Pietro Acrílico é uma das fabricantes de chapas acrílicas recicladas mais tradicionais do país, atuando há mais de 40 anos no mercado – e sempre com a mesma razão social.
A matéria prima da Pietro são as sucatas de acrílico que não mais conseguem ser utilizadas pelos transformadores de peças.

Estas montanhas de sucatas são separadas cuidadosamente, visando não misturar acrílico com outros materiais parecidos, como poliestireno ou policarbonato.
Depois da minuciosa etapa de separação, as sucatas de chapas acrílicas são aquecidas até sua fundição em fornos de alta temperatura. Com a queima da sucata, os vapores desta fundição são condensados formando um novamente o MMA (metacrilato de metila) ou a matéria prima do acrílico – agora com impurezas do processo de reciclagem.

Reciclagem do Acrílico

Este monômero reciclado será novamente fundido entre duas placas de vidro, para seu retorno na forma de chapas acrílicas de cores, tamanhos e espessuras variadas.
Evidente que as chapas acrílicas recicladas são utilizadas em funções próprias, não podendo serem utilizadas em comunicação visual externa, por exemplo. No entanto, existem inúmeras aplicações, principalmente internas, onde as chapas da Pietro Acrílico são perfeitamente adequadas.

Banner porta-folhetos produzido com chapas acrílicas recicladas.

A empresa está estabelecida a Rua São Jorge, 350 – bairro Santo Antônio – bem no Centro de São Caetano do Sul / SP.
O telefone para contato é (11) 4226-0929.

Projetos acompanhados gratuitamente pelo Instituto têm todo o processo produtivo garantido, além da certeza de contar com melhores profissionais e matéria-prima

O programa Acrílico em Ação, lançado há cerca de um ano pelo INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), acaba de ganhar um conceito ainda mais afinado e completo. Trata-se do Atendimento 360°. Agora, além de avaliar os projetos enviados pelos clientes e apontar a eles os transformadores mais indicados para cada serviço, o INDAC tem ajudado a vender novos projetos em acrílicos. Isso faz com que todo o processo se torne mais ativo e menos dependente de acasos.

A assertividade da ação já pode ser vista. Há menos de quatro meses em vigor, o Instituto trouxe para seus associados orçamentos de projetos de marcas como Kopenhagen, B. Ferras, H.Stern e Score Group, entre outros. “O Acrílico em Ação é o oposto do que estamos acostumados a ver no mercado. Normalmente, espera-se o cliente interessar-se pelo acrílico. Mas o Acrílico em Ação tem uma pessoa dedicada a visitar e manter contato constante com todos os possíveis usuários de acrílico, antecipando e influenciando positivamente os projetos nos quais esse material pode ser uma opção”, explica Marcelo Thieme, diretor-presidente do INDAC.

A presença desse profissional nas agências de publicidade e nos clientes potenciais, ressaltando os benefícios do acrílico, além do trabalho dos transformadores associados a nós, também é muito positiva para toda a cadeia, ressalta o dirigente: “Acreditamos que a presença constante e esse trabalho de captação possam trazer várias oportunidades. O INDAC e seus associados tendem a ganhar mais visibilidade”.

Display em Acrílico

Acriresinas, Tudo em Acrílico e Menaf estão entre alguns transformadores associados que fizeram orçamentos para os projetos captados pelo programa. “No cenário atual, tudo que pudermos fazer para unirmos forças e ajudarmos uns aos outros a sobreviver e reverter esse momento ruim é visto de forma positiva”, afirma Rosana Silva, da Menaf. Para ela, os associados só têm a ganhar com o programa, que não implica em aumento de custo.

Rosana conta que entre os orçamentos que fez, um se concretizou. “Era um projeto pequeno. Mas esse é só o início e para nós foi muito bacana efetivar essa venda e sentir que estamos dentro do projeto que foi apresentado e está sendo de fato cumprido”, afirma.

Salvatore Iannelli, da Acriresinas, que já esteve a frente do INDAC e ajudou a idealizar o Acrílico em Ação, acredita no potencial do programa, embora saiba que ajustes futuros sejam necessários, inclusive para descobrir e corrigir eventuais falhas: “Esse programa foi idealizado na minha gestão como presidente do INDAC. A ideia era colocar à disposição do mercado uma ferramenta fundamentada em princípios e suporte técnico de um órgão como o INDAC, sem os compromissos comerciais de um fabricante. Possibilitando aos especificadores, designers e demais empresas desenvolvedoras de projetos receber suporte técnico para o desenvolvimento de seus produtos, fomentando e fundamentando tecnicamente a base do nosso mercado”.

Atendimento 360°

Mais do que vender o acrílico. O Acrílico em Ação tem por finalidade a satisfação do cliente com sua escolha e, sobretudo, a fidelização do consumidor de acrílico. Assim, o atendimento não acaba após a concretização da venda. Depois que o cliente recebe os orçamentos e escolhe livremente entre os transformadores indicados pelo Instituto (seleção baseada na capacidade produtiva apresentada por cada associado), começa a segunda etapa do atendimento INDAC – o acompanhamento de todo o processo produtivo da peça. Esse suporte vai da escolha do material até a entrega do item, que receberá selo de garantia INDAC.

Segundo Paulo Muniz, responsável pelo departamento de vendas do Acrílico em Ação, após alguns meses de trabalho, o departamento começa a progredir e ganhar a confiança de clientes. “Juntos, temos conhecimento e ferramental para concretizar projetos incríveis, de totens a mobiliários, quiosques e todo tipo de material de ponto de venda, inclusive com iluminação LED. Dentre nossos associados temos quem fez o os visores em acrílico do Aquário de São Paulo e também quem produz berços neonatais para maternidades, além de vitrines dinâmicas de grandes lojistas. O mercado precisa conhecer todo esse trabalho e saber mais sobre a capacidade do acrílico como matéria-prima e do conhecimento técnico de nossos transformadores. O Acrílico em Ação existe para isso”, finaliza.

Para os clientes interessados, basta entrar em contato com o Acrílico em Ação através do [email protected]. Se já tem projeto pronto e deseja cotar, só anexá-lo ao e-mail. O contato também pode ser feito pelo link: www.indac.org.br/acrilico-em-acao/.

Veja neste vídeo Como Dobrar Chapas Acrílicas de 2mm e 10mm com uma máquina para dobrar acrílico da Digisolda. Também veremos, dicas importantes sobre escolha e regulagem da sua máquina, escolha das melhores chapas acrílicas, o tempo ideal para a dobra e muito mais.

Acesse o site da DIGISOLDA conheça as melhores maquinas para dobrar acrílico com um ótimo custo benefício: https://www.digisolda.com.br
Conheça o melhor curso sobre transformação de chapas acrílicas, o Cose di Acrílico: https://www.indac.org.br/cosediacrilico/

Castcril, o maior produtor de chapas acrílicas do país, baixa os preços de chapas coloridas

O consumo brasileiro de chapas acrilicas em 2016 foi de cerca de 7.500 toneladas. Depois de tantas incertezas do país nestes últimos meses, e de acordo com o histórico de demanda do produto até julho, estima-se que o consumo aparente de chapas acrílicas em 2017 mantenha-se no mesmo patamar, ou seja, em torno de 7.500 t – com demanda média de 625 t por mês.

Atualmente existem 17 produtores de chapas acrílicas no país, com capacidade instalada de cerca de 15.000 toneladas por ano, ou seja, o dobro da demanda atual.

O grande consumo de chapas acrílicas aconteceu em 2013, atingindo 12.000 t, enquanto que a capacidade instalada naquele período era de 19.000 t, incluindo o volume da Unigel Plásticos, que viria a fechar sua fábrica no início de 2015.

O maior segmento de aplicação das chapas acrílicas no Brasil é o de comunicação visual, representando cerca de 60% do consumo total do material.

Em meio às disputas comerciais com produtos importados, a Castcril, com fábrica em Cajamar – município próximo a capital de SP e a maior produtora de chapas acrílicas da América do Sul, vem trabalhando arduamente na redução de custos de operação e anuncia com grande entusiasmo a redução de preço de 20% em toda sua linha de chapas coloridas, já a partir de outubro.

Trata-se, certamente, de grande oportunidade do acrilico avançar sobre outros materiais de menor qualidade, pois o produto oferece maior resistência mecânica, química e aos raios solares que outros plásticos, além de grande facilidade de processamento.

Entre em contato com a Castcril:

Fones: (11) 3062 0199 • (11) 4446 7260

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Alívio de Tensões

O tratamento para “distencionar” o acrílico cast e extrusado é importante antes e depois do processo de transformação, visando eliminar as fissuras ou crazing que aparecem. De acordo com o engenheiro Fábio Fiasco, proprietário da Sinteglas, especializada em colas, todas as chapas acrílicas, inclusive as extrusadas a partir da resina de PMMA, com diferentes graus de intensidade, carregam tensões internas ou residuais resultantes dos efeitos térmicos de seus processos de fabricação. Para aliviar as tensões do acrílico são empregados dois processos distintos:

Normalização (normalizing)

Processo de tratamento térmico utilizado para chapas ANTES de serem transformadas (usinagem, moldagem ou colagem). Neste procedimento, as chapas (como fabricadas) são aquecidas uniformemente a uma temperatura acima de seu ponto de transição (entre 138 a 140°C) até que se garanta o completo relaxamento das tensões existentes. Depois, se dá o resfriamento lento até a temperatura ambiente em uma proporção que evite a reintrodução de tensões. Nas aplicações mais críticas exige-se a normalização independente da intensidade das tensões internas presentes no material.

Recozimento (annealing)

Processo de tratamento térmico utilizado para aliviar as tensões APÓS o material sofrer qualquer transformação (usinagem, moldagem ou colagem). Para o uso comum das chapas cast, é permitido que o alívio das tensões presentes  no material original, quando esse for de baixa intensidade, seja negligenciado  dispensando o processo de normalização.

No entanto, as tensões térmicas e mecânicas decorrentes da transformação e usinagem do material, principalmente as que precedem a colagem, não podem ser desprezadas, pois são justamente as responsáveis pelas falhas de aparência e resistência. Vale lembrar que, por utilizarem solventes, a colagem e a impressão com tintas atacam a superfície do acrílico evidenciando e intensificando o efeito  crazing. Neste caso, é necessário fazer o  recozimento. Esse tratamento térmico é realizado com temperaturas abaixo da temperatura de transição. São três etapas consecutivas:

  • a) O componente é aquecido lentamente até a faixa de temperatura entre 87ºC e 93ºC.
  • b) Essa temperatura é mantida por um tempo “T” determinado (patamar).
  • c) Depois o material é resfriado lentamente para evitar a reintrodução de tensões ou deformações térmicas.

a) Aquecimento

Carregar a peça na estufa com temperatura ambiente. A temperatura do ar circulando dentro da estufa não deve aumentar mais que 18ºC/hora até atingir a temperatura selecionada (conf. tabela).

Tabela para condições de recozimento de peças moldadas (conformadas por calor):

Alívio de Tensões (distencionamento) de Chapas Acrílicas

c) Resfriamento

O tempo de resfriamento não deve ser menor que o tempo utilizado no patamar, ou assegurar um gradiente de resfriamento de pelo menos 12°C / hora. A temperatura do ar circulante na estufa deve permanecer dentro de uma variação não superior a ± 3ºC da temperatura selecionada na tabela acima.

b) Patamar de temperatura constante

Na prática, o tempo de recozimento (annealing) – “T” em horas, pode ser determinado como sendo igual a espessura da chapa – em mm. Assim, uma chapa de 3,0 mm deve permanecer por 3 horas na temperatura descrita pela tabela a seguir:

Considerações

Para as chapas extrusadas as condições de tempo e temperaturas para operações de alívio são diferentes e devem ser consultadas junto ao fabricante do material.

As operações de alívio de tensões só devem ser realizadas em estufas de circulação de ar com controle preciso e com variações não superiores a ±3ºC para o diferencial de temperatura no espaço entre as prateleiras.

As estufas adequadas devem possuir dutos com trocadores de calor ou resistências blindadas. O ventilador deve ter capacidade de suprimento de ar a uma velocidade de aproximadamente 100m/min. Podem ser estufas elétricas ou a gás e, neste caso, com trocadores de calor para evitar circulação de produtos combustíveis no espaço aquecido.

No Brasil são raríssimos os casos em que são requisitados ou especificados alívio de tensões (recozimento) para produtos fabricados em acrílico. No exterior, entretanto, existem empresas especializadas em executar esse serviço.

Para comprovar a eficácia do tratamento de recozimento utilizam-se placas Polaroid (ou o efeito de luz polarizada) e a conclusão é baseada na experiência prática do avaliador sendo, portanto, um critério sem caráter científico que deve ser amplamente discutido entre fornecedor e cliente.

As Características do Acrílico

Ano tumultuado faz vendas voltarem ao patamar de oito anos atrás; sendo otimistas, empresas do segmento lutam pela estabilidade em 2017 

São Paulo, 20 de dezembro de 2016 – O INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico –, divulgou, nesta semana, números do setor de acrílicos. Em resumo, o mercado não vai bem. Sente nas planilhas o impacto das crises econômica e política pelas quais atravessa o país nos últimos anos. Para se ter ideia, o setor deve fechar o ano com a venda de 7.400 toneladas de chapas acrílicas, 22% a menos do que em 2015. Ano que também já contabilizava 10% de queda em relação a 2014. A situação é tão grave que esse montante faz com que setor volte cerca de oito anos, entre 2007 e 2008, quando o mercado foi de 6.800 toneladas para 8.200 toneladas.

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As importações também têm sentido a queda na demanda do produto, caíram de 5.146 toneladas em 2015 para cerca de 3.900 toneladas neste ano. Apesar disso, os produtos vindos de fora já contabilizam 53% do market share, o que agrava ainda mais a situação dos produtores nacionais. “O mercado hoje é pouco favorável para o produtor nacional. Por mais estranho que possa parecer, os produtos vindos de outros países conseguem se beneficiar da complexidade tributária brasileira em relação aos produtos nacionais– principalmente devido à falta de equalização do ICMs entre os estados – gerando inúmeras discrepâncias  interferindo na capacidade competitiva de qualquer setor”, explica Fernando de Oliveira, presidente do conselho deliberativo do Indac e diretor da Castcril.

Para 2017, aparentes melhorias do cenário macroeconômico nacional, como do PIB (Produto Interno Bruto), que deve sair dos 3,5% negativos deste ano para 0,5% positivos, e da previsão de produção industrial do país, que hoje amarga 6,3% de queda e deve ficar 1,0% maior neste próximo ano, acalentam o segmento, que espera manter-se estável.

Além da melhoria do mercado, para retomar o crescimento, as empresas do segmento sabem que irão precisar trabalhar muito para mostrar aos clientes que, mesmo em tempos de crise, investir em matéria-prima diferenciada, como o acrílico, é sempre melhor do que reduzir custos em detrimento a valorização da marca do anunciante, principalmente em comunicação visual – o maior segmento final das chapas acrílicas.

Entre as ações já anunciadas pelas empresas do setor para 2017, destaque para a participação na feira Serigrafia Sign 2017, onde será realizado o Fórum Acrílico, no dia 13 de julho. Além disso, o Indac continuará promovendo o curso “Transformação de Chapas Acrílicas”, além do lançamento de um novo treinamento “Desenvolvimento de Produtos em Acrílico” – capacitação profissional do setor do acrílico voltado aos especificadores de produtos. A retomada do programa de qualidade de chapas acrílicas, que busca diferenciar o acrílico de outros plásticos de baixa adequação à comunicação visual, móveis e iluminação, também faz parte dos planos da entidade.

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Para Carlos Marcelo Thieme, da Oswaldo Cruz Química, que assume, em 2017, a presidência do INDAC, além de treinar especificadores e ressaltar a imagem do produto no mercado, a indústria do acrílico irá se juntar a outras entidades para cobrar governos federal e estaduais uma reforma tributária que equilibre as condições competitivas do mercado. Da forma que está, será cada vez mais difícil trabalhar: “Temos capacidade instalada para atender toda a demanda nacional. Geramos milhares de empregos e contribuímos para o crescimento do PIB, não é possível que tenhamos que continuar pagando mais impostos do que os produtos importados. Por isso, equalização e simplificação tributária são algumas de nossas bandeiras neste novo ano”.

Sobre o INDAC

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada em novembro de 2000, por empresários da livre iniciativa do setor para promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Para saber mais, acesse: www.indac.com.br ou ligue para (11) 3171-0423

A Bon Plast, dede 1963, vem concluindo projetos que muitas vezes são um verdadeiro desafio técnico e de criatividade para qualquer transformador de chapas acrílicas.

O know-how da Bon Plast se destaca na produção de peças moldadas por sopro, como bolhas e elipses para comunicação visual externa, que vemos em postos de gasolina, concessionarias de veículos, bancos, drogarias, entre outras aplicações.

Acompanhe dois desses desafios, vencidos pela empresa, enfrentando dificuldades técnicas e exigências de qualidade bastante elevadas:

Garrafa Gigante em Acrílico da Bon Plast
Garrafa Gigante em Acrílico da Bon Plast

Garrafa de vinho em acrílico em tamanho gigante

A Bon Plast foi procurada por uma loja especializada em vinhos no bairro de Moema, em São Paulo, com objetivo de reproduzir uma garrada de vinho com 2,85m de altura em acrílico. Moldar uma garrafa normal em acrílico já é um desafio, imagine faze-la com quase 3 metros!

Para a confecção da peça foi criado um molde da metade exata da garrafa, assim, com a certeza da produção de duas partes com as dimensões corretas, foi produzida a garra a gigante e posteriormente instalada no local, unindo as duas partes.

O resultado do trabalho foi saboreado pelo cliente!

Detalhe da Garrafa Gigante antes de afixada.
Detalhe da Garrafa Gigante antes de afixada.

Comunicação visual da BMW

Não é preciso ser um grande conhecedor de automóveis para relacionar a marca BMW com qualidade e precisão alemãs. Portanto o desafio de criar qualquer peça em acrílico para esta empresa já tiraria noites de sono de muitos acrileiros!

A Bon Plast foi convidada a produzir reproduções em acrílico moldadas da marca BMW com 1,5m de diâmetro, com a referência alemã de qualidade. Todas as peças de comunicação visual das concessionárias da marca no Brasil normalmente vem da Alemanha – não por acaso o país da origem do acrílico.

Sem contar com muito tempo, foram produzidas várias “bolhas” para os estandes da BMW no “Salão do Automóvel” de 2012 e 2014, as quais ficaram completamente similares às peças alemãs.

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Veja mais:

Bon Plast
(14) 3212-8090
www.bonplast.com.br

Moldagem de Chapas Acrílicas por Sopro (Como Moldar Acrílico)

 

Material traz leveza e modernidade a púlpitos, que ambientam de igrejas a programas de auditório.

Um dos púlpitos religiosos mais famosos do Brasil se encontra no Santuário Dom Bosco, uma das mais conhecidas igrejas de Brasília, e fica sobre o altar, apoiado por dois anjos, ajudando a compor a bela arquitetura do local, responsável por atrair um grande número de fiéis. Mas não é só ali que o púlpito – local elevado de onde um orador fala – tem ganhado destaque. A fim de garantir mais leveza e modernidade aos ambientes, cada vez mais tem crescido o número de setores de diversos segmentos que apostam na utilização do acrílico na fabricação das peças que serão utilizadas por seus oradores em eventos, ou mesmo em programas de televisão.

Púlpito em acrílico
Púlpito em acrílico do Santário Dom Bosco em Brasilia.

Uma aparição que não passa despercebida nem mesmo pelo menos atento telespectador é a presença do púlpito de acrílico no programa dominical apresentado por Fausto Silva (o Faustão), na Rede Globo, de onde o apresentador anuncia os patrocinadores do programa e comanda algumas atrações, como as Videocassetadas.

Púlpitos em Acrílico
Púlpitos em Chapa Acrílica Cristal, o campeão de vendas

Com linhas curvas, contornos, transparência ou cores, os púlpitos são produzidos com diferentes encaixes, respeitando a necessidade de cada ambiente. Normalmente as peças são produzidas seguindo o brieffing do cliente e respeitando características como o espaço em que serão colocadas e o tipo de público que as utilizará. Os maiores clientes são do segmento religioso, como cristãos e evangélicos vindos de igrejas desde as mais sofisticadas, até as mais modestas. Por isso, as empresas produtoras de púlpitos se preocupam em criar peças com design compatível à mensagem que a Igreja deseja passar à sua comunidade, ou mesmo produtos que atendam ao vasto mercado empresarial.

Púlpitos em Acrílico com haste em aço inóx
Púlpitos em Acrílico com haste em aço inóx

Na Art Cryl, o cliente pode escolher entre os mais de sete modelos de púlpitos, de variados tamanhos e preços. “Produzimos peças com design moderno, e também os mais tradicionais. Dessa forma, conseguimos atender a um público bem variado”, afirma Taisa Almeida, diretora da empresa.  “Os púlpitos têm uma aceitação enorme, especialmente no meio religioso onde a procura é constante. Além disso, nossos clientes sabem que podem contar com um modelo de negócio completo e com uma qualidade indiscutível”, finaliza.

Púlpitos em Acrílco
Púlpitos em Acrílico para igrejas

Diante da grande procura a empresa Acrinox, decidiu abrir uma loja exclusiva para a venda do produto, onde é possível encontrar uma linha completa de púlpitos voltados para igrejas evangélicas. No total são doze modelos diferentes, sendo a maior parte deles pronta-entrega. “Oferecemos púlpitos de tampo reto, com a opção de seis cores diferentes, jateados ou lisos e com até 20 mm de espessura. Além das igrejas, produzimos púlpitos para outros eventos também, como convenções, leilões e hotéis. O material dá um visual mais clean e moderno, além de proporcionar uma manutenção bem simples, utilizando pano limpo e seco e polidores para madeira” destaca Aleixo Pereira Júnior, da Acrinox.

Púlpitos em Acrílico

Eduardo Oliveira, administrador da Igreja Metodista Congregacional de Belo Horizonte optou por um púlpito em acrílico. “Usávamos um púlpito de madeira, mas nosso pastor conheceu um modelo em acrílico e resolveu trocar o antigo. Foi uma mudança que agradou a todos, pela beleza. Agora pretendemos usar sempre”, afirma.

Os púlpitos em acrílico devem ser resistentes aos constantes deslocamentos de ambiente a que são submetidos. Devem ser produzidos com chapas acrílicas com espessura adequada para sua dimensão, assim como colados ou fixados para suportar elevada resistência à torção, quando do transporte. Por isto, antes de adquirir seu púlpito, examine a espessura da chapa acrílica (deverá ser mais espessa que 8,0 mm) e faça testes de torção da peça para assegurar que a fixação das chapas estejam firmes.

Púlpitos em Acrílico

Outra recomendação é não utilizar o púlpito com rachaduras ou manchas, pois elimina toda a vantagem que o material pode proporcionar. Limpe seu púlpito com água e sabão neutro, utilizando um pano macio e úmido e leve a peça para o conserto quando ocorrer algum dano. Nunca use álcool para limpeza de sua peça em acrílico.

Procure os associados Indac para adquirir seu púlpito em acrílico

Acril World
www.acrilworld.com.br
11 3694-4045

Acrilopes
www.acrilopes.com.br
11 2047-0430

Acrinox
www.acrinox.com.br
61 3202 7577 / 3354 7577

Acriplanos
www.acriplanos.com.br
71 3023-9261

Art Cryl
www.artcryl.com.br
11 4188-5570 / 4207-5652

Brascril
www.brascril.com.br
51 3362-7052

Casa do Acrílico Rio de Janeiro
www.casadoacrilico.com.br
21 3970-7005 / 21 2222-2000

Casa do Acrílico Campinas
www.acrilico.com.br
19 3728-2931

Creatto Design
www.creattodesign.com.br
16 3711-2888

Diagonale
www.diagonale.com.br
11 3088-3496

Emporium do Acrílico
www.emporiumacrilicos.com.br
14 3313 6605

Menaf
www.menaf.com.br
11 2412.0081 / 2481.8609

PP Caponi
www.caponi.com.br
35 3714.3800

Santa Clara
www.acrilicossantaclara.com.br
47 3274-6500 – 11 4330-5512

Total Acrílicos
www.totalacrilicos.com.br
64 3453-2691

Tronord
www.tronord.trodatpartners.com
75 2101-7272

Tudo em Acrílico
www.tudoemacrilico.com
11 3782.1688

Reciclagem do Acrílico

100% reciclável, acrílico é forte aliado na preservação do planeta

Nos últimos anos a preocupação com a escassez dos recursos naturais deixou de ser pauta apenas de grupos ativistas para se tornar tema constante de governos, empresas e consumidores. Receosos com o impacto que o desenvolvimento tem gerado no meio ambiente, cidadãos, imprensa e organizações têm cobrado uma postura sustentável das empresas e exigido delas um maior cuidado com o meio ambiente. Assim, essa “onda verde” tem causado um impacto positivo em setores como o da construção civil. No Brasil, o número de construções desse tipo cresce em ritmo constante, fazendo com que o País, em oito anos, ocupe a quarta posição no ranking mundial de construções sustentáveis, de acordo com o órgão internacional Green Building Council (US GBC).

E é justamente nesse cenário que o acrílico mais uma vez demonstra suas qualidades e diferenciais por ser um material 100% reciclável que, quando descartado, pode ser novamente transformado em chapas que são utilizadas para uma infinidade de aplicações como objetos decorativos, displays comerciais e acessórios femininos. Todo esse processo é possível por ser o acrílico um termoplástico que não sofre alterações significativas na sua estrutura química durante o reaproveitamento, permitindo ser fundido após o processo de recuperação do monômero de metacrilato de metila.

Além disso, trata-se de um material extremamente valioso no mercado de reciclagem quando comparado a outros plásticos, o que faz com que o seu índice de reaproveitamento seja bastante alto: de acordo com estimativas do setor são recicladas no País aproximadamente duas mil toneladas por ano de chapas e resinas acrílicas. Número esse que só não é maior porque o acrílico, além de muito durável, é utilizado na produção de bens que também possuem longa vida, só sendo descartado no caso de quebra ou se o produto chega ao final de sua vida útil.

Os Bons Exemplos de Reciclagem de Acrílico

Uma das pioneiras nesse tipo de reciclagem é a Plastiglas, empresa do grupo Unigel, que há 50 anos produz chapas acrílicas com insumos 100% reciclados em sua fábrica no México. De acordo com Luiz Vargas, gerente comercial da Unigel, as chapas podem ser produzidas em qualquer cor e tamanho e seu desempenho é equivalente às produzidas a partir de resinas virgens. “Após o processo de reciclagem, o material segue principalmente para o mercado norte-americano e mexicano para aplicações de empresas/utilizadores que demandam por produtos ecologicamente corretos e que reconhecem a importância de reaproveitar os recursos existentes de maneira mais eficaz”, destaca.

No Brasil, a Sheet Cril, de Arealva – São Paulo, é uma das empresas que realiza esse processo. Ali são recicladas cerca de 80 toneladas de acrílico ao mês que, após processadas, resultam em 50 toneladas de chapas recicladas prontas para serem transformadas. O processo de reciclagem na Sheet Cril, de acordo com Marcos Gonçalves, diretor da empresa, é realizado de ponta a ponta. “Compramos parte da sucata de catadores e a outra parte retiramos nas empresas cadastradas. Em seguida, tiramos o plástico da borda da chapa e o enviamos para uma empresa parceira que faz a destinação correta do lixo. Então, moemos a sucata, colocamos no forno, retiramos o líquido, destilamos e aí, sim, produzimos as chapas. Todo esse processo dura em média de 10 a 15 dias”, explica.

As chapas recicladas, conforme explica Januário, vão para o mercado com um valor em torno de 20% mais baixo que as chapas novas, ainda que mantenham a mesma transparência. “Nossos clientes costumam dizer que fabricamos o melhor genérico do mercado”, brinca o empresário, que ressalta: “Quando um comprador liga interessado nas chapas,
100% reciclável, acrílico é forte aliado na preservação do planeta procuro questionar sobre a finalidade da aplicação. Se o cliente disser que fabricará incubadoras para bebês, por exemplo, não vendo e indico empresas fornecedoras de chapas novas. Isso porque, em casos como esse, o material, devido ao processo que sofreu, pode trazer riscos à saúde. Mas para a maioria das finalidades a chapa reciclada é uma excelente opção”, finaliza. O meio ambiente, claro, agradece.

O processo de Reciclagem de Acrílico

1. Coleta do material

Existe no Brasil um intenso comércio envolvendo a sucata das chapas acrílicas cast. O material tem preço de mercado entre USD 1,000.00 e USD 1,500.00 por tonelada.

2. O material coletado pode ter dois destinos diferentes

– Exportação: Unidades de reciclagem situadas em diversos países, tais como Índia, México, China, etc., pois os produtores destes locais procuram obter sucata nos mais diferentes locais do mundo;

– Recicladores no país: Existem diversas empresas no país que reciclam sucata de chapas acrílicas cast. Infelizmente produzem chapas recicladas de baixa qualidade, devido a defasagem tecnológica dos processos aplicados no Brasil.

Reciclagem de Acrílico
Equipamentos para reciclagem de chapas acrílicas.

3. Processo de reciclagem da sucata das chapas acrílicas

a. Limpeza e moagem: A sucata é limpa de materiais estranhos, deixando apenas o acrílico. Após isto, se faz a moagem do material;

b. Craqueamento: Na primeira etapa a sucata é aquecida a temperaturas acima de 410 graus centígrados. A esta temperatura, a molécula do Polimetacrilato é quebrada, dando lugar a moléculas do monômero original, o Metacrilato de Metila. Neste processo acontece ainda a formação de diversos sub-produtos, fruto de reações secundárias de quebra de moléculas de aditivos, bem como quebra indesejada da molécula do Metacrilato de Metila em moléculas menores;

c. Lavagem: O monômero cru formado no craqueamento deve passar por um processo de purificação. Na primeira etapa, deve ser lavado com água para eliminação de contaminantes solúveis em água, tais como metanol e acetona, entre outros. A lavagem é feita ainda com uma solução alcalina, para neutralização de ácidos formados como sub-produto indesejado no processo de craqueamento.

d. Decantação: A mistura do monômero cru com a solução alcalina passa por um processo de decantação. Neste processo se separa a fase aquosa da fase orgânica. A fase aquosa é encaminhada para tratamento e a fase orgânica para a etapa seguinte de purificação.

e. Remoção de contaminantes leves: Após a lavagem o monômero é alimentado a uma primeira coluna de destilação para remoção das impurezas de ponto de ebulição menor que o Metacrilato de Metila. Estes contaminantes são basicamente água e produtos solúveis em água, que não podem ser totalmente removidos por decantação. O topo desta coluna retorna para o processo de lavagem.

f. Remoção dos contaminantes pesados – Na segunda coluna de destilação o Metacrilato de Metila purificado até 99.5% sai no topo, e no fundo da coluna saem os resíduos mais pesados, entre os quais o coque formado no craqueamento. O fundo da coluna deve ser encaminhado a uma unidade de incineração, podendo ser utilizado como fonte de energia.

Final: O Metacrilato de Metila purificado a 99.5% é reutilizado na fabricação de chapas acrílicas ou outros derivados do produto. A matéria relaciona acima foi elaborada pelo eng. químico Eduardo Mendonça de Assis Baptista (CRQ 07300127 – 7ª Região).

A matéria relaciona acima foi elaborada pelo eng. químico Eduardo Mendonça de Assis Baptista (CRQ 07300127 – 7ª Região).

Veja também o vídeo

 

Conheça os fornecedores de Chapas Acrílicas Recicladas

Sheet Cril Acrílicos
www.sheetcril.com.br
(14) 3296-8200

 

O mercado de maquetes, principalmente na área de empreendimentos imobiliários, é um grande consumidor de acrílico. O material tem grande utilização por sua transparência, versatilidade e praticidade. Na Adhemir Fogassa Maquetes, uma das maiores empresas do ramo em São Paulo, são produzidas cerca de 30 maquetes por mês(o que significa uma média de 80 edifícios), e o acrílico é utilizado em todos os projetos. “Usamos o acrílico nos locais em que precisamos reproduzir vidro e transparências. Escolhemos o material principalmente pela facilidade no uso e variação das espessuras das chapas“, afirma Adhemir Fogassa, proprietário da empresa.

Buscando atender às necessidades deste crescente mercado, há mais de 10 anos a TC Acrílicos, associada ao Indac, desenvolveu uma chapa de 0,5mm. Até hoje a empresa oferece essa medida com exclusividade na América Latina, e em diversas cores. “Sempre trabalhamos para empresas de maquetes e foram esses clientes que nos pediram uma chapa mais fina, que pudesse ser curvada e cortada com mais facilidade“, conta Gerson Trentino, proprietário da TC Acrílicos. “Essa espessura também é bastante utilizada em cartões de visita e peças promocionais“, completa. Por ser extremamente fina, a chapa pode ser cortada a laser ou até com estilete, o que torna seu manuseio muito fácil e prático, agilizando o trabalho, além de poder ser curvada sem necessidade de moldagem.”Usamos muito as chapas de 0,5mm para maquetes em escala pequena, ou para detalhes em peças maiores“, conta Fogassa. Edilson Andrade, proprietário da Andrade Maquetes, conta que utiliza as chapas de 0,5mm também para reproduzir espaços com água.”Por causa da espessura, é uma chapa ideal para dar efeito mais real em piscinas e cachoeiras“, afirma.

Maquetes em Acrílico

Os irmãos Paulo e Jorge Nakanishi, sócios fundadores da Maquetes Nakanishi, utilizam o acrílico principalmente para montar as redomas de proteção para as suas maquetes. Fogassa e os Nakanishi afirmam que já tentaram trabalhar com outros materiais, mas sem sucesso. “O acrílico é o único que tem a firmeza necessária, recebe tinta sem dificuldade e é ´facil de cortar”, afirma Fogassa. Tanto ele quanto os irmãos Nakanishi experimentaram PVC expandido, policarbonato e outros materiais divulgados como similares ao acrílico. Adhemir e Jorge afirmam que a experiência não deu certo.

Veja Também

Site TC Acrílicos
www.tcacrilicos.com.br

Site de Adhemir Fogassa
www.maquetes.com.br

Site Andrade Maquetes
www.maquetes.com.br

Como limpar e tirar riscos do acrílico

Por ser um material belo e delicado, que apesar de sua semelhança não é um plástico comum, se parecendo mais a um cristal. Relacionamos abaixo algumas dicas de como conservar o material, restaurar o seu brilho e eliminar riscos.

Como limpar peças e chapas em acrílico

Deve-se limpar com um espanador de pó e, caso necessário, use um pano umedecido ou lave as peças com água e sabão neutro para eliminação de sujeiras.

Evite o uso de substâncias abrasivas como sapólio ou solventes como álcool ou tíner que danificam o produto.

Como restaurar o brilho ou eliminar pequenos riscos

Para restaurar o brilho ou eliminar pequenos riscos no objeto deve-se polir manualmente o local com panos limpos e macios impregnados com polidores para móveis ou específicas para plásticos. O polimento também consegue retirar com muito mais facilidade as sujeiras, como graxa, manchas e outras substâncias oleosas.

O que NÃO fazer ou utilizar para limpar o acrílico

Em hipótese alguma se deve utilizar na limpeza esponjas ásperas, muito menos de aço.
É comum as pessoas passarem nas peças um pano já utilizado em outros objetos, porém, isto deve ser evitado porque a poeira agarrada no tecido também risca o acrílico;
Substâncias abrasivas como sapólio ou solventes como álcool ou tíner que danificam o produto.

Como eliminar riscos mais profundos

Para eliminar riscos mais profundos procure uma empresa especializada em acrílico, pois possuem conhecimento e recursos necessários para o polimento industrial.

Caso queira tentar, o primeiro passo é lixar o local danificado com uma fixa fina (n° 180), e em seguida polir a área com discos de pano acoplado a uma politriz de alta rotação. O acabamento final também deve ser dado com discos de tecido conectados à politriz, e em ambos os casos, uma massa para polimento é aplicada nos discos para ajudar na recuperação do brilho do acrílico.

A comunicação visual externa das lojas de roupas masculinas, femininas e infantis Brooks Brothers, pertencente à BROOKS BROTHERS GROUP, dos Estados Unidos, é toda confeccionada em letras de chapas acrílicas brancas leitosas, coladas em todos os vértices e com iluminação traseira por leds.

A tridimensionalidade da comunicação visual e a colagem das letras remete à costura de alfaiate, ou seja, realizado com trabalho artesanal, de especialista, como o processamento de chapas acrílicas.

Letras em acrílico, da rede Brooks Brothers

Este tipo de comunicação visual diferenciado em acrílico também é feito no Brasil, com o devido controle das técnicas de corte das bordas das chapas e colagem com método e cola adequados.

O resultado é a valorização da marca e a aceitação do público, com aumento de vendas e ampliação da rede de lojas.

Faça como a gigante e bem sucedida rede Brooks Brothers  – use acrílico em sua comunicação visual.

Letras em acrílico, da rede Brooks Brothers

 

A disputa pelo olhar e, por trás desse movimento, pelas decisões de compra é um dos motivos das empresas desenvolverem marcas, peças e objetos que comunicam valores. Transmitir esses conceitos, despertar desejos e seduzir as pessoas são objetivos da comunicação visual. Entre os materiais aos quais os especialistas – designers, arquitetos e publicitários – recorrem para dar forma a essa linguagem, o acrílico ocupa lugar de destaque.

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Nesse tipo de trabalho os materiais têm características específicas que vão da qualidade da superfície, flexibilidade e durabilidade até a aspectos semânticos. No universo da comunicação visual – o acrílico possui propriedades que fazem com que ele seja a prioridade de escolha, principalmente em luminosos ou backlihgts. Outra qualidade do acrílico nos luminosos, como “bacias”, “bolhas” e “elipses” é o fato do material ser moldável e estar disponível em uma vasta gama de cores.

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Do ponto de vista prático, o material necessita ser resistente e não sofrer perdas de suas propriedades ao longo do tempo, além de ser fácil de limpar. Do ponto de vista estético, estar em harmonia com a arquitetura. Entre as qualidades do acrílico nessas situações está a sua propriedade de conferir modernidade e leveza aos elementos onde é aplicado. Sua transparência, gama de cores, peso, resistência e facilidade de manuseio são características importantes e desejáveis nos projetos de comunicação visual externa.

O material de comunicação visual de uma empresa deve alinhar-se à definição estratégica da organização e o designer precisa estar orientado para isso. O acrílico é um produto de fácil utilização para os projetos de comunicação visual – luminosos em acrílico, fachadas, internos, sinalização e PDV’s. Entre as principais qualidades do acrílico estão suas características de não quebrar, ter maleabilidade, leveza e aceitar a aplicação de adesivos e serigrafias. Além disso, há atualmente no mercado ferramentas de recortes e gravações – lasers e routers, além de sistemas de colagens que permitem um conjunto de possibilidades para os projetos.

O acrílico também possibilita maior visibilidade e menor manutenção nas peças de comunicação visual sejam elas em áreas internas ou externas.

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Comportamento do mercado

No Brasil, o segmento de comunicação visual responde pela maior parcela do consumo das chapas acrílicas. Estima-se que somados às peças para os PDV’s, esse total ultrapasse 60%. Por isso, esses setores funcionam como termômetro do comportamento do mercado.

As ações de comunicação visual costumam aumentar nos momentos de crise e, por isso, o Indac vê com otimismo o desempenho do setor no próximo ano.

Acrílico e comunicação visual estão diretamente relacionados. Um tem a necessidade do outro e o acrílico dá charme inigualável ao produto final.

Chapas acrílicas podem ser facilmente unidas entre si ou a outros materiais com colas especiais. A colagem correta das chapas acrílicas é uma etapa vital no desenvolvimento de peças atrativas e de alta qualidade, que possam exibir uniões fortes, limpas e sem manchas.

As informações a seguir são dadas como dicas de como atingir essas uniões.

Regras básicas de segurança para colagem

As colas para acrílico devem ser utilizadas somente em áreas bem ventiladas, com a adequada proteção de EPIs recomendados pelo fabricante. Antes de utilizar as colas reveja o boletim técnico de segurança do fabricante para cada produto específico.

Ao manusear colas acrílicas evite fumar, pois alguns solventes são muito voláteis e inflamáveis podendo incendiar. Sempre proteja a pele do contato de colas a base de solventes.

Equipamentos e materiais necessários

Itens básicos necessários para a adequada colagem incluem um aplicador de colas como uma almotolia com ponta de agulha, fixadores ou pinos, e um recipiente (bandeja) para imersão na cola (utilizado na colagem por imersão ou absorção). Moldes, grampos e pesos também podem ser úteis durante a colagem.

Regras básicas para colagem de acrílico

A temperatura ideal de trabalho para colagem de chapas acrílicas é entre 20 e 25°C. Não trabalhe em salas com temperaturas abaixo de 15°C ou acima de 37°C e com alta umidade relativa do ar. Trabalhe em ambiente sempre bem limpo, evitando proximidade com poeiras e fontes de calor como estufa ou chama. O ambiente ideal é ter uma área isolada do restante da produção, provida de exaustão adequada para eliminar os vapores das colas.

Preparação

Prepare bem a área que será colada – as bordas devem ser limpas após o corte. Bordas queimadas ou lascadas deve ser o resultado do uso de lâmina sem fio durante o processo de corte com serra. O contato entre a borda lascada ou queimada e a cola deve causar o aparecimento de “crazing” ou finos traços esbranquiçados no interior da chapa. Finalize ou retoque todas as bordas ásperas com plainas, fresas ou algum equipamento que elimine as ranhuras e consiga um bom acabamento. Se não for possível o acabamento final com estes equipamentos, certifique-se de utilizar uma serra limpa, com fio suave e que não danifique ou queime as bordas das chapas.

As bordas que serão coladas não devem ser polidas, pois o processo de polimento além de impregnar ceras no material, provoca abaulamentos nas bordas das chapas e os resultados são uniões fracas, quebradiças e de má aparência.

Bordas polidas com chama geralmente provocam fissuras finas ou “crazing” quando em contato com as colas. As fissuras também podem aparecer caso as forças internas de fabricação sejam altas. Para eliminar estas tensões, aqueça o pedaço da chapa a ser colada em torno de 80°C. O tempo de aquecimento e resfriamento, em horas, pode ser correspondente à espessura da chapa em milímetros, até a espessura de 6,0 mm. Por exemplo, para eliminar as tensões de uma chapa de 3,0 mm de espessura, deve ser aquecida por três horas, e então resfriada gradualmente em outras três adicionais.

Para chapas finas, o tempo de aquecimento deve ser pelo menos duas horas. Não é necessário aquecer chapas por mais de seis horas. Observe que cada hora de aquecimento necessita do mesmo tempo para resfriamento.

Colagem por capilaridade

Como colar acrílico

A colagem por capilaridade é o método mais comum para união de chapas acrílicas, obtendo uniões resistentes e transparentes. Trata-se de um método fácil de ser utilizado, pois a cola, a base de solvente de baixa viscosidade, escorre entre os espaços e ocupa os interstícios pela ação da capilaridade (figura 1).

Antes de começar o processo, confirme se as partes a serem coladas se encaixam adequadamente e então utilize fitas adesivas ou gabaritos para afixá-las no local que devem se unir, mantendo-as no esquadro ou ângulo desejado.

Quando se cola chapas acrílicas por capilaridade, mantenha o local da união em um plano horizontal. Para peças muito grandes, o escoamento da cola a base de solvente pode ser melhorado com a ampliação do espaçamento entre as duas bordas, utilizando-se calços (fios ou arames finos – não use fios de cobre). Use fios de 0,15 mm para chapas de até 6,0mm de espessura ou de 0,3 mm para chapas mais grossas. Insira arames finos ou fios de náilon a cada 600 mm para colagem de bordas extensas (fig. 2).

Deixe a cola penetrar entre as bordas por 45 a 60 segundos, para chapas com espessuras menores que 6,0 mm antes de remover os calços. As chapas com espessuras mais grossas exigem mais tempo. Após remover os calços aplique uma pequena pressão, entre 50 a 100 g/cm² durante três minutos até a união se fixar.

Caso a cola não tenha escorrido completamente entre os espaços, incline levemente a peça para posição vertical em torno de 1° em direção ao lado externo. Este procedimento deve ajudar o solvente a escoar livremente para os espaços vazios da união, retornando-se posteriormente a peça de volta à posição horizontal.

Embora a colagem ocorra em segundos, deve-se aguardar cerca de três horas antes de dar prosseguimento aos demais processos. A alta resistência da colagem é alcançada no período de 24 a 48 horas, entretanto, a força de união da colagem continuará se desenvolvendo ainda por algumas semanas.

Como colar acrílico

Colagem por imersão ou absorção

Como colar acrílico

Despeje uma quantidade moderada de cola a base de solvente dentro de uma bandeja ou sobre uma lâmina plana de vidro. Mantenha somente a borda de uma das partes a ser unida na superfície do solvente, evitando molhar suas laterais. Isto é conseguido espalhando-se alguns clips metálicos ou pregos sem cabeça no fundo da bandeja (ou sobre o vidro) onde o acrílico deve ser apoiado. A exposição excessiva da borda ao solvente resultará em uma colagem lenta, com fixação irregular da união (fig. 3).

Chapas finas devem permanecer imersas no solvente por 20 segundos, enquanto que as mais grossas devem ficar mergulhadas por 30 a 40 segundos. O tempo de permanência deve variar para diferentes tipos de solventes e para distintas forças de colagem exigidas. Chapas extrusadas exigirão metade do tempo de permanência usadas para chapas “cast”.

Retire a chapa e segure-a em um ângulo bem leve que possibilite o escoamento do excesso de solvente. Com cuidado, porém, com certa rapidez, coloque a borda impregnada de cola no local preciso onde deverá ocorrer a união. Segure as partes unidas por 30 segundos, sem pressioná-las, permitindo que o solvente trabalhe na superfície da peça que não foi banhada com a cola.

Depois de 30 segundos aplique uma leve pressão para comprimir as bolhas de ar, pois pressão excessiva deverá expulsar a cola do local da união. Quando as partes estiverem unidas, coloque um gabarito ou um peso para que o contato se mantenha firme durante 10 a 30 minutos. Não permita que as partes se movam durante este período crítico.

A colagem inicial se forma entre 5 a 10 segundos, no entanto, aguarde cerca de três horas antes de dar prosseguimento aos demais processos. A alta resistência da colagem é alcançada no período de 24 a 48 horas, entretanto, a força de união da colagem continuará se desenvolvendo ainda por algumas semanas.

Colagem com cola viscosa

Como colar acrílico

Existem dois tipos de colas viscosas: as que secam por evaporação do solvente e as que polimerizam na junta.
Para colagem de uniões de difícil ajuste ou bordas que não se encaixam adequadamente, use cola viscosa para unir partes que não podem ser coladas pelos métodos de capilaridade ou absorção. A cola viscosa é grossa e consegue preencher pequenos espaços vazios, tornando as uniões fortes e transparentes, realizando colagens que as colas finas não conseguem.

Remova a sujeira em volta da área a ser colada e cuidadosamente aplique uma pequena quantidade de cola viscosa em um dos lados da união utilizando uma espátula, um pincel ou um aplicador de cola. Ainda com cuidado, junte as partes como no processo de colagem por absorção.

Fitas adesivas resistentes a solventes, como a fita #685 da 3M, pode ser usada para proteger a área em volta da união. Remova a fita cuidadosamente pouco antes da cola secar. Não toque na peça durante os estágios iniciais, pois a união não se consolidará neste período crítico da colagem.

Colas Polimerizáveis

São colas que causam a adesão através de uma reação química de polimerização de dois componentes – cola e catalisador – Cola Viscosa para Acrílico.

As colas polimerizáveis são as que produzem os melhores resultados com uniões excepcionalmente fortes, acabamento perfeito e que garantem longa durabilidade aos produtos colados.

Outros adesivos de dois componentes, como as resinas epóxi, resinas fenólicas e isocianatos (poliuretano) são mais adequados para colar chapas acrílicas com outros materiais.

Equipamentos e materiais necessários para colar acrílico

Para o processo de colagem de chapas acrílicas é necessária uma base de trabalho plana, além de forte ventilação ou remoção de vapor, pois os vapores dos solventes são mais pesados que o ar. Também se deve cobrir a área de trabalho com vidro ou com filme de polietileno ou polipropileno, visando proteger a mesa de trabalho e as áreas de colagem que não devem entrar em contato com a cola. O método mais fácil para se utilizar cola polimerizável para unir duas partes em acrílico, se faz através de uma pistola especialmente preparada para esta finalidade. Estes dispositivos devem misturar automaticamente os dois componentes da cola, de carga substituível, e permitir relativamente fácil aplicação através da ponta do aplicador.

Quando não se utiliza pistola de aplicação, então deve ser empregada uma balança ou provetas, um recipiente para mistura e uma almotolia para cola. A balança deve possuir precisão de um grama para avaliação do peso dos adesivos. Escolha um recipiente redondo, de vidro ou polietileno – desde que seja insolúvel, para a mistura dos componentes da cola. Para agitar uma pequena quantidade de cola, use uma haste de vidro ou polietileno.

Gabaritos de montagem e grampos fixadores são usados constantemente como assessórios de colagem para produção em série. As partes que serão coladas podem ser presas com clips, grampos, pesos e fitas adesivas. Manchas excedentes de cola nas peças podem ser evitadas usando a fita especial #685 da 3M ou similares com “liner” de poliéster ou polipropileno.

Como colar acrílico

Colagem face a face

A colagem face a face pode ser realizada em áreas horizontais ou verticais. Chapas finas ou grossas podem ser coladas horizontalmente, contudo, blocos ou tarugos também podem ser colados verticalmente.

Para a colagem horizontal, a cola não deve conter bolhas e deve ser depositada sobre a superfície da chapa a aproximadamente 1/3 de distância das bordas (fig.4). As bordas de um dos lados das chapas podem ser unidas com uma fita adesiva (formando uma “dobradiça”). Comece a unir as chapas a partir da “dobradiça”, abaixando progressivamente a chapa superior de maneira a distribuir a cola uniformemente entre as chapas. Com isto eventuais bolhas serão expulsas para fora da colagem (fig. 5).

Como colar acrílico

Chapas grossas ou tarugos devem manter entre si um vão de aproximadamente 1,2 mm, com uso de espaçadores como fios de náilon, por exemplo.

Caso as bolhas se formem enquanto a cola é aplicada, devem ser extraídas com arames finos com a cola ainda úmida. As bolhas presentes em grandes áreas de colagem podem ser eliminadas perfurando-as também com um arame fino e removidas rapidamente para fora da massa do adesivo. Deixa-se uma abertura de aproximadamente 2,0 mm no topo da colagem por onde será envasada a cola para dentro do vão.

A colagem vertical tem várias vantagens – uma delas é que o processo pode ser realizado mesmo a cola apresentando pequenas bolhas.

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Colagem de topo

Para criar uniões de topo, fixe as placas em uma base plana, deixando um vão de pelo menos 0,8 mm entre elas. Vede a parte de baixo cobrindo a abertura com uma fita adesiva sem adesivo na parte central ou com a fita invertida, evitando o contato do adesivo da fita com a cola acrílica (fig. 6). Aplique a cola na junta despejando-a pela abertura maior do vão, lenta e continuamente, evitando assim a formação de bolhas.
A forma do vão da colagem depende basicamente da espessura das placas que serão coladas de topo. União de topo em V, com ângulo de abertura de 5 a 10° possibilitam maior resistência, para chapas finas – até 6,0 mm. Para chapas de 8,0 mm ou mais, recomenda-se ângulos menores.

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A contração da cola durante a polimerização é de cerca de 15 a 20% em volume. Forma-se uma superfície côncava (menisco) na face da colagem quando seca. Para compensar esta contração, deve-se usar um pequeno excesso de cola no início da aplicação.
Pode-se usar uma barragem com folha de alumínio fino ou fita adesiva larga.

Em alguns casos, com chapas muito grossas, será necessário um preenchimento posterior com nova preparação de cola (fig. 7).

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Colagem de Acrílico em ângulos

As uniões devem ser elaboradas utilizando-se gabaritos adequados para garantir que as partes se fixem nos ângulos desejados durante a colagem e a secagem. Quando se projeta uniões em ângulo, é difícil conseguir folgas ou espaços uniformes para a colagem, especialmente quando as uniões são longas e em chapas finas.

Bordas esquadrejadas e regulares são adequadas para serem unidas com colas polimerizáveis, pois permite que a borda de uma das chapas seja chanfrada e posicionada diretamente na superfície superior da outra chapa (fig. 8).

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Para produzir uma união firme e resistente, deve-se deixar um pedaço da chapa de baixo de sobra em relação à borda da peça vertical visando escorar o preenchimento do excesso da cola (fig. 9). Depois da secagem, o excesso pode ser cortado e eliminado e a união lixada e polida (figuras 10 e 11).

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Acabamento das uniões

colagem12aA quantidade de cola usada na união deve ser a necessária e suficiente de forma a reduzir ao mínimo os trabalhos posteriores de acabamento, como usinagem e polimento.

As superfícies podem ser acabadas com lixas d’água fina ou lã de aço, para então serem polidas, visando produzir uniões com alta qualidade ótica.

Recomenda-se realizar o destencionamento ou “annealing” das chapas para eliminar as tensões da colagem. O excesso de borda mais cola endurecida devem ser removidos utilizando-se uma fresa bem afiada com ponta de metal duro (widea).

 

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Assista aos Vídeos sobre como colar acrílico a seguir

A Colagem de Chapas Acrílicas – Debate no 11º Fórum Acrílico

16ª edição, o Fórum AcrílicoO acrílico contra a crise, promovido pelo INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico – mais uma vez foi um sucesso! Foram mais de 85 participantes que puderam compartilhar de ideias  do uso do acrílico em comunicação visual para enfrentar a crise nos negócios em nosso país. Foram palestras com profissionais com experiência no mercado, ricas em conhecimento. Durante as palestras ocorreram debates entre os palestrantes e participantes, enriquecendo a troca de ideias em busca de soluções que valorizam as empresas de comunicação visual.

O evento aconteceu dia 23 de julho de 2015, das 10 às 13 hs, no Espaço do Conhecimento, dentro do Pavilhão Anhembi, durante a feira Serigrafia Sign FutureTextil 2015.

Palestras

  • Saia da crise e valorize sua comunicação visual com acrílico – Orlando Vian (Indac)
  • As chapas de acrílico que não desbotam e não perdem o vinco – Felisberto Travassos (Castcril)
  • Como diferenciar seus produtos com acrílicos especiais e colas adequadas – Eduardo Fiasco (Sinteglas)
  • Excepcional difusão de luz pelas superfícies das chapas acrílicas com gravação a laser – Giovani Angeloni (Sei Laser)
  • Chapa PMMA Extrudada e Cast: características, desempenho e aplicações – Humberto Polli (Unigel Plásticos)
  • O acrílico no dia-a-dia – Eugênio Peres (Casa do Acrílico)

Veja as fotos do evento

Fórum Acrílico 2015 
Fórum Acrílico 2015
Fórum Acrílico 2015 Fórum Acrílico 2015

 

 

 

 

Propriedades Gerais

O acrílico é um dos materiais mais versáteis, com utilização em diversos tipos de trabalho – objetos decorativos, brindes, fachadas, luminosos – e na construção civil, principalmente em coberturas, domos, protetores acústicos, parapeitos de sacadas etc. Suas principais vantagens são:

Durabilidade: cerca de 10 anos resistindo a sol, chuvas, tempestades e todo tipo de intempérie;
Variedade: você encontra as chapas de acrílico em inúmeras cores e espessuras, que permitem diferentes formas de moldagem;
Maior difusão de luz, flexibilidade e transparência: você valoriza suas fachadas, luminosos e coberturas;
Garantia contra o amarelado do tempo: o acrílico mantém as cores originais e a transparência, por ser protegido contra os raios solares UV.
O acrílico tem menor resistência à tração e menor rigidez que o vidro e o Policarbonato. A resistência à tração diminui gradualmente com o aumento da temperatura.
Em aplicações como vidraças, as chapas acrílicas necessitam de espessura 1,5 a 2,5 vezes maior que o vidro para manter a mesma rigidez. Possui boa resistência ao impacto, na quebra, e a chapa acrílica não estilhaça como o vidro. O acrílico quebra em pedaços não cortantes e é um material sensível ao entalhe. Uma chapa acrílica tem a metade do peso de uma chapa de vidro de mesmo tamanho e espessura.

Propriedades Térmicas

Melhor resistência a choques térmicos que o vidro;
Chapas acrílicas podem contrair ou expandir devido a mudanças de temperatura e umidade.

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Visando melhor adequação do uso do acrílico com lâmpadas incandescentes, recomenda-se as temperaturas máximas citadas na tabela abaixo para uso contínuo em peças de iluminação, ajustando-se a distância da fonte luminosa das chapas acrílicas:

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Propriedades Químicas

Boa resistência química

Ácidos diluídos (ex: vinagre)
Soluções de bases inorgânicas
(ex: amônia, água sanitária)
Solventes orgânicos apolares (ex: hexano, aguarrás, querosene)
Bebidas alcoólicas (Ex. cerveja, vinho, whisky, aguardentes, etc.)
Xaropes alimentícios e farmacêuticos
Óleos vegetais

Baixa resistência química

Solventes aromáticos (ex: benzeno, tolueno)
Hidrocarbonetos clorados (ex: CCl4)
Ácidos orgânicos (ex: ácido acético)
Ésteres, cetonas
Graxas e óleos
Álcoois e Tiner (diluente de tintas)
Soda cáustica

Segurança e precauções contra incêndio

Chapas e resinas acrílicas são termoplásticos combustíveis e, por isso, devem ser tomadas as devidas precauções de proteção contra chamas e fontes de alto aquecimento. Em geral, produtos acrílicos queimam rapidamente até desaparecerem, caso o fogo não seja apagado a tempo.

Assim, deve-se avaliar adequadamente o uso destes materiais e recomenda-se que os códigos de construção civil sejam rigorosamente seguidos, assegurando a aplicação correta do material.
As propriedades sobre flamabilidade de chapas acrílicas Fundidas ou “Cast” e Extrusadas estão assim relacionadas:

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As Características do Acrílico se destacam entre outros materiais graças às suas qualidades e propriedades excepcionais, responsáveis pela ampla variedade de aplicações – dos materiais de construção até artigos domésticos, displays, luminosos, fachadas e outros.

As Características do Acrílico

Antes de escolher o material ideal para o seu projeto, pense nas vantagens descritas no texto abaixo:

Propriedades do Acrílico

  • Transparência: as chapas “cristais” são mais transparentes que o vidro;
  • Resistência a intempéries sob qualquer clima;
  • Absorção de água: com 2 a 100% de umidade relativa, apresenta aumento dimensional de no máximo 0,35%;
  • Resistência à abrasão comparável à do alumínio;
  • Peso: densidade relativa de 1.19 g/cm3. Uma chapa de 2 m2 por 3 mm de espessura pesa aproximadamente 7, 26 kg;
  • Higiene: segurança total quando em contato com alimentos;
  • Resistência química: boa aos produtos químicos mais comuns;
  • Quebra: boa resistência, sem tendência à fragmentação;
  • Queima: semelhante à madeira dura, mas sem produzir fumaça.

Características do Acrílico

  • Cristalino, transparente, atingindo 92% de transmissão de luz;
  • Duro, rígido e resistente;
  • Excelente resistência à radiação UV e às intempéries;
  • Boa resistência química;
  • Excelente moldabilidade na termoformagem;
  • Infinitas possibilidades de cores (transparentes, translúcidas e opacas);
  • Limitada resistência a solventes;
  • Baixa resistência à fadiga;
  • Inflamável, porém com baixa emissão de fumaça quando queimado;
  • Baixa resistência a álcool;
  • Baixa resistência a abrasão, porém quando riscado é plenamente recuperado por polimento;
  • Atóxico: segurança total quando em contato com alimentos;
  • Boa resistência à quebra, sem tendência à fragmentação;
  • Absorção de água: Retém cerca de 2% de umidade e com essa absorção existe um aumento dimensional de no máximo 0,35%;

Os termoplásticos acrílicos (PMMA) são obtidos da polimerização dos ésteres acrílicos, gerando materiais como as chapas fundidas ou “cast”, chapas extrusadas, tubos, tarugos, filmes e grânulos para moldagem por injeção ou extrusão.

As chapas fundidas são produzidas com ampla variedade de tamanhos e espessuras, sendo as maiores disponíveis em 3x 2 metros, e espessuras variando entre 1 a 24 mm.
As chapas “cast”, fundidas entre placas de vidro, possuem excelentes propriedades óticas e acabamentos das superfícies, além de serem oferecidas em uma grande variedade de cores e composições. As chapas acrílicas fundidas são fornecidas com formulações básicas para uso geral e com propriedades de absorção de raios ultravioleta, espelhadas e com características de alta termoformabilidade.

Todas as chapas acrílicas fundidas são fortes, estáveis, resistentes às condições do tempo e termoformáveis; disponíveis nas opções transparentes, translúcidas e em cores opacas, combinando com uma variedade de texturas superficiais.

As chapas extrusadas são produzidas pela compressão dos grânulos acrílicos através de uma rosca de extrusão convencional. O acrílico é fundido e empurrado através de uma matriz em um processo contínuo, possibilitando uma variedade de larguras e comprimentos.

O processo de extrusão é a opção mais econômica para a produção de chapas acrílicas. A chapa extrusada é a alternativa de menor custo dentre as outras opções, entretanto, linhas de fluxo e distorções podem ocorrer. São utilizadas quando a qualidade é “boa o suficiente” e a economia do projeto é quem dita as regras.

O revestimento ou “coating” nas superfícies das chapas estão disponíveis tecnicamente, porém, a um preço especial para necessidades anti-risco dos produtos finais. Atualmente existem inúmeros processos de revestimento de superfícies, os quais depositam uma película estável às superfícies, ampliando significativamente a resistência ao risco, a facilidade de limpeza e resistência a produtos químicos, eliminando, porém, a capacidade de termoformagem.

Quando o acrílico é escolhido para determinada aplicação, deve-se lembrar que transparência, brilho e as dimensões finais das peças não são afetadas pela exposição de anos a maresia ou a ambientes com atmosfera corrosiva.

As chapas acrílicas também resistem à luz de lâmpadas fluorescentes sem escurecer ou deteriorar. Elas desbotam quando expostas à intensa luz ultravioleta com emissões abaixo de 265 nm, contudo, formulações especiais resistem a emissões de fontes de luz ultravioletas como lâmpadas de vapor a mercúrio e sódio.

Adiciona-se pigmentos ao monômero visando produzir um amplo espectro de cores transparentes, translúcidas ou opacas. A maior parte das cores são formuladas para possibilitar longo tempo de durabilidade à exposição externa. As chapas cristais são normalmente formuladas para bloquear as radiações ultravioletas de comprimento de onda abaixo de 370 nm. Chapas especiais destinadas a absorção de raios ultravioleta são usadas para preservação de documentos em museus e para várias aplicações no setor de fotografia. Formulações especiais de chapas acrílicas também estão disponíveis para moldagens profundas de componentes como banheiras e cabines de banho.

As propriedades mecânicas do acrílico são elevadas e altas tensões conseguem ser suportadas com segurança por curtos períodos. Entretanto, para esforços mais prolongados as forças de tensão devem ser limitadas a 1.500 psi, visando evitar “crazing” ou rachaduras na superfície.

A Invenção do Acrílico

Apesar dos monômeros acrílicos serem conhecidos desde 1843, sua expansão começou a ocorrer somente em 1901 com os estudos realizados na Alemanha pelo Dr. Otto Rohm. Em 1927 a Rohm & Haas produziu industrialmente o primeiro polímero acrílico poli(metacrilato de metila) sob o nome de “acrilóide” e “plexigum”, o qual foi vendido com uma solução do polímero em solvente orgânico e foi usado principalmente em lacas e formulações para revestimentos superficiais.

Em 1932, o inglês J. W. C. Crawford da ICI desenvolveu um método simples e econômico de se obter o metil metacrilato, enquanto que, seu companheiro, Rowland Hill estudava em profundidade a polimerização deste monômero.

Atualmente, essa classe de polímeros é representada por inúmeros materiais, sendo o poli(metacrilato de metila) para plásticos e tintas e as fibras de poliacrilonitrila para uso têxtil os que apresentam maior interesse comercial.

Comercialmente, o poli(metacrilato de metila) é fornecido na forma de chapas e de grânulos ou pó para moldagem o qual é moldado pelas técnicas convencionais de transformação dos termoplásticos.

As chapas acrílicas foram normalizadas no Brasil em maio de 2002 pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), com base em normas internacionais ISO – International Standard Organization.

As duas normas são:

NBR-ISO 7823-1:

Chapas de poli (metacrilato de metila) – PMMA: Tipos, dimensões e características – Chapas Fundidas (Cast)

NBR-ISO 7823-2:

Chapas de poli (metacrilato de metila) – PMMA: Tipos, dimensões e características – Chapas Extrusadas, calandradas.

Dentre os diversos parâmetros normalizados, um dos mais importantes refere-se à variação de espessura das chapas acrílicas, definidas de acordo com o processo de produção e com a espessura nominal:

Chapas fundidas ou “Cast”

Espessuras entre 2,0 a 25 mm, a variação é definida pela fórmula:

Variação = +/- (0,4 + 0,1 e)

e = espessura nominal, medida em mm.

Chapas Extrusadas:

Espessuras entre 1,5 a 2,5 mm – variação admissível: +/- 10

Espessuras entre 3,0 a 12,0 mm – variação admissível: +/- 5%

Para melhor entendimento na compra de chapas acrílicas, sugerimos adquirir as normas diretamente na ABNT: www.abntcatalogo.com.br

Claridade, leveza, resistência ao impacto e às intempéries fazem das chapas acrílicas a escolha natural para aplicações na arquitetura, sendo utilizadas em uma variedade de aplicações na construção civil: de janelas e portas de proteção, instalações de iluminação às coberturas e domos em acrílico.
As chapas acrílicas são estabilizadas contra raios UV e permitem isolamento da transmissão de luz, ideais para locais como pátios, salas, clarabóias, spas, solários, estufas de plantas, piscinas, guarda-corpos, divisórias de ambientes, etc.

Pare de utilizar em sua cobertura policarbonato ou outro plástico de propriedade inferior, tendo que substituí-los após poucos anos da instalação – faça com acrílico uma cobertura para não amarelar. Chapas acrílicas não amarelarão ou degradarão devido ao ataque dos raios ultravioleta e as empresas produtoras de chapas, filiadas ao Indac, darão 30 anos de garantia. O investimento em chapas acrílicas para coberturas significa ganho de produção e redução de cerca de 50% de energia elétrica, além da eliminação do custo e recobrir várias vezes a estrutura devido ao amarelamento.

Cobertura no SENAI.
Cobertura no SENAI.

Veja algumas características e vantagens das Coberturas e Domos em Acrílico

Estabilidade natural aos raios UV

O amarelamento das coberturas é causado pelo efeito dos raios ultravioleta do sol, no entanto, somente as chapas acrílicas possuem estabilidade natural contra UV. Policarbonato e outros plásticos necessitam de uma barreira ou coating para retardar o amarelamento, e mesmo assim necessitam de substituição freqüente, pois se tornam amarelas e bloqueiam a luz natural do sol. A barreira contra os raios UV, depositadas nas superfícies das chapas de policarbonato, é geralmente fina e muito propensa a falhar.
Somente as chapas acrílicas possuem inerente e completa estabilidade aos raios UV, caracterizando-se em reter alta transmissão de luz e claridade. As chapas acrílicas não requerem substituições devido ao amarelamento pelo prazo de pelo menos 30 anos.

Radiação ultravioleta

As chapas acrílicas cristais Cast e Extrusadas praticamente não possibilitam transmissão de luz com comprimento de onda abaixo de 345 nanômetros. Entre 345 a 395 nanômetros, a transmissão de luz varia de acordo com a espessura da chapa e finalmente ondas entre 395 a 1.000 nanômetros, transmitem 92% da luz em qualquer espessura de chapa.
As chapas acrílicas cristais “virgens”, ou seja, aquelas produzidas com 100% de puro MMA, possuem garantia dos fabricantes associados ao Indac de não apresentarem alterações na transmissão de luz maiores que 3% durante 10 anos de uso externo.
Os produtores de chapas acrílicas associados ao Indac também podem dispor, quando solicitado, de produtos com aditivação especial que absorvem aproximadamente 98% da luz UV.

Atóxico e com pouca fumaça

Na queima ou combustão, outros plásticos utilizados em cobertura produzem fumaça densa e/ou gases tóxicos que podem ser extremamente danosos às pessoas e ao meio ambiente. A deterioração de muitos plásticos pelos raios UV alteram suas característica de queima, e devido à estabilidade das chapas acrílicas ao UV, as características de queima não deterioram com o tempo. Quando expostas ao fogo, as chapas acrílicas queimam mais limpas e com menos fumaça, sem a liberação de gases tóxicos ou corrosivos.

Maior durabilidade na transmissão de luz

Coberturas e Domos em Acrílico por não amarelar, as chapas acrílicas que possuem aditivação especial contra raios UV, mantém alta transmissão de luz através de sua longa vida de uso. Enquanto os usuários de policarbonato experimentam redução da transmissão de luz, resultando em substituições em menos de dez anos, as chapas acrílicas mantém a transmissão de luz acima de 90% e a claridade por mais de 30 anos.

Não amarela

Policarbonato e outros plásticos ficam visivelmente amarelados com o tempo. Chapas acrílicas não. Mesmo depois de 30 anos, o índice de amarelecimento (YI) para chapas acrílicas revela-se o mais baixo dentre os plásticos.

 

 

Cobertura em Acrílico Estádio Olímpico de Munique. Inaugurado em 1972
Cobertura em Acrílico Estádio Olímpico de Munique. Inaugurado em 1972

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Ambientalmente correto

As coberturas com chapas acrílicas são corretas ao meio ambiente pois colaboram com a redução de emissões de poluentes, devido à economia de energia elétrica provocada pela sua elevada transmissão de luz. Também não se incorporam produtos químicos nocivos nas chapas, assim como não é emitido ruídos durante sua produção.
A garantia de 30 anos sem amarelamento significa menor numero de coberturas sendo descartadas devido às substituições e caso você queira substituir as chapas acrílicas da coberturas, elas podem ser recicladas e utilizadas posteriormente em produtos de consumo.

Manual de uso das Coberturas e Domos em Acrílico

Domos em Acrílico

Os domos foram criados para iluminar ambientes internos. Essas aberturas no teto das edificações, cobertas por cúpulas de chapas acrílicas, garantem perfeita difusão de luz, eliminando sombras e proporcionando iluminação zenital e arejamento. Suas formas geométricas ou arredondadas permitem a criação de projetos modernos e arrojados. A praticidade dos domos moldados em acrílico é outra de suas qualidades. Auto-laváveis com a própria água da chuva, dispensam manutenção constante.

Para impedir a infiltração de água, os domos são montados em chassi de alumínio sobre uma mureta de alvenaria. Os dois materiais (alumínio e acrílico) apresentam diferentes coeficientes de dilatação térmica e por isso sofrem movimentação independente, de acordo com a variação da temperatura ambiente. Por essa razão, as cúpulas são encaixadas livremente na estrutura de alumínio, o que facilita a livre movimentação do acrílico.

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Quando há necessidade de maior eliminação de calor do ambiente, recomendam- se domos isotérmicos. Eles reduzem pela metade o calor do ambiente, mantendo a transmissão de luz inalterada. Os domos isotérmicos são compostos de duas cúpulas espaçadas, que formam um colchão de ar entre elas. Esse recurso permite a passagem de luz e calor, nas proporções citadas ao lado.

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Comparação de chapas acrílicas originais x recicladas

Existem duas opções de chapas acrílicas para compor uma cobertura: chapas cast ou fundidas & chapas extrusadas, e a escolha deve ser feita com base em suas propriedades e dimensões, conforme revelam as tabelas dos itens 3 e 4, a seguir.

Entretanto, deve-se tomar cuidados com chapas recicladas, pois apresentam propriedades inferiores às chapas “originais” ou “virgens”, como são denominadas as chapas cast ou extrusadas produzidas com monômero puro de MMA-metacrilaro de metila, conforme demonstra a tabela abaixo.

Deve-se considerar, após avaliações destas obras, que as chapas acrílicas podem ser empregadas largamente, quando a qualificação técnica une-se com a criatividade.

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Variedade de produtos

Existe ampla variedade de tamanhos e espessuras de chapas acrílicas. Escolha nas tabela abaixo a melhor opção para sua obra entre as chapas “cast” ou extrusadas.

Clique para visualizar a tabela de tamanhos e pesos de chapas acrílicas “Cast”

Clique para visualizar a tabela de tamanhos e pesos de chapas acrílicas extrusadas

Antiga rodoviária de São Paulo.
Antiga rodoviária de São Paulo.

Propriedades e especificações

As chapas acrílicas podem ser oferecidas em várias gradações de transmitância luminosa, principalmente nas chapas opalinas (branco leitoso), com índices de transmissão de luz variando de 71 a 4%, devido basicamente a variação de espessura.

O mesmo se aplica para transmitância de energia solar, com variações de 66 a 8%. Isto se traduz em propriedades de absorção de luz solar, proporcionando conforto térmico no ambiente.

As chapas acrílicas apresentam elevada resistência às chuvas de granizo e à luz do sol, possuindo proteção natural aos raios ultravioletas.

Clique aqui para verificar outras propriedades físicas, óticas, mecânicas e térmicas de chapas acrílicas.

Normas abnt – iso 7823-1 e 2

As chapas acrílicas possuem propriedades definidas de acordo com normas internacionais ISO, estabelecidas no Brasil como NBR-ISO:

NBR-ISO 7823-1: Chapas de Poli(metacrilato de metila) – Tipos, dimensões e características. Parte 1: Chapas fundidas (cast)

NBR-ISO 7823-2: Chapas de Poli (metacrilato de metila) – Tipos, dimensões e características. Parte 2: Chapas extrusadas calandradas.

Estas normas podem ser adquiridas através da Internet, pelo site da ABNT: www.abntdigital.com.br

Precauções contra incêndios

Chapas e resinas acrílicas são termoplásticos combustíveis e por isto devem ser tomadas precauções para protegê-los de chamas e fontes de alto aquecimento. Normalmente, produtos acrílicos queimam rapidamente até o seu desaparecimento se o fogo não for extinto. Assim, insistimos na adequada avaliação de uso destes materiais e recomendamos que os códigos de construção civil sejam seguidos, assegurando a aplicação correta do material.

Cobertura em Acrílico do Museu Kunsthaus Graz na Áustria
Cobertura em Acrílico do Museu Kunsthaus Graz na Áustria

Manuseio e Transporte

– Película protetora superficial deve ser retirada somente após a instalação; Armazenagem na vertical, com leve inclinação e apoio em toda área das chapas para evitar abaulamento, recomendando-se o uso de cavaletes;

– Não apoiar materiais de outra natureza sobre as chapas, evitando danos à película, bem como excesso de carga;

-Armazenar em local aberto e evitar fontes de calor excessiva nas proximidades, protegendo a película superficial;

-Por ser um material flexível, as chapas devem ser movimentadas de forma a evitar o seu dobramento excessivo, evitando também amarração pelas bordas.

Projeto e Instalação

A instalação das chapas de acrílico deverá ser a última etapa de uma obra.

Para instalações planas:

As distâncias para os apoios serão definidas de acordo com a espessura das chapas, conforme tabela abaixo:

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Para instalações curvas:

As distâncias para os apoios serão definidas de acordo com a espessura das chapas, conforme tabela abaixo:

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O raio (r) de curvatura a frio para chapas acrílicas deve ser maior que 200 vezes a espessura das chapas “cast” e 300 vezes a espessura de chapas extrusadas:

r > 200 x e (mm) – para chapas “cast”

r > 300 x e (mm) – para chapas extrusadas

Obs: as chapas acrílicas aceitam qualquer raio de curvatura quando moldadas

Cuidados com a dilatação térmica:

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As chapas de acrílico apresentam índices de dilatação térmica maior que o vidro, portanto, deverá ser previsto folga apropriada nos pontos de apoio a fim de se evitar esforços e deformação. Vide tabela abaixo:

Cuidados com a a furação das chapas:

As chapas acrílicas podem ser furadas com equipamento comum e brocas helicoidais normais. Mas para melhor rendimento, use brocas de espiral espaçada com sulcos largos e polidos.

Durante a furação reduza o calor ao mínimo, para obter um artigo perfeito e livre de tensões – e assim reduzir a tendência a fissuras. Os cavacos sempre devem ser removidos, para não aderirem à peça. A face inferior da chapa deve estar bem apoiada. A velocidade da broca vai depender do diâmetro, tipo de acabamento e precisão desejados, e condições da furação. As velocidades são aproximadamente estas:

Diâmetro de 3,2 mm (1/8 pol): 3.700 rpm

Diâmetro de 6,4 mm (1/4 pol): 1.800 rpm

Diâmetro de 9,5 mm (3/8 pol): 1.200 rpm

Diâmetro de 12,7 mm (1/2 pol): 900 rpm

Manutenção

Chapas acrílicas possuem baixa dureza superficial sendo susceptível ao risco e à abrasão, por isso, deve-se retirar os filmes de proteção de ambas as faces somente após a instalação das chapas.

– Recomenda-se limpeza periódica em torno de 6 meses, utilizando água e sabão ou detergente neutro e pano ou esponja bem macios.

– Pequenos riscos, encardidos e manchas superficiais podem ser removidos aplicando-se polidor doméstico para metais.

Durabilidade

As chapas acrílicas apresentam resistência às chuvas de granizo e à luz do sol, possuindo proteção natural aos raios ultravioletas, dispensando qualquer proteção adicional.

As chapas cristais possuem garantia de 10 anos contra o amarelamento, seguindo-se as recomendações do fabricante.