através de uma pistola especialmente preparada para esta finalidade. Estes dispositivos devem misturar automaticamente os dois componentes da cola, de carga substituível, e permitir relativamente fácil aplicação através da ponta do aplicador.

Quando não se utiliza pistola de aplicação, então deve ser empregada uma balança ou provetas, um recipiente para mistura e uma almotolia para cola. A balança deve possuir precisão de um grama para avaliação do peso dos adesivos. Escolha um recipiente redondo, de vidro ou polietileno – desde que seja insolúvel, para a mistura dos componentes da cola. Para agitar uma pequena quantidade de cola, use uma haste de vidro ou polietileno.

Gabaritos de montagem e grampos fixadores são usados constantemente como assessórios de colagem para produção em série. As partes que serão coladas podem ser presas com clips, grampos, pesos e fitas adesivas. Manchas excedentes de cola nas peças podem ser evitadas usando a fita especial #685 da 3M ou similares com “liner” de poliéster ou polipropileno.

Como colar acrílico

Colagem face a face

A colagem face a face pode ser realizada em áreas horizontais ou verticais. Chapas finas ou grossas podem ser coladas horizontalmente, contudo, blocos ou tarugos também podem ser colados verticalmente.

Para a colagem horizontal, a cola não deve conter bolhas e deve ser depositada sobre a superfície da chapa a aproximadamente 1/3 de distância das bordas (fig.4). As bordas de um dos lados das chapas podem ser unidas com uma fita adesiva (formando uma “dobradiça”). Comece a unir as chapas a partir da “dobradiça”, abaixando progressivamente a chapa superior de maneira a distribuir a cola uniformemente entre as chapas. Com isto eventuais bolhas serão expulsas para fora da colagem (fig. 5).

Como colar acrílico

Chapas grossas ou tarugos devem manter entre si um vão de aproximadamente 1,2 mm, com uso de espaçadores como fios de náilon, por exemplo.

Caso as bolhas se formem enquanto a cola é aplicada, devem ser extraídas com arames finos com a cola ainda úmida. As bolhas presentes em grandes áreas de colagem podem ser eliminadas perfurando-as também com um arame fino e removidas rapidamente para fora da massa do adesivo. Deixa-se uma abertura de aproximadamente 2,0 mm no topo da colagem por onde será envasada a cola para dentro do vão.

A colagem vertical tem várias vantagens – uma delas é que o processo pode ser realizado mesmo a cola apresentando pequenas bolhas.

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Colagem de topo

Para criar uniões de topo, fixe as placas em uma base plana, deixando um vão de pelo menos 0,8 mm entre elas. Vede a parte de baixo cobrindo a abertura com uma fita adesiva sem adesivo na parte central ou com a fita invertida, evitando o contato do adesivo da fita com a cola acrílica (fig. 6). Aplique a cola na junta despejando-a pela abertura maior do vão, lenta e continuamente, evitando assim a formação de bolhas.
A forma do vão da colagem depende basicamente da espessura das placas que serão coladas de topo. União de topo em V, com ângulo de abertura de 5 a 10° possibilitam maior resistência, para chapas finas – até 6,0 mm. Para chapas de 8,0 mm ou mais, recomenda-se ângulos menores.

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A contração da cola durante a polimerização é de cerca de 15 a 20% em volume. Forma-se uma superfície côncava (menisco) na face da colagem quando seca. Para compensar esta contração, deve-se usar um pequeno excesso de cola no início da aplicação.
Pode-se usar uma barragem com folha de alumínio fino ou fita adesiva larga.

Em alguns casos, com chapas muito grossas, será necessário um preenchimento posterior com nova preparação de cola (fig. 7).

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Colagem de Acrílico em ângulos

As uniões devem ser elaboradas utilizando-se gabaritos adequados para garantir que as partes se fixem nos ângulos desejados durante a colagem e a secagem. Quando se projeta uniões em ângulo, é difícil conseguir folgas ou espaços uniformes para a colagem, especialmente quando as uniões são longas e em chapas finas.

Bordas esquadrejadas e regulares são adequadas para serem unidas com colas polimerizáveis, pois permite que a borda de uma das chapas seja chanfrada e posicionada diretamente na superfície superior da outra chapa (fig. 8).

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Para produzir uma união firme e resistente, deve-se deixar um pedaço da chapa de baixo de sobra em relação à borda da peça vertical visando escorar o preenchimento do excesso da cola (fig. 9). Depois da secagem, o excesso pode ser cortado e eliminado e a união lixada e polida (figuras 10 e 11).

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Acabamento das uniões

colagem12aA quantidade de cola usada na união deve ser a necessária e suficiente de forma a reduzir ao mínimo os trabalhos posteriores de acabamento, como usinagem e polimento.

As superfícies podem ser acabadas com lixas d’água fina ou lã de aço, para então serem polidas, visando produzir uniões com alta qualidade ótica.

Recomenda-se realizar o destencionamento ou “annealing” das chapas para eliminar as tensões da colagem. O excesso de borda mais cola endurecida devem ser removidos utilizando-se uma fresa bem afiada com ponta de metal duro (widea).

 

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Assista aos Vídeos sobre como colar acrílico a seguir

A Colagem de Chapas Acrílicas – Debate no 11º Fórum Acrílico

Pelo terceiro ano seguido o Indac promove o 3º Fórum Acrílico NORDESTE. Levando conhecimento e novidades. Evento que acontece dentro da feira Signs Nordeste 2015.

Nesta edição estaremos acompanhados das empresas associadas ao Indac: Engraver, VP Máquinas, Sinteglas, J. Acrílico (de Fortaleza), será o espeço ideal para buscar conhecimento e fazer negócios com umas das melhores empresas do setor.

Programação do Fórum

17:00 ÀS 17:20: SAIA DA CRISE E VALORIZE SUA COMUNICAÇÃO VISUAL COM ACRÍLICO
JOÃO ORLANDO – INDAC

17:40 ÀS 18:00: EXCEPCIONAL DIFUSÃO DE LUZ PELAS SUPERFÍCIES DAS CHAPAS ACRÍLICAS COM GRAVAÇÃO A LASER
ANA MACHADO – SEI LASER

18:20 ÀS 18:40: ACRÍLICO FANTASIA E COLAS ESPECIAIS – COMO SE DIFERENCIAR NO MERCADO DE ACRÍLICO
EDUARDO FIASCO – SINTEGLAS

19:00 ÀS 19:20: CHAPA PMMA EXTRUDADA E CAST: CARACTERÍSTICAS, DESEMPENHO E APLICAÇÕES
HUMBERTO POLLI – UNIGEL PLÁSTICOS

19:40 ÀS 20:00: COMO ESCOLHER A CHAPA DE ACRÍLICO CORRETA PARA COMUNICAÇÃO VISUAL
FELISBERTO TRAVASSOS – CASTCRIL

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Esta é uma exposição de arte produzida no Brasil ou sobre o Brasil, por artistas brasileiros ou estrangeiros, inspirados pelos temas do nosso país.

Um espaço intimamente ligado à história nacional, que segue o desenrolar de cinco séculos. A cronologia é importante, mas são as imagens que predominam, sejam elas impressas, desenhadas, gravadas, aquareladas ou pintadas a óleo. O papel é o principal suporte das obras, mas convive com telas, esculturas e objetos de natureza diversa, entre os quais se destacam as moedas que circularam no país.

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Não é, no entanto, uma mostra de história, apesar de ela ser evocada por toda parte. É a exposição das imagens e dos objetos deixados por muitos dos maiores protagonistas da arte no Brasil desde o descobrimento.

Tamanha importância destas imagens que só poderiam ser expostas em displays, molduras e suportes de acrílico cristal. O rigor das dobras e colagens das chapas acrílicas seguem a perfeição das obras expostas, valorizando a história brasileira e ligando o passado ao presente através do mais nobre dos materiais.

Já na entrada da coleção as quase 400 gravuras de plantas e animais estão expostas em molduras de acrílico transparente, com espessura de 4,0 mm, revelando a história, sem ofuscar o olhar e a observação dos visitantes.

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Os livros de arte do século XIIIV estão perfeitamente apoiados por suportes de acrílico de 6,0 mm, deixando as obras em perfeitas condições para serem apreciadas pelos visitantes.

A coleção permanente ocupa dois andares do Itaú Cultural, em São Paulo, SP, em um total de 514 metros quadrados. A exposição reúne obras de duas coleções específicas do maior acervo de arte de uma companhia privada da América Latina: Brasiliana Itaú e Itaú Numismática.

Parte das duas coleções está intercalada no espaço, de acordo com o período histórico. São nove módulos, cada um com um tema, reunindo 1.364 obras.

Da Brasiliana Itaú o público poderá ver 969 itens, entre pinturas, tridimensionais, desenhos, aquarelas e têmperas, gravuras, mapas, manuscritos de literatura, documentos, periódicos, livros e caricaturas.

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Detalhes

Espaço Olavo Setubal – terça a sexta 9h às 20h. Sábado, domingo e feriado 11h às 20h
Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 – Pisos 4 e 5 (São Paulo / SP)

Ficha técnica (clique para acessar)

Brasil é o segundo maior país na venda de produtos para animais de estimação. De olho nesse segmento, indústria de acrílico nacional já faz algumas apostas.

O Brasil já é o segundo maior mercado de produtos pet do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos, segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação (Anfalpet). Dados da entidade apontam que o segmento movimenta mais de R$ 9,6 bilhões por ano e tem atualmente 84 milhões de “potenciais clientes”.
De acordo com a Anfalpet, o Brasil tem estrutura e capacidade de produção para ser também o segundo maior exportador de acessórios do setor, atingindo US$ 250 milhões no ano passado, mas ainda com grande possibilidade de crescimento.

O gestor da Planet Zoo Pet Solutions, Vanderson Matos Santana, afirma que o mercado pet nacional ainda está em processo de amadurecimento e seguindo a linha “nada se cria, tudo se copia”. “Existem poucas empresas especializadas no país e a fabricação nacional é muito crítica, porque boa parte da indústria ainda não despertou para esse mercado.” Por outro lado, a falta de novidades abre um enorme campo de oportunidades para quem quer inovar em produtos e servO mercado PET "Late" pelo Acrílicoiços para animais de estimação.

Foi o que fez o próprio gestor da Planet Zoo Pet Solutions há 10 anos, quando sugeriu a um amigo, proprietário de uma empresa transformadora de acrílico, o desenvolvimento de peças com o material para o mercado pet. “Naquela época, quase não tínhamos informações sobre a aplicação do acrílico em produtos para animais no Brasil, então fomos pesquisar em outros países, como os Estados Unidos, e começamos a criar aquários, gaiolas, camas e comedouros”, diz Ricardo Torres Vigolo, responsável pelo desenvolvimento de produtos da Novacril, parceira da Planet Zoo. De acordo com Vigolo, o acrílico tem características específicas que são ideais para esse tipo de aplicação. “A resina é atóxica e por isso o material é bem mais higiênico do que outros plásticos”, diz. “Em relação ao vidro ele também leva vantagem, pois é mais transparente, mais resistente e não estilhaça, o que faz dele mais seguro para utilização em aquário, por exemplo. Fora a beleza do material que dá muito mais requinte a peça.” Mas, segundo Santana, o mercado de pet no país ainda esbarra na questão do valor. “Por isso, acessórios em acrílico estão mais presentes nas chamadas boutiques, lojas que são voltadas para as classe A e B”, diz o gestor da Planet Zoo.

Para Silvana Arruda de Lima, supervisora da Au Pet Store, loja localizada no bairro Jardins, na cidade de São Paulo, ter produtos em acrílico é uma diferenciação em relação aos outros estabelecimentos. “Não vendemos uma quantidade expressiva, mas as peças em acrílico chamam atenção dos nossos clientes”, diz. “No nosso caso não é o preço que atrapalha os negócios, e sim a falta de conhecimento do material”, diz. E quando há interesse, falta oferta, segundo Rafael Antoniazzi Calomeno, proprietário do Sun Pet, em Curitiba (PR). “Compramos no início do ano bebedouros para cachorro em acrílico que, por causa das cores, chamaram muita atenção e saíram rapidamente. Agora estamos querendo mais unidades, mas estamos com dificuldade de encontrar bons fornecedores no mercado.”

O mercado PET "Late" pelo Acrílico
Comedouros em acrílico da Animall Pet Story

Novas Apostas

Aos poucos outras empresas também estão se aventurando no mundo animal. É o caso da Casa do Acrílico, associada ao Indac, que desenvolveu um canil com o material para a feira Campinas Decor. O ambiente traz banco com assento composto por peças em acrílico em formato de osso, dosador de comida em acrílico, entre outras peças menores. “Na época foi super inovador, e acredito que se tivéssemos lançado os produtos em São Paulo, o sucesso seria ainda maior”, diz José Eugênio Peres, diretor comercial da unidade Campinas. Em Bauru, também no interior da capital paulista, a Emporium desenvolveu uma casinha para cachorro que fica em exposição no showroom da loja. “Fizemos tudo em acrílico, até o telhado e a forração. Ficou uma gracinha!”, conta a gerente da empresa associada ao Indac, Érika Ribeiro. “Por causa do preço, que é de R$ 380, estamos lançando no site do Indac e esperamos retorno do público paulistano.”

O mercado PET "Late" pelo Acrílico

E a criatividade não para por aí. A Design Laser, empresa associada ao Indac, desenvolveu um aquário de parede em acrílico. A bolha, feita com chapa transparente, é fixada a um adesivo decorativo. “Foi um desenvolvimento nosso e a procura cresce a cada dia. Agora estou com a ideia de fazer suportes para comidas e berços para cachorros e gatos”, afirma Auro de Araújo, diretor da empresa que vende de 10 a 15 aquários por mês.

 

Casinha de cachorro em acrílico, da Emporium. E Aquário de parede em acrílico, da Design Laser.
Casinha de cachorro em acrílico, da Emporium. E Aquário de parede em acrílico, da Design Laser.

Veja mais:

Anfalpet
www.anfalpet.org.br – (11) 3373.8200

Au Pet Store
www.aupetstore.com.br – (11) 3044-7555

Casa do Acrílico
www.casadoacrilico.com.br – (19) 3229-2931

Design Laser
www.designlaser.com.br – (11) 2727-4451

Emporium
www.emporiumacrilicos.com.br – (14)3313-6605

Novacril
www.novacril.com.br – (11) 4617-4784

Planet Zoo Pet Solutions
www.planetzoo.com.br – (11) 2386-5000

Sun Pet Shop
www.petshopsunpet.com – (41) 3243-6886

Leia o Jornal do Acrílico em sua nova versão digital.

Clique na imagem abaixo para ler na integra a publicação sem a necessidade de download e de instalação de programas, e ainda direto em sua tela.

Veja na nº 62 edição

Proteção é fundamental – acrílico garante mais segurança dentro e fora de ambientes domésticos
Tubos em acrílico – Descubra as principais diferenças entre eles
Chapas de superfície sólida – Produto de baixíssima porosidade
Web Acrílicos – Indac lança e-commerce

Veja também as Edições Anteriores

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O Indac – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico promove o curso básico sobre “Transformação de Chapas Acrílicas”, na escola Cose di Acrilico, em São Paulo – em parceria com Engraver Comercial.

O treinamento aborda de maneira prática e teórica as principais técnicas ou processos para se trabalhar com chapas acrílicas e é ministrado por profissionais com experiência no mercado: Raphael Carmo, Carlos Rizzo Jr, Eduardo Fiasco, Leandro Sartori, Luan Martins, Jussara Kanaiama, Felisberto Travassos, Alexandre Paschoalino e João Orlando Vian.

Para quem se destina

Profissionais de comunicação visual, móveis e iluminação; arquitetos, designers e empreendedores que queiram se atualizar ou ingressar no mercado do acrílico.

Programação

Primeiro dia

Manhã

  • Aplicações e produtos finais das chapas acrílicas – Segmentos do mercado brasileiro e atividades do Indac;
  • Produção e variedade de chapas acrílicas cast; Diferenças entre cast, extrusadas e recicladas e Normas ABNT para chapas acrílicas – João Orlando (Indac);
  • Comparação e usos do acrílico em relação a outras chapas plásticas, como PS, PETG, PVC, PC e ACM – Marcel Canuto Jr. (Actos).

Tarde – oficina:

  • Corte e gravação a laser e fresadoras CNC (routers);
  • Diferenças entre fontes de laser e diferenças entre LEDs;
  • Elaboração de produto com uso de laser e router – Leandro Sartori e Luan Martins (Engraver).

Segundo dia

Manhã:

  • Técnicas de dobragem de chapas acrílicas com fios de níquel-cromo e fresamento por tupia – Alexandre Paschoalino (VP Máquinas);
  • Chapas acrílicas especiais ou fantasia e diferentes tipos de colas utilizadas para acrílico, suas técnicas e os acessórios adequados – Eduardo Fiasco (Sinteglas);

Tarde – oficina:

  • Prática no uso dos diferentes tipos de colas e técnicas de colagem – Alexandre Paschoalino e Eduardo Fiasco

Terceiro dia

Manhã:

  • Corte com serras circular e de fita, Lixamento e Polimento;
  • Moldagem por sopro e pressão de bolhas e bacias;
  • Moldagem de tubo e Lapidação de bordas – Raphael Carmo (Indac).

Tarde – oficina:

  • Evolução do design; Forma e função de produtos;  Valor agregado e tendências de peças acrílicas;
  • Projeto de produto (em grupos) e produção das peças projetadas, utilizando todos os recursos e chapas disponíveis na oficina – Arq. Carlos Rizzo Jr (Indac).

Próximas datas e horários

De 22 a 24 de maio de 2017 (segunda a quarta-feira)
Horário das 8:30 às 12:30 e 13:30 às 18:30 hs – total de 27 horas de aula.

Apostila sobre o conteúdo e certificado de conclusão são entregues aos participantes que frequentarem mais de 80% da carga horária ou mais de

Local

Rua da Gávea, 176 – Vila Maria, São Paulo / SP (paralela à Rua Curuça) Engraver Comercial Ltda – (Veja no mapa)
Estacionamento próximo, há uma quadra de distância.

Sugerimos a estadia nos hotéis mais próximos ao Cose di Acrilico

Pleasant Place Hotel (https://www.pleasantplacehotel.com.br)

Hotel Floresta (https://www.florestahotel.com.br/vilaguilherme)

Golden Vilage Hotel (https://www.goldenvilagehotel.com.br)

Maison Florense Hotel (https://www.maisonflorense.com.br)

Investimento em conhecimento

  • Profissionais, designers, arquitetos, estudantes e demais interessados em transformação de chapas acrílicas: R$ 1.180,00
  • Representantes de empresas associadas ao Indac: R$ 690,00

Obs – o valor é referente somente ao treinamento, excluindo custos de transporte, alimentação e estadia durante os dias de curso.

 Opções de pagamento

O pagamento deve ser feito de forma antecipada , objetivando reservar a vaga, nas seguintes opções:

  • Pelo PagSeguro em até 12 parcelas através de cartão de crédito;
  • Valor a vista por boleto direto do Indac.
  • Pelo PagSeguro em até 12 parcelas através de cartão de crédito (com
    correção)

pagseguro-footer

Observações importantes

  • Inscrições canceladas até 15 dias antes do início do curso serão integralmente reembolsadas pelo Indac. Inscrições cancelas até 7 dias antes do início do treinamento serão reembolsadas pela metade do valor do investimento e as canceladas na semana anterior ao início do curso não terão direito a reembolso.
  • Dúvidas sobre programação do treinamento e professores devem ser eliminadas anteriormente ao início do curso.
  • Sugestões, críticas e elogios serão avaliados somente no final do treinamento, após cumprimento de toda a programação. Não será devolvido o valor do investimento por falta de conhecimento do que foi programado.

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Cartão de crédito em até 12x pelo Pag SeguroBoleto ou depósito a vista

Observações

Depoimentos dos alunos



Fotos do treimenamento

Fotos da Sétima Turma

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Fotos da quarta turma

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Fotos da terceira turma

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Fotos da segunda turma

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Fotos da primeira turma

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A exposição “Polesello joven” busca jogar com a distorção e transformação da imagem com um fim lúdico, com uso do acrílico.

No Museu de Arte Latinoamericano de Buenos Aires – MALBA, na Argentina, o acrílico está mudando a forma de ver o mundo, como destaca a curadora da exposição, Mercedes Casanegra: “A exposição Polesello Joven se insere dentro do desenvolvimento da abstração geométrica e óptica, de forma bastante original. Os trabalhos de Rogelio Polesello se destacam pela busca do movimento a partir do estático e pelos desafios da percepção através das oscilações entre figura e fundo, onde o uso do acrílico foi fundamental para a concretização de sua obra”.

As obras mais incríveis da mostra, as “lupas” de acrílico deformam obras e o ambiente que as rodeiam projetando novas formas, criando obras infinitas, em constante mudança que interagem com outras peças do museu. A curadora retoma com a observação: “os artistas argentinos buscam uma ligação entre a arte e a indústria. O acrílico é um material que a indústria ofereceu e aí o que Rogelio Polesello faz é talhar “lupas” – um elemento perfeito para a distorção e a transformação das imagens”.

As obras ou “lupas” são criadas a partir de painéis de chapas acrílicas de 30,0 a 50,0 mm de espessura, com entalhes em formas de círculos côncavos e convexos.

O próprio Rogelio Polesello, comenta: “Uma das coisas que fiz foi sempre brincar com distorção e transformação da imagem , às vezes com resultados ópticos incríveis quando utilizei chapas grossas ou blocos de acrílico”.

Veja nas imagens abaixo as diferentes percepções obtidas nas obras:

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16ª edição, o Fórum AcrílicoO acrílico contra a crise, promovido pelo INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico – mais uma vez foi um sucesso! Foram mais de 85 participantes que puderam compartilhar de ideias  do uso do acrílico em comunicação visual para enfrentar a crise nos negócios em nosso país. Foram palestras com profissionais com experiência no mercado, ricas em conhecimento. Durante as palestras ocorreram debates entre os palestrantes e participantes, enriquecendo a troca de ideias em busca de soluções que valorizam as empresas de comunicação visual.

O evento aconteceu dia 23 de julho de 2015, das 10 às 13 hs, no Espaço do Conhecimento, dentro do Pavilhão Anhembi, durante a feira Serigrafia Sign FutureTextil 2015.

Palestras

  • Saia da crise e valorize sua comunicação visual com acrílico – Orlando Vian (Indac)
  • As chapas de acrílico que não desbotam e não perdem o vinco – Felisberto Travassos (Castcril)
  • Como diferenciar seus produtos com acrílicos especiais e colas adequadas – Eduardo Fiasco (Sinteglas)
  • Excepcional difusão de luz pelas superfícies das chapas acrílicas com gravação a laser – Giovani Angeloni (Sei Laser)
  • Chapa PMMA Extrudada e Cast: características, desempenho e aplicações – Humberto Polli (Unigel Plásticos)
  • O acrílico no dia-a-dia – Eugênio Peres (Casa do Acrílico)

Veja as fotos do evento

Fórum Acrílico 2015 
Fórum Acrílico 2015
Fórum Acrílico 2015 Fórum Acrílico 2015

 

 

 

 

As Características do Acrílico se destacam entre outros materiais graças às suas qualidades e propriedades excepcionais, responsáveis pela ampla variedade de aplicações – dos materiais de construção até artigos domésticos, displays, luminosos, fachadas e outros.

As Características do Acrílico

Antes de escolher o material ideal para o seu projeto, pense nas vantagens descritas no texto abaixo:

Propriedades do Acrílico

  • Transparência: as chapas “cristais” são mais transparentes que o vidro;
  • Resistência a intempéries sob qualquer clima;
  • Absorção de água: com 2 a 100% de umidade relativa, apresenta aumento dimensional de no máximo 0,35%;
  • Resistência à abrasão comparável à do alumínio;
  • Peso: densidade relativa de 1.19 g/cm3. Uma chapa de 2 m2 por 3 mm de espessura pesa aproximadamente 7, 26 kg;
  • Higiene: segurança total quando em contato com alimentos;
  • Resistência química: boa aos produtos químicos mais comuns;
  • Quebra: boa resistência, sem tendência à fragmentação;
  • Queima: semelhante à madeira dura, mas sem produzir fumaça.

Características do Acrílico

  • Cristalino, transparente, atingindo 92% de transmissão de luz;
  • Duro, rígido e resistente;
  • Excelente resistência à radiação UV e às intempéries;
  • Boa resistência química;
  • Excelente moldabilidade na termoformagem;
  • Infinitas possibilidades de cores (transparentes, translúcidas e opacas);
  • Limitada resistência a solventes;
  • Baixa resistência à fadiga;
  • Inflamável, porém com baixa emissão de fumaça quando queimado;
  • Baixa resistência a álcool;
  • Baixa resistência a abrasão, porém quando riscado é plenamente recuperado por polimento;
  • Atóxico: segurança total quando em contato com alimentos;
  • Boa resistência à quebra, sem tendência à fragmentação;
  • Absorção de água: Retém cerca de 2% de umidade e com essa absorção existe um aumento dimensional de no máximo 0,35%;

Acrílico = poli(metacrilato de metila)

O acrílico é um polímero (Poli > Muitos e Mero > Unidade), pois é constituído de grandes moléculas formadas por muitas unidades químicas (mero) que se repetem. Pertence a família dos termoplásticos devido à possibilidade de conformá-lo com a aplicação de calor ou solvente.

Produção do Acrílico - Chapas Acrílicas Cast
Metacrilato de Metila usado na produção de Chapas Acrílicas da Unigel

Polimerização do Monômero

O metacrilato de metila pode ser facilmente polimerizado pelas técnicas de polimerização em massa, solução, suspensão e emulsão.

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Comercialmente, a técnica mais empregada é a de polimerização em massa, pois possibilita a obtenção direta do produto desejado. Um exemplo típico da utilização desta técnica seria a fabricação das chapas fundidas ou “cast”.

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Castcril Chapas Acrílicas

Produção de Chapas pelo Processo de Fundição ou “Cast”

O xarope acrílico é vazado entre duas placas de vidro e polimerizado em autoclaves, tanques de água quente ou estufas. Em autoclaves, a polimerização se dá a uma temperatura de 90 ºC, com pressão de 5 Kgf /cm2, enquanto que nos tanques e estufas a temperatura atinge 70 ºC à pressão atmosférica.

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Produção do Acrílico – Chapas Acrílicas Cast

A obtenção de chapas Fundidas ou “Cast” se faz pelo processo de batelada, utilizando lâminas de vidro de alta qualidade superficial como moldes. A polimerização inicia-se com uso de catalisadores e ação da temperatura e é feita dentro de autoclaves, estufas ou banhos de água quente.

Assim se obtém chapas com alta transparência, grande resistência mecânica, mínimas tensões térmicas e distorções ópticas.

Veja no vídeo abaixo as fases de produção de Chapas Acrílicas Cast

Produção de Chapas pelo Processo de Extrusão

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Produção do Acrílico – Chapas Acrílicas Cast

Para a obtenção das chapas utiliza-se a resina acrílica na forma de pó ou no formato de grânulos, que passa por uma extrusora seguida de calandragem em processo contínuo. Possui excelente regularidade de espessura com variações inferiores a +/ – 5%, consegue-se chapas com comprimento de até 6 metros, ou maiores se desejado. Seu custo é inferior ao das chapas Fundidas devido a alta produtividade.

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Produção do Acrílico – Chapas Acrílicas Cast

O INDAC adverte os consumidores de boxes de banheiros sobre o uso indevido do nome do material “acrílico” pelas empresas do setor para designar outros tipos de plásticos, com propriedades e custos inferiores, prejudicando a imagem do material e principalmente o consumidor, que é enganado.

Na maioria dos casos o que se chama de Box em Acrílico, é feito de materiais inferiores.

No entanto, caso o consumidor valorize as vantagens de segurança, transparência, durabilidade e beleza do material e queira instalar um legítimo box de acrílico em seu banheiro, indicamos as seguintes empresas:

Casa do Acrílico (Rio de Janeiro): (21) 3970-7005
Casa do Acrílico (Campinas): (19) 3728-2931

Como diferenciar o Acrílico de outros plásticos?

Existem algumas características que podem ser observadas para diferenciar o produto na hora da compra:

Caso as chapas plásticas do box apresentem relevos ou texturas, certamente trata-se de material ordinário – certifique-se da procedência do material;
Tendo em conta os requisitos de segurança que o boxes de banheiros necessitam, a espessura mínima da chapa indicada é de 3 mm para qualquer tipo de plástico. Espessuras menores certamente trarão riscos de acidentes devido a formação de pontas quando quebrados durante o uso.
As chapas plásticas normalmente utilizadas pelas empresas que comercializam os boxes são inadequadas para a aplicação: são quebradiças, amarelam com o tempo e devido a reduzida espessura, são frágeis e de baixíssima resistência a impactos. Características que não se aplicam ao acrílico, como você pode verificar em nosso site (Características do Acrílico)
O Indac e a Garantia de Qualidade das Chapas Acrílicas

As chapas acrílicas possuem 10 anos de garantia contra amarelamento, são oferecidas em uma infinidade de cores e espessuras, podem ser curvadas com temperatura, além de não estilhaçarem quando quebradas – como o vidro – preservando assim a vida e a segurança das pessoas durante o banho.

O Indac possui um programa de qualidade que inspeciona periodicamente as chapas acrílicas de todos seus associados. Este programa é baseado na norma internacional de qualidade NBR-ISO 7823, formalizada no Brasil pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Com este trabalho o Indac garante a qualidade dos produtos oferecidos pelas empresas filiadas.

Comparativo de algumas fotos com modelos de Boxes para Banheiro

Observe as diferenças gritantes, entre os itens ditos como “ Box de Acrílico” e as peças feitas pelas empresas que verdadeiramente usam o Acrílico:

Modelos que NÃO são de acrílico:

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Modelos QUE SÃO de acrílico:

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Cabeceira de cama em acrílico

A Cabeceira de Cama em Acrílico é um daqueles projetos que marcam definitivamente a empresa que o torna realidade, além de criar laços com o cliente final e arquiteto, como expõe Gustavo Barreto, da GW Soluções em Comunicação Visual, “Tudo começou em uma reunião sobre outro projeto, quando a arquiteta, Cristina Barretto, comentou que a filha de uma cliente tinha um sonho de ter uma cama igual a da Barbie. Na mesma hora eu disse que iríamos fazer. Cristina nos solicitou iluminação em destaque e nos perguntou qual seria o melhor material. Sugerimos o uso do acrílico com iluminação através de LEDs. Fizemos, então, um estudo técnico para tornar aquele sonho realidade. A cliente aprovou o projeto logo na primeira apresentação, o que nos deixou muito motivados”.

Para a GW Soluções em Comunicação Visual não foi um projeto com muitas dificuldades técnicas, dada a experiência de mais de 5 anos trabalhando o acrílico com LEDs. Foram usadas chapas com espessura de 20,0 mm, com atenção especial para o acabamento das bordas da peça

Cabeceira de cama em acrílico
Detalhe para cabeceira em acrílico com chapas rosa e iluminação de LED

A GW, associada Indac de Aracajú – SE, viu este projeto como um desafio de criatividade e eficiência além de uma ótima oportunidade de acrescentar exclusividade ao seu portfólio. Isso revela que a criatividade aliada ao bom gosto e atendimento especializado traz resultados aos transformadores de acrílico de maneira compensadora: “Foi um sucesso total, todas as partes envolvidas gostaram do resultado, principalmente a criança que viu seu sonho realizado!”, relata Barreto.

Investindo na criatividade e relacionamento entre clientes finais especificadores, é uma das formas mais apropriadas dos transformadores de peças acrílicas se destacarem no mercado. O Indac terá sempre o prazer e a missão de apoiar iniciativas e bons projetos como esta Cabeceira de Cama da Barbie”.

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Acesse o Website da GW Soluções em Comunicação Visual:

www.gwscv.com.br

A Acrílicos Santa Clara, empresa associada ao Indac, tem no seu DNA o arrojo e criatividade como base sólida de uma história de sucesso no mercado de Acrílico. Seguindo estes preceitos eles projetaram e deram vida ao Carro de Acrílico que foi projetado pelo colaborador Michael Lipinski, e tem como objetivo apresentar às pessoas a o universo de possibilidades que partem de uma simples chapa acrílica.

O carro é resultado de quase um ano e meio de desenvolvimento. Nele foram utilizadas chapas das mais variadas formas, cores e espessuras (acrílico preto, branco , verde, azul, fume, cristal, vermelho e chapas de 2 a 50mm de espessura) totalizando mais de 700 kilos de material bruto. Trabalhando com detalhes precisos de três milímetros e as nuances vão do branco ao preto, do fumê ao verde translúcido e o cristal, além da combinação com iluminação em LEDs.

 

Carro de Acrílico
Carro de Acrílico

O projeto só foi possível de ser realizado, pois a Acrílicos Santa Clara conta hoje com um moderno e completo parque fabril destinado a transformação do acrílico, passando pelos processos de gravação e corte a laser, usinagem 5 eixos para trabalhar as formas arredondadas e em 3 dimensões, moldagem, colagem, lapidação, polimento e dobra. Sendo a colagem o processo que mais apresentou dificuldades em ser concluído.

A repercussão do projeto tem sido muito positiva como nos contaReimar Sebold, diretor comercial da Acrílicos Santa Clara: “A repercussão, especialmente na mídia, está bastante acima do esperado. Tivemos uma grande procura por parte dos meios de imprensa com interesse em falar sobre o carro, saber sobre os processos, sobre o acrílico em si, enfim, ótima a repercussão.”.Esta aceitação por parte do público valoriza as  empresas e profissionais que investem em criatividade e inovação com base no Acrílico, e é uma das premissas básicas da empresa como completa Reimar Sebold: “. Trabalhamos muito em treinamento e desenvolvimento de processos para a transformação do acrílico. Partimos da premissa básica: por que não pode ser feito em acrílico? Assim, com processos avançados e bastante desenvolvimento, conseguimos inovar”.

Carro de Acrílico
Carro de Acrílico

Inove você também!

Veja neste vídeo como foi montado o Carro de Acrílico

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Saiba mais sobre a Acrílicos Santa Clara

Acesseo site: acrilicossantaclara.com.br
Fone: (47) 3274-6500