Dobradora de Termoplásticos com Régua de Ângulos da Solugrav & JR Laser

A Dobradora de termoplásticos Solugrav & JR Laser possui grande praticidade e versatilidade, principalmente quando trabalha com chapas acrílicas. É fácil de ser deslocada, pois pode ser utilizada em cima de uma mesa de trabalho.

Vantagens da Dobradora da Solugrav & JR Laser

Possibilita ao usuário criar dobras complexas e padronizadas de uma maneira muito simples. Veja as principais vantagens:

  • Painel inteligente com controle de temperatura e timer eletrônico para auto desligamento;
  • Resistência blindada, concentrando o calor no local preciso das dobras;
  • Defletores internos de inox para aumento de eficiência e redução de energia;
  • Mesa isoladora para maior conforto e segurança;
  • Régua de padronização de ângulos para que todas as dobras fiquem iguais, perfeitas e padronizadas – ideal para produção contínua e regular;
  • Base do suporte de ferro, permitindo o suporte de magnéticos para manter o ângulo das peças dobradas;
  • Dobra diferentes materiais: acrílico, PETG, poliestireno, policarbonato e outros termoplásticos;
  • Fornecido em 110 e 220V;
  • Dois tamanhos: JR 450 com comprimento de dobra até 450 mm e JR 800, com limite da peça de 800 mm.

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Contato: JR Laser Technology
Endereço: R. Antônio Hulse, 2860 – Revoredo, Tubarão – SC, 88704-640
Telefone: (48) 3052-2446

Veja neste vídeo Como Dobrar Chapas Acrílicas de 2mm e 10mm com uma máquina para dobrar acrílico da Digisolda. Também veremos, dicas importantes sobre escolha e regulagem da sua máquina, escolha das melhores chapas acrílicas, o tempo ideal para a dobra e muito mais.

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Chapas acrílicas cast ou fundidas são termoplásticos que, quando aquecidos, tornam-se maleáveis, adquirindo uma consistência semelhante à da borracha, permitindo, dessa maneira, serem moldadas das mais variadas formas. Com o resfriamento tornam-se rígidas, conservando, porém, a forma que lhes foi dada durante a moldagem.

A transição do estado de rigidez para o estado plástico ocorre gradativamente. O primeiro sinal visível de amolecimento é notado a cerca de 105°C, temperatura na qual algumas peças já moldadas podem mostrar uma tendência a desmoldar. A 120°C, aproximadamente, as chapas acrílicas cast se tornam maleáveis para moldagem em geral. Recomenda-se que o material seja uniformemente aquecido a uma temperatura entre 165 e 190°C. Atingida a temperatura necessária para moldagem as chapas devem ser transferidas para o molde. Se a moldagem for realizada à temperatura abaixo de 130°C, as peças poderão sofrer ruptura, pois terá sido altamente tensionada. Consequentemente terá menor resistência ao impacto e maior tendência à formação de fissuras e rachaduras, principalmente quando a operação de colagem e impressão for feita após a moldagem. Com temperaturas acima de 190°C corre-se o risco de degradar o material, formando bolhas ou marcas dos moldes utilizados, podendo até rasga-lo durante ou imediatamente após a moldagem.

Para evitar que esse fato ocorra, a temperatura da estufa deverá ser ajustada, medindo-se a temperatura da chapa em vários pontos, por meio de termômetro infravermelho com laser.

O tempo de aquecimento dependerá da espessura da chapa e do tipo de estufa utilizada. A fórmula abaixo poderá ser empregada para uma estimativa de tempo de aquecimento requerido:

T = 3,0 x e
onde: T = tempo em minutos (min)
e = espessura em milímetros (mm)
3,0 = valor constante.

Uma maneira prática de estimar se uma chapa está pronta para moldagem é quando, dobrada, sobre si mesma, retorna imediatamente, sem nenhum sinal de rigidez. Não há vantagem no aquecimento por períodos mais longos do que o necessário e o procedimento de deixar o material em repouso na estufa não é aconselhável.
As chapas cast também podem ser reaquecidas e novamente modeladas no formato desejado.
O filme protetor das chapas deve ser removido antes da moldagem.

A faixa de temperatura de moldagem para chapas acrílicas extrusadas deve ser entre 150 a 170°C.

Tempo de Moldagem para chapas acrílicas:

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Resfriamento

Durante a moldagem, as peças devem ser mantidas nos moldes até que esfriem a cerca de 60º C ou menos. Deve-se evitar o resfriamento forçado paras não gerar tensões no material. Diferença de temperatura entre as duas superfícies de uma peça pode provocar tensões indesejáveis, suficientes para causar empenamento, assim como variações de temperatura entre diferentes pontos de uma peça podem resultar em distorção óptica.

Equipamentos para Moldagem e Processos

Os custos de equipamentos e moldes são relativamente baixos, podendo-se conseguir formas bi ou tridimensionais, através de uma ampla variedade de processos.

Dobradeira com Fio de calor

Trata-se de uma mesa de cerâmica ou madeira com um canal transversal e resistência para aquecimento, com o objetivo de aquecer uma faixa estreita da chapa acrílica na localização desejada e utilizada unicamente para dobragem em linha reta. É importante que a resistência produza um calor uniforme ao longo do comprimento. As chapas devem ser posicionadas além de 6 mm das resistências e caso a chapa supere espessura de 4 mm, é conveniente colocar resistências em ambos os lados.

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Vários desses aquecedores podem ser usados, lado a lado, permitindo executar, simultaneamente, diversas dobras. A energia necessária é da ordem de 850 W /m.

Exemplo de gabarito de 90° em uma dobradeira:

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Veja neste vídeo 'Como Dobrar Acrílico'

 

Forno de Gás com Circulação Forçada de Ar

Proporciona calor uniforme e temperatura constante, praticamente sem riscos de sobre aquecimento das chapas. Deve atingir pelo menos 170º. e seu tamanho é relativo à dimensão do trabalho requerido. Sua função é amolecer a chapa por aquecimento para obtenção de moldagem.

Moldes

As ferramentas usadas para moldagem de chapas acrílicas são simples e relativamente baratas, pois podem ser elaboradas de materiais como madeira, resina epóxi, gesso, alumínio, etc. Trata-se de materiais estáveis, rígidos e que conseguem suportar as pressões e temperaturas de moldagem sem deformação.

Tipos de moldagem para trabalho com acrílico

Gravidade

É o método mais sensível, pois não requer equipamentos especiais para moldagem. Deve-se colocar a chapa de acrílico na temperatura de moldagem
sobre o molde, e esta por seu próprio peso, adota o formato do molde. É aconselhável colocar pinças nas extremidades da placa acrílica, para evitar possíveis ondulações durante o resfriamento. É recomendado para produtos simples de duas dimensões.

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Vácuo

O formato da peça será dada pela forma e tamanho do aro de sucção da chapa e pela pressão do ar exercida sobre a peça, como a banheira, abaixo:

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Sopro

As chapas acrílicas aquecidas são submetidas à força do ar comprimido e seguras em pinças nas bordas, deformando até atingirem a bolha desejada. Trata-se de processo de poucos recursos, utilizado normalmente para cúpulas arredondadas de luminárias.

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Moldagem Mecânica

As chapas de acrílico podem ser moldadas como se fossem de metal, com molde tipo macho e fêmea, para se obter peças de dimensões precisas e mínimas tolerâncias. É recomendado que o molde para este processo seja de metal:

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Combinação de Métodos – Pressão e vácuo

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Moldagem ou curvatura a frio

As chapas acrílicas podem ser curvadas a frio, no entanto, a curvatura obtida é limitada, quando comparada a outros materiais plásticos.
As orientações, a seguir, são recomendadas para curvaturas a frio em chapas acrílicas cast e extrusadas:

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Fórmula para definição do raio mínimo de curvatura ( r ) de chapas acrílicas:

r = a x e, onde:
a – valor constante, de acordo com tipo de chapa:
a = 200 (para chapas cast ou fundidas)
a = 300 (para chapas extrusadas)
e = espessura da chapa acrílica

Portanto, para uma chapa cast de 3,0 mm de espessura, o raio mínimo de curvatura será:
r = 200 x 3,0 mm = 600 mm


 

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Fabricantes de Máquinas Dobradeira de Acrílico:

VP Máquinas
www.vpmaquinas.com.br
11 2647-4916

JR Laser Technology
www.jrlaser.com.br
(48) 3052-3322 – Filial SP (11) 2365-9989